sábado, 23 de julho de 2011

ORSSE apresenta violinista e maestro convidados na Série "Cajueiros V"

Próximos convidados da Orquestra Sinfônica de Sergipe serão o violinista Daniel Guedes, já conhecido do público sergipano e o maestro português Osvaldo Ferreira, fazendo sua estreia em Sergipe. O concerto faz parte da série Cajueiros V, no dia 04 de agosto de 2011, 20h30, teatro Tobias Barreto. Ingressos R$ 15 e R$ 7,50 (meia).

 DANIEL GUEDES

“Guedes não é um simples virtuose: é um músico de técnica brilhante, mas acima de tudo um artista excepcional. Em todo o decorrer do concerto a alma pulsava nas cordas do violino.”
O Globo


Reconhecido pela crítica especializada com um dos mais expressivos artistas de sua geração, Daniel Guedes estudou em Londres com Detlef Hahn na Guildhall School of Music, e em Nova York com Pinchas Zukerman e Patinka Kopek na Manhattan School. Venceu os concursos Jovens Concertistas Brasileiros, Bergen Philharmonic e Waldo Mayo Memorial Award, estreando no Carnegie Hall com o concerto n° 1 de Max Bruch.

Apresenta-se como solista junto às principais orquestras brasileiras e também nos EUA, Canadá, Inglaterra e Noruega, tendo atuado sob a regência de Pinchas Zukerman, Isaac Karabtchevsky, Irwin Hoffman, Roberto Tibiriçá e Roberto Minczuk entre outros.

Gravou com a OSB o concertino de Guerra-Peixe e o concerto de Henrique Oswald. Lançou o CD Impressões Brasileiras, com obras de Villa-Lobos, Lorenzo Fernandes e Alceo Bocchino, e em 2007 gravou as sonatas de Beethoven para violino e piano com o pianista israelense Ilan Rechtman pelo selo Well Tempered Productions.

Daniel Guedes é professor do Conservatório Brasileiro de Música, do Instituto Baccarelli e leciona também nos festivais de Campos do Jordão e Santa Catarina. Como regente, atuou frente à Orquestra do Conservatório Brasileiro de Música, da Universidade de Brasília, Sinfônica da Bahia, de Campinas e OSUSP.

visite o website de Daniel Guedes

 
OSVALDO FERREIRA

É o diretor musical e regente titular da Orquestra Sinfônica do Paraná, e diretor de música erudita da Oficina de Música de Curitiba.

Em Portugal, foi diretor artístico da Orquestra do Algarve, diretor artístico do Festival Internacional de Música do Algarve, diretor e administrador do Teatro Municipal do Faro, além de ser fundador e Diretor Musical da Orquestra da Póvoa de Varzim com a qual gravou 3 CDs com obras de autores portugueses. Desde 2003 também o Diretor de Orquestra do Festival Internacional de Viana do Castelo, produzido pelo Fairbanks Arts Center Music Festival de S. Diego.

Osvaldo Ferreira é o maestro português com maior número de estréias, encomendas e gravações de obras de autores portugueses contemporâneos.

Maestro convidado regular em Portugal, Rússia, União Européia, Brasil, África do Sul e EUA, gravou para a RTP, RDP e Editora Numérica. A lista de músicos com quem já colaborou inclui, Maria João Pires, Berlin Philharmonic Quartet, Nicolas Koeckert, Ivan Monighetti, Roger Muraro, Jean Marc Luisada, Elisabete Matos, Pedro Burmester, Reinhold Friedrich, Gerardo Ribeiro, Mário Laginha, Irina Tseitlin, Stefan Dhor, Gordon Hunt, Alex Klein, Bernardo Sassetti, Daniel Rowland, Maria José Falcão, Yang Liu, Sergei Roldugin, Saint Petersburg Virtuosi e Ingeborg Baldaszti, entre outros.

