Considerada em 2008 uma orquestra de destacada produção do nordeste, em 2009 a Temporada de Concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) sob a direção artística do Maestro Guilherme Mannis tem como principal objetivo a consolidação do grupo como um dos principais núcleos brasileiros de produção orquestral.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Orquestra Sinfônica de Sergipe Apresenta sua Temporada 2009
Considerada em 2008 uma orquestra de destacada produção do nordeste, em 2009 a Temporada de Concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) sob a direção artística do Maestro Guilherme Mannis tem como principal objetivo a consolidação do grupo como um dos principais núcleos brasileiros de produção orquestral.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Representação da Orquestra Sinfônica de Sergipe em Festivais de Música pelo Brasil
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
PROCESSO SELETIVO PARA NOVOS INSTRUMENTISTAS
A Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção artística de Guilherme Mannis, vem a público informar que estão abertas as inscrições para processo seletivo para o preenchimento das seguintes vagas:
1 Violino nível superior, co-solista
1 Violino nível médio, tutti
1 Viola nível superior, co-solista
1 Viola nível médio, tutti
1 Violoncelo nível superior, co-solista
1 oboé nível superior, solista.
As provas acontecerão na cidade de Aracaju, na sede da Orquestra Sinfônica, localizada no Teatro Tobias Barreto (Av. Tancredo Neves 2209, DIA, Aracaju/SE), no período de 16 a 18 de fevereiro de 2009. Os interessados deverão contatar a Orquestra Sinfônica de Sergipe através dos seguintes endereços, para inscrições e maiores informações:
sinfonica@cultura.se.gov.br sinfonicadesergipe@gmail.com
Telefones: (79) 8822-3293/ (79) 8821-9488/ (79) 3179 1480. O contato por telefone estará disponível a partir do dia 02 de fevereiro de 2009, até lá somente pela internet.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Por Dentro dos Concertos

O concerto especial de Natal dia 18 no Teatro Tobias Barreto, mesclará um repertório clássico, com obras características da literatura sinfônica como a Abertura Egmont, de Beethoven, composta para peça homônima de Goethe, assim como o Concerto nº23 de Mozart, a peças tradicionais do repertório de Natal, como Jingle Bells, Pinheirinhos de Natal e Aleluia de Haendel. A participação da música brasileira será determinante, representada pela primeira apresentação sergipana do Gradual Dies Sanctificatus, composto por um dos maiores gênios do período clássico-romântico: o Padre José Maurício Nunes Garcia (Rio de Janeiro, 1767-1830). Um grupo final de 150 pessoas, entre músicos, coralistas e convidados, executará peças como “Surgem Anjos Proclamando” e “Noite Feliz”.
O maestro: Natural da cidade de São Paulo, Guilherme Mannis é bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, foi ainda regente assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e esteve já à frente de importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina, Orquestra Sinfônica da Unicamp e Petrobras Sinfônica; no México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. É também formado em piano pela Universidade Livre de Música, na classe de Marina Brandão. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula. Participou ainda, com a orquestra, da gravação do filme “Orquestra dos Meninos”, sob a direção de Paulo Thiago. Como destaque da Temporada 2007, trouxe para o Estado, juntamente com a Sinfônica, músicos renomados do cenário naciona e internacional, tais como Emmanuele Baldini, Amaral Vieira, Wagner Tiso, Marina Brandão e Laszlo Mezö.
O solista: natural de Aracaju, Daniel Freire é graduado em piano pela universidade Federal da Bahia na classe do pianista Paulo Gondim. Participou de Masterclasses com Bárbara Nissman (EUA), Ricardo Castro (BA), Joe Parillo (EUA) e Jason Rebello (Inglaterra). É integrante da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde 2004 e criador e regente de seu Coro Sinfônico desde 2006.
No dia 19 de dezembro, às 18h, na Catedral Metropolitana de Aracaju, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção do Maestro Guilherme Mannis, realizará concerto especial de Natal no âmbito do circuito de comemorações para esta data. Além da tradicional participação de seu Coro Sinfônico sob a regência de Daniel Freire, o grupo receberá o Coral infanto-juvenil Canarinhos de Aracaju, comandado por seu regente Carlos Magno, e o tenor sergipano Roziel Benvindo. Este concerto mesclará um repertório clássico, com obras características da literatura sinfônica como a Abertura Egmont, de Beethoven, composta para peça homônima de Goethe, assim a peças tradicionais do repertório de Natal, como Jingle Bells, Pinheirinhos de Natal e Aleluia de Haendel e a presença marcante de Bach na peça Jesus Alegria dos Homens. A participação da música brasileira será determinante, representada pela primeira apresentação sergipana do Gradual Dies Sanctificatus, composto por um dos maiores gênios do período clássico-romântico: o Padre José Maurício Nunes Garcia (Rio de Janeiro, 1767-1830).
O sucesso do Projeto Domingo no Parque, uma parceria da Secretaria de Estado da Cultura do Governo de Sergipe e Emsurb da Prefeitura Municipal de Aracaju proporcionou a realização de vários concertos no Parque da Sementeira durante o final do ano de 2007 e todo o ano de 2008, com participação do público sempre crescente. Para essa edição, o número de cadeiras disponíveis saltará das atuais 500 para 1.000, visando maior conforto dos espectadores.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Começar Sempre!
GUILHERME MANNIS, regente
DANIEL FREIRE, piano
CORO SINFÔNICO DA ORSSE
DANIEL FREIRE, regente
ROZIEL BENVINDO, tenor
CARLOS MAGNO, regente
Ludwig van BEETHOVEN
Abertura Egmont
Wolfgang Amadeus MOZARTConcerto para piano e orquestra nº23
Solista: Daniel Freire, piano
Intervalo
Hino Natalinos
Pinheirinhos de Natal (arr. Alexandre Brasolim)
Os Sinos do Natal (arr. Camp Kirkland, adpt. Alexandre Brasolim)
Adeste Fideles (arr. Steven Mercúrio, orq. Daniel Freire)
O pinheirinho de Natal (arr. Alexandre Brasolim)
O primeiro Natal (arr. Alfred Pochom, orq. Alexandre Brasolim)
Surgem Anjos Proclamando (arr. Alexandre Brasolim)
James PIERPONT (arr. Alexandre Brasolim)
Jingle Bells
Johann Sebastian BACH (orq. Charles Roberts, adpt. Alexandre Brasolim)
Jesus, Alegria dos Homens
José Maurício NUNES GARCIA
Gradual Dies Sanctificatus
Georg Friedrich HÄNDEL - Oratório “O Messias”: excertos
And the glory of the lord shall be revealed
Halleluya
Franz GRUBER
Noite Feliz (arr. Daniel Freire)

quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Vamos apreciar a boa música num belíssimo lugar?

Conto com a sua companhia.
Mayusane Matsunae.
Assessora de Imprensa da EMSURB
Programa
Guilherme Mannis, regente
Instrumentação: 3*222-4231-tmp+3-hp-cordas
3 flautas (*1 piccolo)
2 clarinetes
2 fagotes
2 oboes
4 trompas
2 trompetes
3 trombones
1 tuba
Harpa e Cordas
Wolfgang Amadeus MOZART
Abertura da ópera "A Flauta Mágica"
Franz LISZT
Les Preludes
Felix MENDELSSOHN
Abertura "As Hébridas", op.26
Ernani AGUIAR
Sinfonietta Prima
César GUERRA-PEIXE
Mourão, arranjo sinfônico de Guilherme Mannis
NATUREZA E MÚSICA, A COMBINAÇÃO PERFEITA!
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Repaginando


O diretor titular do Comitê de Ação Cultural da Fiesp, Fernando Greiber, também manifestou sua satisfação com o resultado da apresentação da ORSSE em São Paulo. "O público paulista teve acesso a um grande espetáculo. Foi um concerto magnífico", opinou ele. A representante do Governo do Estado de São Paulo, Cláudia Matarazzo, afirmou ter ficado encantada com o vigor e leveza da Sinfônica de Sergipe. "Apesar de a orquestra ser formada por músicos jovens, eles são muito precisos e profissionais. Parabéns ao Governo de Sergipe, ao maestro e aos músicos", declarou.O secretário de Estado da Cultura, Luiz Alberto do Santos, também prestigiou o evento em São Paulo. "O concerto foi espetacular, principalmente pela participação do público, o que estimula a Secretaria da Cultura continuar fazendo um trabalho na área de música clássica", falou.

Fotos: Anderson Ferreira/Fiesp
terça-feira, 11 de novembro de 2008
A Orquestra Sinfônica de Sergipe realizará, no próximo dia 16 de novembro de 2008, domingo, sua estréia no município de São Paulo, em sua primeira viagem para além das fronteiras de nosso Estado. Convidado a participar da prestigiosa série "Música em Cena", do Centro Cultural Fiesp, que realiza todos os domingos ao meio-dia concertos gratuitos no Teatro Popular do SESI, o grupo, sob a regência de seu Diretor Artístico e Regente Titular Guilherme Mannis, executará peças marcantes do repertório sinfônico. A orquestra, composta atualmente por 63 integrantes, interpretará peças tradicionais como Mourão de Guerra-Peixe e a vibrante Sinfonia nº 7, de Beethoven, contando novamente com a brilhante participação do pianista Álvaro Siviero, que brilhantemente interpretou em agosto deste ano o famoso Concerto para Piano nº 1 de Piotr Ilytch Tchaikovsky, repertirá o feito no concerto em São Paulo.
Natural da cidade de São Paulo, Guilherme Mannis é bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, foi ainda regente assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e já conduziu importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina, Orquestra Sinfônica da Unicamp e Petrobras Sinfônica; no México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. É também formado em piano pela Universidade Livre de Música, na classe de Marina Brandão. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula. Foi vencedor do I Concurso Jovens Regentes e Solistas (São Paulo, 2002), realizado pela Fundação Eleazar de Carvalho associada à Orquestra da Rádio e Televisão Cultura (Sinfonia Cultura), comandando o grupo em concerto prêmio. Foi também semifinalista do II Prêmio Osesp, da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
O pianista Álvaro Siviero especializou-se na Universität für Musik und darstellende Kunst de Viena e na Hochschule Mozarteum em Salzburg, com Noel Flores e Georg Steinschaden. Também tem passagens pela Academia Nazionale de Santa Cecília em Roma, estudando com Piero Tramoni, além de estudos de aprofundamento com Annibale Rebaudengo, em Milão. Sua paixão pelo piano, porém, remonta à infância, quando, aos sete anos, já se apresentava em público. Dois anos mais tarde, recebe seu primeiro prêmio: a Medalha de Ouro do governo do Estado de São Paulo para jovens talentos. No ano de 2007, coroando sua dedicada carreira artística, apresenta-se em concerto exclusivo para o Papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil, interpretando obras de autores alemães, poloneses e brasileiros. Como diretor artístico, esteve sob sua supervisão, a série de concertos do Embratel Convention Center e a temporada de concertos internacionais do Teatro Palácio Avenida - HSBC, em Curitiba. Músico que participa ativamente do cenário brasileiro como camerista e solista, foi responsável por realizar o recital comemorativo aos 454 anos do aniversário da cidade de São Paulo, no Pateo do Collegio, no ano de 2008. Neste mesmo ano assume a direção artística da temporada 2008 na série de Concertos Internacionais do Teatro São Bento, em São Paulo.