Realizou Mestrado em direção de orquestra em Chicago e pós-graduação no Conservatório de São Petersburgo, na classe de Ilya Mussin. Laureado em 1999 no Concurso Sergei Prokofiev, na Rússia. Recebeu o “Fellowship” do Aspen Music Festival nos EUA, onde freqüentou a American Conductors Academy e conquistou o prêmio “Academy Conductor” em 2001. Foi assistente de Claudio Abbado em Salzburgo. Estudou ainda com Jorma Panula e David Zinman e foi bolsista do Ministério da Cultura e da Fundação Calouste Gulbenkian.
Conheça o Festival Internacional de Música do Algarve

Programa

Osvaldo Ferreira, regente convidado
Daniel Guedes, violino



Gioacchino ROSSINI
Abertura da ópera “La gazza ladra”
Max BRUCH
Concerto nº2 para violino e orquestra, em ré menor
Ludwig van BEETHOVEN
Sinfonia nº7, op.92, em lá maior

Teatro Tobias Barreto
Av. Tancredo Neves, 2009. D.I.A.
Bilheteria: 79-3179-1496 (12h-20h)


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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Pianista Jean Louis Steuerman é a próxima atração da Sinfônica de Sergipe




Após o grande sucesso de público da ópera La Bohème, a Orquestra Sinfônica de Sergipe continua a fazer música de qualidade na série "Mangabeiras" no dia 20 de julho de 2011, quarta-feira, às 20h30, no Teatro Tobias Barreto. O concerto brindará o público sergipano com a presença do renomado solista internacional Jean Louis Steuerman, brasileiro atualmente radicado em Londres, presença constante como destacado solista nas principais orquestras do mundo. O pianista executará, sob a regência do maestro Guilherme Mannis, o Concerto nº1 para piano de Rachmaninoff. Os ingressos, a preços módicos, já estão disponíveis na bilheteria do Teatro.

Na ópera Bohème, a ORSSE contou com ilustres presenças em seu público. Destacaram-se a ministra Ana de Hollanda, que evidenciou belas impressões sobre a apresentação: “Estou fascinada e questionei ao governador como ele conseguiu em tão pouco tempo organizar uma orquestra tão afinada. Esta é uma orquestra de primeira linha. A experiência sergipana é um intercâmbio fundamental e quem ganha com a iniciativa é o público. Acho importante o Brasil conhecer mais o trabalho da Orquestra Sinfônica de Sergipe”, e o governador Marcelo Déda, que declarou: “Não é à toa que grandes especialistas da música clássica bem como revistas especializadas têm registrado a evolução da Orsse e apontado-a como a grande revelação da música erudita do Brasil”.

Outro destaque da temporada 2011 que prevê enorme sucesso, é a vinda do pianista Jean Louis Steuerman, que se apresenta regularmente na Europa, América do Norte e Japão, participando de importantes séries de recitais nos três continentes. Excelente camerista, tem colaborado com alguns dos mais refinados músicos do mundo. Outros compromissos com orquestras incluem concertos com a English Chamber, Hallé, Royal Liverpool Philharmonic, City of Birmingham Symphony Orchestra e a Bournemouth Sinfonietta. Ele se apresentou com a Leipzig Gewandhaus, sob a regência de Kurt Masur, Sinfônica de Basel, com Heinz Holliger, Filarmônica de Helsinque (tocando o Concerto para Piano de Tippett), Zurich Tonhalle, Sinfônica de Berlim, Nouvel Orchestre Philharmonique e a Orquestra Sinfônica de Milão. Jean Louis se apresentou também com diversas grandes orquestras dos Estados Unidos, entre as quais a Filarmônica da Flórida, a Sinfônica de Baltimore e a Sinfônica de Indianápolis.

Steuerman executará com a ORSSE o Concerto para piano nº1, op.1, em fá sustenido menor do russo, Sergei Rachmaninoff.  Caracaterizado por sua invenção melódica, o concerto foi escrito no decorrer de 1890 e 1891, quando o compositor ainda era aluno do Conservatório de Moscou.

A ORSSE preza também pela valorização e difusão da música brasileira de concerto e é talvez a orquestra que mais realiza primeiras audições de músicas compostas em território nacional, como no caso da peça Madei-Mamoré, do recifense Manoel Nascimento, cuja estréia mundial será neste concerto.
Além disso, a orquestra ainda executará a magnífica e grandiosa Sinfonia nº1, op.68, em dó menor, do alemão Johannes Brahms. De estruturas monumentais, o compositor levou décadas para aperfeiçoá-la, mas ela o estabeleceu como herdeiro dos mestres do passado. A Sinfonia n. 1 é típica do compositor: vasta, complicada, inteligente, mas com uma alma doce e um poder direto que qualquer ser humano pode apreciar.



ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE

"Mangabeiras III"
Teatro Tobias Barreto
Dia 20 julho de 2011, 20h30
Entrada R$ 15 e R$ 7,50

Guilherme Mannis, regente
Jean Louis Steuerman, piano

Manoel NASCIMENTO
Madei-Mamoré, Estréia Mundial

Sergei RACHMANINOFF
Concerto para piano nº1, op.1, em fá sustenido menor

Johannes BRAHMS
Sinfonia nº1, op.68, em dó menor

Realização: Secretaria de Estado da Cultura/Governo de Sergipe
Patrocínio: Instituto Banese/ Banese Card
Apoio: TV Aperipê

Ingressos:
R$15,00 inteira e R$7,50 meia
Informações e cortesias: (79) 3179-1480

domingo, 26 de junho de 2011

Grande elenco e ORSSE realizam duas récitas da Ópera La Bohème em Aracaju

Cartaz da World Premier-1886, design de Adolfo Hohenstein


Nos próximos dias 06, quarta, e 08 de julho de 2011, sexta-feira, às
20h30, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE), no âmbito de sua
série Mangabeiras, leva ao palco do Teatro Tobias Barreto um dos
títulos de maior sucesso da história das óperas: “La Bohème”, do
compositor italiano Giacomo Puccini (1858-1924), em forma de concerto.
O grande elenco, composto por artistas de renome nacional e
internacional, terá a direção artística e regência do Maestro
Guilherme Mannis. A ORSSE tem a coordenação da Secretaria de Estado da
Cultura (Secult) e patrocínio do Instituto Banese e do Banese Card.

A série Mangabeiras carrega em seus programas ações musicais inéditas,
executadas pela ORSSE e seus convidados durante a temporada 2011 de
concertos. A ópera “La Bohème” é um desses momentos especiais,
destinados a transmitir ao público sergipano o deslumbre de uma
apresentação operística. Esta será a primeira vez que a ópera será
realizada no estado, e promete ser um evento grandioso, a exemplo da
ópera Aïda, na temporada 2010 da orquestra.

As récitas contarão com grande elenco, repleto de nomes importantes do
cenário lírico nacional como os sopranos Daniella Carvalho (Mimi) e
Carla Cottini (Musetta), o tenor Marcello Vannucci (Rodolfo), os
barítonos Sebastião Teixeira (Marcello) e David Marcondes (Schaunard),
e os baixos Cláudio Alexandre (Colline) e Saulo Javan (Alcindoro). De
grande competência, o elenco alia nomes com experiência internacional
a revelações sergipanas, caso do baixo Cláudio Alexandre. Daniella
Carvalho, por sua vez, reside em Nova York e tem mãe sergipana,
voltando a sua origem portanto. Cantores como Marcello Vannucci,
Sebastião Teixeira, David Marcondes e Saulo Javan voltam aos palcos
locais depois de apresentações impecáveis, e Carla Cottini, soprano
revelação nos palcos paulistas, fará sua estreia com a orquestra.