Ficha Técnica:
Série Música em Cena - Centro Cultural Fiesp
Teatro Popular do SESI (Av. Paulista, 1313, Cerqueira César, São Paulo/SP)
Orquestra Sinfônica de Sergipe
Guilherme Mannis, regente
Álvaro Siviero, piano
Data: 16 de novembro de 2008, domingo, 12h
Entrada franca


Programa:
Cesar GUERRA-PEIXE
Mourão
Arranjo para grande orquestra de Guilherme Mannis.
Ludwig van BEETHOVEN
Sinfonia nº 7, op. 92, em ré maior
I - Allegro con brio
II - Larghetto
III - Scherzo: Allegro
IV - Allegro Molto
Piotr Ilytch TCHAIKOVSKY
Concerto para Piano e Orquestra nº 1, em si bemol menor, op. 23
I - Allegro no troppo e molto maestoso; Allegro con spirito
II - Andantino semplice
III - Allegro con fuoco
APOIO:
domingo, 2 de novembro de 2008

No próximo dia 06 de novembro, quinta-feira, às 20h30, a Orquestra Sinfônica de Sergipe sob a direção artística de Guilherme Mannis, trará regente e solista convidado. As estrelas da noite serão o Maestro carioca Carlos Moreno, titular da Filarmônica de São Bernardo do Campo, acompanhado pela violinista Constança Almeida Prado. No repertório, a brasileira Sinfonietta Prima, de Ernani Aguiar, além do famoso Concerto para violino e Orquestra op. 64, em mi menor, de Mendelssohn, uma das mais famosas obras e melodiosas obras do repertório orquestral, e da Abertura da ópera A Flauta Mágica, de Mozart.
O maestro: Carlos Moreno é natural de Petrópolis, RJ, sendo laureado com o Prêmio Carlos Gomes Revelação 2003. No ano de 2006, a OSUSP, que esteve sob sua direção de 2002 a 2008, venceu o XI Prêmio Carlos Gomes, na categoria Melhor Orquestra Sinfônica. Maestro Titular e Diretor artístico da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo, participou em 1997, do International Workshop for Conductors Ukraine onde teve aulas com o Maestro Gustav Mayer. Entre 1998 e 2002, foi aluno do renomado professor e maestro Kirk Trevor em Zlin e Kromeriz na República Tcheca. Em 1998, venceu o 5º. Concurso latino-americano para regentes promovido pela OSUSP. Em 1999, recebeu a Bolsa Virtuose do MinC para aperfeiçoamento em regência, tendo concluído o Aufbaustudium na Musikhochschule de Zurique , Suíça, em 2000, sob a orientação do Maestro Johannes Schlaefli. Em sua tese, apresentou a composição Divertimento para Madeiras e Percussão. Em 2002, assumiu a direção da Orquestra Sinfônica da USP, tornando-a uma das melhores orquestras do Brasil. Realizando ciclos sinfônicos completos, trouxe para esse conjunto uma sonoridade própria de alto nível técnico e interpretativo, registrada em diversas gravações ao vivo realizadas na Sala São Paulo. Executou importantes ciclos como os Choros de Camargo Guarnieri, as nove sinfonias de Beethoven, as seis sinfonias de Tchaikovsky, além das sinfonias e concertos de Brahms, as 9 Bachianas de Villa-Lobos, as 4 Sinfonias de Schumann, Poemas Sinfônicos de Korsakov. Em 2006, foi o primeiro brasileiro a atuar como professor de regência no International Workshop for Conductors, na República Tcheca, participando também em 2007 e 2008 como professor convidado. Em julho deste mesmo ano esteve no Japão representando o Brasil junto ao aclamado Roppongi Choir, em Comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa.
Constança Almeida Prado: Violinista premiada com a Bolsa de Estudos da CAPES/Brasília, programa Apartes, concluiu em 2001 o Mestrado em Violino-Performance na Manhattan School of Music - New York, com a orientação do Professor Isaac Malkin, música de câmara com Isidor Cohen e Sylvia Rosenberg, música barroca com Kenneth Cooper. Realizou o Bacharelado em Violino na Faculdade Santa Marcelina em 1998, com a orientação de Evgenia Popova, Ayrton Pinto e Cecília Guida. Orientada por Paulo Castagna e Álvaro Carlini, desenvolveu o trabalho "31 Compositores Paulistas - Um Panorama da Obra violinística".
Aos seis anos iniciou os estudos de violino com Yoshitame Fukuda e Elisa Fukuda. Estudou teoria musical , percepção e análise com Osvaldo Lacerda e Dante Cavalheiro. Entre os Prêmios que recebeu, 1o lugar no Concurso Nacional de Violino de Piracicaba, Prêmio de Melhor Intérprete de Música Brasileira no Concurso IBEU Nacional de Violino, Indicação ao Prêmio Carlos Gomes, categoria solista instrumental.
Como solista de orquestra, realizou estréia aos 10 anos. Performance da estréia mundial de diversas obras de compositores norte-americanos como Hayg Boyadjian, Vladimir Beluntsov, Peter Andreacchi, e de compositores brasileiros como, entre outras, obras de Kafeijian, a obra Constantia para violino e piano, de Mario Ficarelli, a obra Fantasia para violino e orquestra, Cartas Celestes n.8, de seu pai, Almeida Prado, e gravações com OSB, Orquestra do Teatro Nacional e "Sudwestfalen Landesorchester NRW". Atuou como solista na Alemanha, Estados Unidos e Brasil, junto as orquestras "Sudwestfalen Landesorchester NRW" ,OSB, OSUSP, Sinfônica do Teatro Nacional, Sinfônica de Santos, Sinfônica de Campinas, Baroque Ensemble Manhattan School of Music, entre outras, assim como inúmeros recitais no Brasil e em New York.