No palco marcam presença ainda as presenças dos Coros Sinfônico e
Infantil da ORSSE, sob a regência de Daniel Freire e a preparação
vocal de Verônica Santos. Um dos grupos estáveis da ORSSE, o Coro
Sinfônico é formado por 60 cantores que têm desenvolvido um importante
papel para o desenvolvimento da música coral no Estado de Sergipe. Já
o coro infantil é composto de crianças de 7 a 14 anos, e faz com a
orquestra sua terceira apresentação.

A secretária de Estado da Cultura, Eloísa Galdino, defende que a ORSSE
tem grande potencial inovador e mostra esta característica a cada
apresentação, como nesta ópera inédita em Sergipe: “A orquestra
sergipana tem surpreendido a todos nós a cada espetáculo, com
apresentações cada vez mais emocionantes e com uma técnica
impressionante. Dessa forma, a realização de uma ópera tão grandiosa
só tende a valorizar ainda mais o trabalho da nossa orquestra”,
ressaltou Eloísa.

Já o maestro e diretor artístico da ORSSE, Guilherme Mannis conta,
relembrando o enorme sucesso da ópera Ainda realizada em maio de 2010,
que “A ópera nunca esteve tão popular entre nosso público, e carece de
incentivo. Em todo o Brasil, o que vemos são teatros lotados e público
sedento por essas atrações, capazes de unir tramas envolventes a
textos musicais extremamente sofisticados. É uma honra poder
apresentar “La Bohème” ao público sergipano, pois trata-se de um dos
títulos mais belos, consagrados e conhecidos da ópera romântica
italiana”.

Sobre a ópera:
Uma obra prima do realismo poético, La Bohème se inspira numa obra
francesa e, mais particularmente, parisiense. Essa “história de amor”
comovente e realista dá ensejo a Puccini de evocar a Paris romântica
de 1830, com seus cafés cantantes, seus mercados rumorosos, sua
atmosfera alegre e suas figuras pitorescas: vendedores ambulantes,
modistas galantes, jovens artistas que levam uma vida “boêmia”,
animada pelas amizades e os amores precários, mas sempre espreitada
pela miséria e pela doença. Muito distante dos temas heróicos, marcada
pelo desejo de “pôr em música paixões verdadeiras” (segundo as
palavras do próprio Puccini), essa ópera se inscreve nas preocupações
da “jovem escola italiana” inaugurada por Mascagni (Cavalleria
Rusticana). Mas o verismo de Puccini é transcendido pela poesia.

Celebração dos 150 anos de Puccini, Anna Netrebko e Rolando Villanzon, filme dirigido por Robert Dornhelm (2008)


Serviço

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE

06 e 08 de julho, quarta e sexta-feira, 20h30
Ingressos R$ 15 e R$ 7,50
Mangabeiras II

Guilherme Mannis, regente

Daniella Carvalho, soprano (Mimi)
Carla Cottini, soprano (Musetta)
Marcello Vannucci, tenor (Rodolfo)
Sebastião Teixeira, barítono (Marcello)
David Marcondes, barítono (Schaunard)
Cláudio Alexandre, baixo (Colline)
Saulo Javan, baixo (Benoit e Alcindoro)

Coro Sinfônico da Orsse
Coro Infantil da Orsse
Daniel Freire, regente
Verônica Santos, preparadora vocal

Giacomo PUCCINI(1858-1924)
La Bohème, ópera em quatro atos, em forma de concerto


Realização: Secretaria de Estado da Cultura/Governo de Sergipe
Patrocínio: Instituto Banese Banese Card
Apoio: Segrase, Aperipê

Informações e Bilheteria: (79) 3179-1491/1496

sábado, 11 de junho de 2011

"Sons da Catedral II" traz importante solista e faz estréia mundial de Villani-Cortês

Encerrando as celebrações musicais desse mês, no dia 16 de junho de 2011, às 19h, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, realiza o segundo concerto da série “Sons da Catedral”, na Catedral Metropolitana de Aracaju que é realizada em parceria com a Arquidiocese de Aracaju e a Secretaria de Estado da Cultura. As primeiras apresentações na Catedral em 2007, tinham aspecto sacro e direcionado a um público específico. Ao longo dos anos a série foi se aperfeiçoando para atender um público cada vez mais exigente e diversificado. Desde então, em todos os anos, são realizados em média 5 concertos na Catedral e todos os sergipanos são presenteados com concertos inesquecíveis, dentro daquela que se tornou uma referência arquitetônica e turística na cidade de Aracaju.