De 2001 a 2006, assumiu a classe de violino de Evgenia Popova na ECA/USP, tendo após concurso, sido nomeada Professora de Violino da Universidade. Entre diversos Festivais que vem atuando como Violinista e Professora, participou, em 2003 e 2004, como Violinista e Professora do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza, e, a convite do Maestro Kirk Trevor , do Festival de Verão da "Missouri Symphony Orchestra", por dois meses em 2005, dando continuidade ao seu aperfeiçoamento. Em 2006, participou do Projeto Petrobrás : Música Contemporânea em registro na Discoteca Oneyda Alvarenga, sob direção de Francisco Coelho, com a gravação de Obras para Violino e Piano de Almeida Prado.
"...com que elegância, desenvoltura e emoção ela tocou a obra do pai, que coisa mais solta aquele fluir incessante da melodia infinita pelas suas mãos tranqüilas e firmes..." ( Gilberto Mendes - A tribuna 18/9/03)
"...Constança, que tocou com garra e fluência..." (Artur Nestrovski sobre a obra Fantasia de Almeida Prado e OSUSP- Sala São Paulo - O Estado de São Paulo nov/03)
"...uma bela instrumentista e ainda de um potencial tremendo..." (crítica Recital F.E.Klabin RJ 26/4/07 - Fillipe Trizotto)
Ficha técnica
Orquestra Sinfônica de Sergipe Temporada 2008
Teatro Tobias Barreto
06 de novembro de 2008, quinta-feira, 20h30
Carlos Moreno, regente convidado
Constança Almeida Prado, violino
Ingressos: R$5,00 (inteira), R$2,00 (meia)
Informações: (79) 3179-1480
sinfonica@cultura.se.gov.br
Realização: Secretaria de Estado da Cultura/ Governo de Sergipe
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Amaral Vieira Revisita Aracaju ao lado da Orquestra Sinfônica de Sergipe
Camille Saint-Saëns (1835-1921)O "Concerto nº 2 para Piano e Orquestra em sol menor" foi composto em 1868 e é talvez o concerto mais popular deste compositor. Foi estreado com o próprio Saint-Saëns ao piano, sob a regência de Anton Rubinstein, e não teve, ao início, muito sucesso. As caprichosas alterações de estilo receberam o provocante comentário de Zygmunt Stojowski, no qual sustenta que o concerto “começa com Bach e termina com Offenbach”. O concerto se inicia com um solo pianístico executando uma fantasia no estilo de Bach. Após a entrada da orquestra, o melancólico primeiro tema é tocado, novamente pelo piano. O segundo movimento, ao contrário do típico adágio, remonta-nos ao Scherzo, cuja característica brilhante e delicada recorda-nos o famoso Carnaval dos Animais. O concerto se conclui, no terceiro movimento, com um retorno para a tonalidade inicial de sol menor, em movimento rápido, como uma tarantela. O diálogo intenso entre solista e orquestra culmina em repetidos e arrebatadores arpejos da tonalidade inicial. Amaral Vieira completa 4 anos tocando com a ORSSE e promete emocionar a platéia.
Piotr Ilitch Tchaikovsky
Sobre o primeiro movimento o compositor escreveu a Nadia: “A introdução é o núcleo de toda a sinfonia e, sem dúvida, sua idéia principal. Ela é o fatum, aquela força do destino que nos impede de lutar com sucesso por nossa felicidade, que vela com ciúme para que nunca o contentamento e a paz sejam completos e sem nuvens, que paira sobre nossas cabeças qual espada de Dâmocles, envenenando nossas almas sem parar...“Não há porto”, escreveu Tchaikovsky: “Somos batidos pelas ondas de um lado para o outro até o mar nos tragar”. As “tempestades” orquestrais são típicas do compositor, com instrumentação vibrante, colorida, de alto impacto. Depois de cada furacão vem o motivo “consolador” nas madeiras (fagotes, clarinetas, flautas e oboés). O segundo movimento é uma pausa para meditação. Descreve “o sentimento de melancolia que te envolve à tardinha, quando você se senta só e fatigado... Surge um mundo de memórias, e você se sente triste porque muita coisa já passou”. Todos os tipos de momentos felizes passam pela mente, mas também aqueles de abatimento.
Como Tchaikovsky definiu: “o terceiro movimento não exprime sensações definidas”, mas visões extravagantes, exóticas, incoerentes, estimuladas por algumas taças de vinho. O movimento é um pizzicatto ostinato (beliscado obstinado): as cordas – violinos, violas, violoncelos e baixos – são beliscadas com o dedo ao invés de tocadas com o arco. Quando os baixos entrarem...
O quarto movimento é uma música tipicamente russa orquestrada para uma “banda” volumosa, histérica e desesperada: “se você não pode descobrir em si mesmo razões para ser feliz, olhe para os outros. Saia e misture-se com o povo... Aprenda a extrair felicidade da alegria dos outros”.

Amaral Vieira______
Nascido em São Paulo em 1952, é um dos mais versáteis e completos músicos brasileiros de sua geração.
Após estudos musicais no Brasil com Souza Lima e Artur Hartmann, ingressou no Conservatoire Supérieur de Musique de Paris onde foi orientado por Lucette Descaves e Olivier Messiaen. Diplomado pela Faculdade Superior de Música de Freiburg, Alemanha, foi convidado pelo British Council a aperfeiçoar seus conhecimentos em Londres com Louis Kentner, que foi discípulo de um aluno pessoal de Liszt.
Suas realizações fonográficas, como compositor e/ou como intérprete, contam com 114 títulos (editados em LPs, Cassetes e CDs), apresentando um vasto repertório, com ênfase especial para Liszt, e suas próprias composições, que ultrapassam 500 obras. Essas gravações estão sendo distribuídas no Brasil, Europa, Japão e Estados Unidos.
Recebeu inúmeras distinções: 10 prêmios como pianista, 17 como compositor e mais de 50 distinções em reconhecimento ao seu trabalho artístico no Brasil, França, Alemanha, Inglaterra, Hungria e Japão.
Ocupou a Presidência da Sociedade Brasileira de Musicologia no triênio 1993/1995; em 1998 o compositor tomou posse da Presidência da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea, tendo terminado seu mandato em dezembro de 2001. Foi Presidente da Fundação Conservatório Dramático e Musical de São Paulo de 2001 a 2008.
É responsável desde 1988 pelo programa de música sacra Laudate Dominum que vai ao ar todos os domingos (com reprise às quintas-feiras) na Cultura FM de São Paulo e também aos domingos na Rádio Sodré de Montevidéu (Uruguai).
Suas tournées de concertos incluíram, afora o Brasil, quase todos os países da Europa, América do Sul, Oriente Médio, China e Japão.
Em março/abril de 2008 fez sua oitava tournée no Japão, com 24 concertos, chegando assim, somente naquele país, desde 1994, ao espantoso marco de 250 concertos em mais de 200 cidades.
No mês de julho de 2008, o pianista foi agraciado com o prêmio “2008 Golden Laurel Award”, outorgado pela “The Delian Society” pelo conjunto de sua obra. É a primeira vez que esta distinção é conferida a um compositor brasileiro. O prêmio é concedido uma vez ao ano a um único compositor vivo do mundo inteiro, entre os indicados por membros da sociedade e, a escolha final, ratificada por uma comissão internacional.
Amaral Vieira é um artista credenciado pela mais prestigiosa marca de pianos do mundo, Steinway and Sons.
(2008)
Amaral Vieira______
Rua Tefé, 31 – 01251-050 São Paulo SP
telefax.: (11) 3673-0321
thesaurus@terra.com.br / lauracintra@terra.com.br / secretaria@amaralvieira.com.br
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Brincando com a [:Orquestra d--b

Sergei Prokofiev em foto escolar Nasceu na Ucrânia a 23 de Abril de 1891, na localidade de Somsovka. Iniciou seus estudos de música com a mãe, e compôs a sua primeira obra, uma pequena peça para piano, com a idade de 5 anos. Pedro e o Lobo estreou a 2 de Maio de 1936 pela Filarmônica de Moscou, sob sua regência . Ficou assim uma obra de destaque para o repertório de Prokofiev, que proporciona uma ligação notável às crianças. O sentido do palco e do espetáculo é uma característica das obras de Prokofiev. Daí que nem mesmo uma história destinada originalmente a crianças se tenha coibido de provocar um leve sabor ao drama, à medida da sensibilidade infantil, ao deixar por resolver a situação desconfortável do pobre pato que continua vivo mas na barriga do lobo. "O que terá acontecido depois?" parece ser a pergunta que o próprio autor deixa no final, e propositadamente remete a resolução desta situação dramática para a imaginação dos seus pequenos ouvintes. Portanto "Pedro e o lobo" é uma história infantil contada através da música. Foi composta, com o objetivo pedagógico de mostrar às crianças as sonoridades dos diversos instrumentos. Cada personagem da história (Pedro, lobo, avô, pássaro, pato, gato e os caçadores) é representada por um instrumento diferente ou conjunto de instrumentos.
Programa:
Wolfgang Amadeus Mozart
Eine kleine Nachtmusik – Uma pequena serenata
Leopold Mozart
Sinfonia dos Brinquedos
Serge Prokofiev
Pedro e o Lobo
Ficha técnica:
Orquestra Sinfônica de Sergipe
Guilherme Mannis, regente e narrador
James Bertisch, regente
Orla de Atalaia (próximo à Galeria de Arte da Orla), 15h