Para o maestro Guilherme Mannis, diretor artístico e regente titular da ORSSE, tocar na Catedral é sempre uma experiência única para a formação. “A acústica é diferente, mais reverberante, o que faz com que os músicos tenham de se adaptar rapidamente a um cenário musical diferente do Teatro Tobias Barreto. Além disso, o ambiente de resplendor da Catedral fornece ao concerto um aspecto especial. Todas as nossas apresentações nesse espaço são marcantes e inesquecíveis”.

Para a série “Sons da Catedral II”, que terá a regência do maestro Daniel Nery, um repertório diversificado e de altíssimo nível, pois dois solistas estarão à frente da ORSSE: Antônio Lauro Del Claro, um dos mais importantes violoncelistas brasileiros, que executará o Concerto para Violoncelo e Orquestra do compositor romântico alemão Robert Schumann e Felipe Freitas, chefe de naipe clarinetista da ORSSE, que tocará a estréia mundial do Concertante para Clarinete e Orquestra, do brasileiro Edmundo Villani-Côrtes, inicialmente composta em 1986 para sintetizadores terá agora uma versão oficial para orquestra completa. O romantismo melancólico de Antonin Dvoràk será é lembrado com a sua conhecida Dança Eslava n. 2 em mi menor, Op. 72


Sobre os solistas:


O violoncelista Antonio Lauro Del Claro nasceu em São Paulo. Aos sete anos iniciou os estudos com seu pai, também violoncelista. Mais tarde, ainda no Brasil, prosseguiu os estudos com Jean Jacques Pagnot. Na Itália foi aluno de Radu Aldulescu (violoncelo) e Enrico Mainardi (música de câmara). Classificou-se em 1º lugar no Concurso de Verão Musical de Taomina (Itália). Com uma bolsa concedida pelo Governo do Estado de São Paulo, estudou em Paris com Roberto Salles, mas foi em Genebra (Suíça) que teve oportunidade de aperfeiçoar-se, tornando-se discípulo do consagrado violoncelista Pierre Fournier. Está em Aracaju para se apresentar com a ORSSE pela segunda vez.



Natural de Santos, Felipe Freitas é bacharel em clarinete pelo Instituto de Artes da UNESP e formado pelo Conservatório Municipal de Cubatão. Também aperfeiçoou seus estudos na Escola de Comunicações e Artes da USP e na Universidade Livre de Música “Tom Jobim”. Teve como principais professores Sergio Burgani, Luiz Eugênio Afonso “Montanha”, Otinilo Pacheco e Pedro Robatto. Atualmente é mestrando no curso de Execução Musical da Universidade Federal da Bahia e chefe de naipe da Orquestra Sinfônica de Sergipe.



Serviço:

Orquestra Sinfônica de Sergipe

"Sons da Catedral II"
Catedral Metropolitana de Aracaju
16 de junho de 2011, quinta-feira, 19h
Entrada Franca


Programa:

Daniel Nery, regente
Felipe Freitas, clarinete
Antônio Lauro Del Claro, violoncelo

Edmundo VILLANI CÔRTES
Concertante para Clarinete e Orquestra (estréia mundial)
Antonin DVORÁK
Dança Eslava n. 2 em mi menor op. 72

Robert SCHUMANN
Concerto para violoncelo e orquestra, op. 129, em lá menor