Evento “O Dia de Todas as Crianças”
Entrada Franca
Informações: (79) 3179-1480; sinfonica@cultura.se.gov.br
Realização: GOVERNO DE SERGIPE/ Secretaria de Estado da Cultura
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Música para Viagem
Lagarto de um povo eletrizante e sem cerimônias, garantiu brilho e manifestações espontâneas de alegria e reconhecimento: O estado tem uma orquestra e ela está aqui para nos ver!
Cerca de 750 pessoas estiveram no Espaço Cultural Charles Brício, uma noite de estréias.
São Cristóvão recebeu a Orquestra com respeito e muita espiritualidade. Os freis da Comunidade Carmelita estavam contentes com nossa visita e convidaram muitas pessoas para presenciar o concerto, em parte funcionou, mas é preciso sempre mais divulgação, o cuidado sem exageros facilita o acesso do público nos concertos fora do Teatro. Mais do que ir à São Cristóvão é preciso ir sempre. Daí quem sabe "o hábito faça o monge". Obrigada Frei Félix e demais irmãos carmelitas que nos receberam em sua casa, ao poeta que ao recitar versos tão lindos me lembrou a época áurea das artes em São Cristóvão, o FASC, o encontro de bandas entre outros. Até breve nova cidade velha!
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Música de Câmara - Série Cidades Históricas
De forma singela e com muita determinação os músicos e seu arrojado maestro dão início a uma pequena turnê músico-didática por algumas cidades do interior sergipano e da sua vizinha Alagoas.
Em 2007 veio a necessidade de se formar grupos especiais para cordas e sopros, os famosos quartetos, quintetos e sextetos. Eles começaram em pequenas reuniões da própria secretaria, logo outras secretarias descobriram e desde então eles têm feito um trabalho de alto nível para o público de uma maneira geral não só em cerimônias fechadas mas atendendo a convites de diversas instituições tais como: Universidade Federal de Sergipe e a Biblioteca Pública Epifânio Dórea.
Lagarto-Se, 20h, Espaço Cultural Charles Brício
Francisco Manuel da SILVA
Franz von SUPPÈ
Franz SCHUBERT
Georges BIZET
César GUERRA-PEIXE
Ary BARROSO
SIVUCA

Dia 28
Guilherme Mannis, regente
Piotr Ilytch TCHAIKOVSKY
Valsa da Serenata para Cordas
Adagio para cordas
Johann Sebastian BACH
Suíte nº 2, para flauta, cordas e continuo
Overture e Badinerie
Solista: Erica Rodrigues, flauta
Joseph HAYDN
Concerto para violino em Sol maior
Antonio Carlos GOMES
Sonata para cordas
Entrada Franca em todos os eventos.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Segundo momento de Setembro

No próximo concerto da Temporada 2008, nesta próxima quinta-feira, 18 de setembro, a Orquestra Sinfônica de Sergipe apresentará um repertório com ênfase na música do romantismo alemão. Sob a regência do Maestro Guilherme Mannis, o grupo executará uma das mais importantes peças do período, a Sinfonia Trágica, de Schubert. A orquestra terá também a participação de um grande destaque da produção artística sergipana de música clássica, o clarinetista José Batista Jr., integrante da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que irá apresentar ao público o Concerto para Clarinete e Orquestra nº 1, de Weber. Completa o programa a Abertura Poeta e Camponês, de Von Suppé, com solos da violoncelista Mariana Aldana, chefe de naipe da ORSSE. O concerto será realizado no Teatro Tobias Barreto, a preços populares.
Concurso de Música de Câmara de Curitiba, Jovens Talentos da Orquestra Petrobrás Pro-Música, Jovens Interpretes Francisco Mignone e recentemente, Jovens solistas da Radio Mec., o clarinetista José Batista Jr. é natural de Aracaju, tendo iniciado seus estudos no Conservatório de Música de Sergipe e com o Maestro Manuel Oliveira de Menezes na igreja a qual pertencia. Em 1998 muda-se para o Rio de Janeiro onde ingressa na UFRJ graduando-se em Música/ Clarineta, sob a orientação de Cristiano Alves. Participou de diversos cursos e masterclasses com renomados professores, entre eles: José de Freitas-RJ, Edimilson Neri-SP, José Botelho-RJ, José Carlos de Castro, Hen HaLevi-Israel, Jonathan Cohler-EUA, Walter Seifarth- Filarmônica de Berlim. Atuou como clarinetista e claronista na Filarmônica Amazonas-Manaus nas temporadas de 2001,2002 e 2004. Desde 2002 é músico efetivo da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, além de desenvolver trabalhos camerísticos entre eles o Duo Clarineta ao Piano com a pianista Marina Spoladore.FICHA TÉCNICA
Orquestra Sinfônica de Sergipe – Teatro Tobias Barreto
18 de setembro de 2008, quinta-feira, 20h
Guilherme Mannis, regente
José Batista Jr., clarinete
Franz Von Suppé
Abertura “O Poeta e Camponês”
Carl Maria von Weber
Concerto nº 1 para Clarinete e Orquestra
Franz Schubert
Sinfonia nº 4, Trágica
Ingressos: R$ 5 (inteira) e R$ 2 (meia).
Realização: Secretaria de Estado da Cultura / Governo de Sergipe
Informações: (79) 3179-1480/89/96
sinfônica@cultura.se.gov.br
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Concerto Nossa Pátria
No próximo dia 04 de setembro, quinta-feira, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, em comemoração à Semana da Pátria, realizará concerto especial no Teatro Tobias Barreto. Com início às 20h30, a apresentação contará com a participação do Coro Sinfônico da Orquestra Sinfônica de Sergipe, formado por 55 vozes comandadas por seu regente, Daniel Freire, e ainda com solos do contrabaixista Victor Mesquita, chefe de naipe da ORSSE. A regência do concerto estará a cargo do Maestro Guilherme Mannis.
Ópera em Sergipe: o sonho de se apresentar um espetáculo deste porte está cada vez mais próximo da concretização. O Coro Sinfônico da ORSSE, para tanto, se prepara para este evento e apresentará, no próximo concerto, os mais importantes trechos corais da ópera Orfeu e Eurídice, composta pelo alemão Christoph Willibald Gluck (1714-1787) baseada no mito de Orfeu. Completam os excertos da ópera as aberturas dos atos e belos balés.
masterclasses com diversos contrabaixistas de nível nacional e internacional, dentre eles destacam-se: Tibô Delô (França/Brasil), Sérgio de Oliveira, Pedro Gadelha (OSESP), Hans Sturm (EUA), Milton Masciadri (Uruguai/EUA), Catalin Rotaru (Romênia/EUA) e Bread Opland (Chicago Symphony-EUA). Também teve aulas com os violinistas Yerko Tabilo (Quinteto da Paraíba), Charles Stegman (Julliard School-EUA) e o violista Richard Young (Veemer Quartet-EUA).
O programa do deste concerto incluirá ainda a peça “Tributo à Portinari”, do compositor carioca César Guerra-Peixe (1914-1993), uma obra que consiste na impressão musical criada pelo compositor a partir de quatro grandes quadros do mestre das artes plásticas Cândido Portinari: Os Retirantes, Espantalho, Enterro na Rede, e Bumba-meu-boi(1956). O paralelo brasileiro com a música “Quadros de uma exposição”, do compositor russo Mussorgsky, é evidente.
OBRAS DE PORTINARI:

Os Retirantes (1944)

Preparando Enterro na Rede (1958)

Espantalho (1959)

Bumba-Meu-Boi (1956)
FICHA TÉCNICA
Orquestra Sinfônica de Sergipe – Temporada 2008
Teatro Tobias Barreto
Guilherme Mannis, regente
Victor Mesquita, contrabaixo
Coro Sinfônico da ORSSE
Daniel Freire, regente
Repertório
César GUERRA-PEIXE
Tributo a Portinari
Domenico DRAGONETTI
Concerto para Contrabaixo e Orquestra
Christoph Willibald GLUCK
Ópera “Orfeu e Eurídice”: excertos
Informações Úteis
Data e hora: 04 de setembro de 2008, quinta-feira, 20h30
Ingressos: R$ 5 (inteira), R$ 2 (meia)
Informações: (79) 3179-1480/1490
sinfonica@cultura.se.gov.br
Realização: Secretaria de Estado da Cultura / Governo de Sergipe
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
A Resposta é Música
15/08/2008 19h45: assim que as portas foram abertas ao público, logo se viu uma enorme fila para compra de ingressos e outra maior ainda na recepção do Teatro, foram distribuídos cerca de 800 cartazes do evento na capital e interior e a procura por cortesias foi maior que no último concerto. Tivemos um grande público assistindo ao Festival Tchaikovsky, que já tem sua segunda edição garantida para 2009. Melhor que isso foi a comemoração principal da noite, os dois anos do Maestro Guilherme Mannis com nossa orquestra, acompanha(n)do (d)os consagrados Álvaro Siviero e Daniel Guedes, que demonstraram virtuosidade e talento inconfundíveis. A execução do Capricho Italiano estava de arrepiar, que já pela manhã no Concerto Didático arrancou aplausos emocionados dos estudantes que naquele momento estavam pela primeira vez em contato com a música clássica. A noite então seguiu com o Concerto para Violino, emocionante do palco até a platéia a música tocou os corações e consagrou este que pela segunda vez no ano de 2008 se apresenta com a ORSSE, Daniel Guedes. A experiência com o Concerto para Piano não foi diferente, alcançou o mais alto nível de concentração do público presente, que acompanhavam as mãos do pianista Álvaro Siviero, sua comunhão com o instrumento era tanta que homem e piano eram uma coisa só, um tocando o outro, da suavidade do seu primeirto movimento a grande apoteose do final. Belíssimo!
Teatro cheio para a música clássica. A exceção de alguns desorientados, todos sabem queisso é algo muito raro de acontecer, principalmente quando dispomos de pouca divulgação e nos valemos da criatividade para atrair e formar público não só para um momento, um concerto, mas para sempre.
É cada vez me convenço mais que a melhor resposta pra tudo é a música.
domingo, 3 de agosto de 2008
Noite de Gala no Teatro Tobias Barreto

CONSOLIDAÇÃO:Esta foi a marca dos dois anos de direção de Guilherme Mannis frente à ORSSE, desenvolvendo projetos importantes de colocação no grupo no cenário artístico nacional. O maestro assumiu o cargo de Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe em agosto de 2006, desenvolvendo com o grupo um trabalho pioneiro para o Estado, inserindo-o na vida cultural da população através da criação de projetos importantes como as Temporadas Anuais de Concertos, o projeto educacional “Sinfonia do Saber” realizado em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura e Secretaria de Estado da Educação, uma série de concertos ao ar livre dentro do projeto Domingo no Parque realizado pela Prefeitura Municipal de Aracaju, a vinda de solistas virtuosos, reconhecidos pela crítica nacional, propiciando o aperfeiçoamento dos músicos e maior entendimento das obras, a apresentação do programa de rádio Sala de Concerto na Aperipê FM inteiramente dedicado à música clássica e à divulgação das atividades da Orquestra Sinfônica de Sergipe, entre outros. O diretor artístico apresentou ainda, para Sergipe, grandes nomes da música clássica e instrumental para realizar concertos com a orquestra, como Amaral Vieira, Rosana Lanzelotte, José Luís de Aquino, Emmanuele Baldini, Daniel Guedes, Laszlo Mezö, Francis Hime, Wagner Tiso. Em 2008 inovou mais ainda e trouxe como regentes convidados: Roberto Tibiriçá(Orquestra de Heliópolis), Abel Rocha (Banda Sinfônica do Estado de São Paulo) e Carlos Moreno (Orquestra Sinfônica da USP). A orquestra, sob sua batuta, participou ainda das gravações do filme “Orquestra dos Meninos”, sob a direção de Paulo Thiago, e realiza regularmente concertos em locais inusitados da cidade, como em parques, auditórios, igrejas, orla turística, entre outros, no intuito de buscar novos públicos para comparecerem ao teatro.
CONVIDADOS

Daniel Guedes, por sua vez, é um dos mais versáteis talentos de sua geração. Aluno de Detlef Hahn na Guildhall School of Music de Londres e de Pinchas Zukerman e Patinka Kopec, na Manhanttan School of Music, como bolsista da Capes e da Fundação Vitae. Daniel Guedes foi ainda assistente de Pinchas Zukerman e Patinka Kopec no Young Artist Programme no Canadá. Com intensa carreira como solista das principais orquestras brasileiras e do exterior sob a regência de maestros como: Pinchas Zukerman, Isaac Karabtchevsky, Irwin Hoffman, Lior Shambadal, Roberto Minczuk, Gustavo Petri, Silvio Barbato, Roberto Tibiriçá, entre outros. Tocou em locais como Carnegie Hall de Nova York e o National Atrs Centre, em Ottawa, Canadá.. Gravou o concertino de Guerra-Peixe com a OSB em 2003 e o concerto de Henrique Oswald com Isaac Karabtchevsky. Compositores como Nelson Macêdo e Aluisio Didier vêm escrevendo obras dedicadas a Danieltem Sua formação teve início aos sete anos no Rio de Janeiro, sua cidade natal, e atualmente, além da carreira artística, desenvolve trabalho como professor do Conservatório Brasileiro de Música, no Rio de Janeiro, e da Universidade de Brasília. Recentemente lançou o CD Impressões Brasileiras. Em sua segunda atuação com a ORSSE, Daniel interpretará o Concerto para Violino e Orquestra de Tchaikovsky.
ORSSE 2008
VIOLINOS
Sérgio Lisboa spalla
Renata Athayde
Glauberto Agra
Caroline Campos
Ismael Oliveira
Leonardo Gonçalves
Fabiano Santana
Francisco Júnior
Susan Rabelo
Heliomar Lyra
Devid Magalhães
Elizabeth Broom
Lídia Mangueira
Susye Saminêz
Tarcísio Rodrigues
VIOLAS
Ana Caroline Uchôa
Fabíola Fontele
Gledson Souza
Josemar Caetano
Laura Stan
VIOLONCELOS
Mariana Aldana
Evangierle Oliveira
Isadora Câmara
Mário Peixoto
Thiago Salvino
CONTRABAIXOS
Victor Mesquita
José Reginaldo
Juliana Valezi
Victor Hugo da Rocha
FLAUTAS
Clara Rodrigues
Evandro Belchior
Érica Rodrigues
OBOÉS
Roberta Belo
Luiz Gomes
CLARINETES
Felipe Freitas
Jônatas Araújo
Wagner Santana
FAGOTE
Isaac Soares
Lamartine Tavares
TROMPAS
Luis Assunção
Denisson Santos
Keyla Santiago
Robson Gomes
TROMPETES
Adjan Paulo
Jeziel Rezende
José Arimatéia
José Marcos
TROMBONES
Eder Filipe
Alex Sandro Araújo
José Ferreira Júnior
Israel Silva
TUBA
José Fontes
TÍMPANOS
James Bertisch
Ismark do Nascimento
PERCUSSÃO
Júlio Fonseca
Sidiclei Santana
HARPA
Mariana Tudor
PIANO/REGENTE DO CORO
Daniel Freire
PREPARADOR VOCAL
CORO SINFÔNICO
Ezequiel Oliveira
SETOR ADMINISTRATIVO
Adriana Aguiar
Rossevanya Andrade
ARQUIVISTA E COPISTA
Éneas Santos
DESIGNER GRÁFICO
Bruno Sobral
MONTADORES
Antônio Marcos
Edcarlos dos Santos
Rodrigo Dias
Orquestra Sinfônica de Sergipe – Temporada 2008
Teatro Tobias Barreto
Festival Tchaikovsky
Guilherme Mannis, regente
Álvaro Siviero, piano
Daniel Guedes, violino
15 de agosto de 2008, sexta-feira, 20h30
Ingressos: R$ 5 (inteira), R$ 2 (meia)
Informações: (79) 3179 1480/96
sinfonica@cultura.se.gov.br
Realização: Secretaria de Estado da Cultura/ Governo de Sergipe
Colaboração: SEC Banda - Aracaju e OSB - Rio de Janeiro








