sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Estréia mundial de obra marca o próximo concerto da ORSSE

Nesta próxima quinta-feira, 24 de setembro de 2009, às 20h30, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência do Maestro Guilherme Mannis, faz um concerto especial. Além da apresentação de peça brasileira do Século XX, o “Concerto para Violino e Orquestra de Cordas” de César Guerra-Peixe, o grupo realizará a estréia mundial do Concerto nº1 para piano e Orquestra, do compositor carioca Edson Zampronha. Completam o programa desafios do repertório para orquestra de cordas, como a “Serenata para Cordas” do compositor inglês Edvard Elgar e o “Adagio”, do compositor americano Samuel Barber. Os solistas serão a pianista Karin Fernandes, de São Paulo, e o violinista Ronedilk Dantas, da Paraíba. Os ingressos, a preços populares, já estão disponíveis no Teatro Tobias Barreto.

A Orquestra Sinfônica de Sergipe segue seu projeto de valorização da música brasileira e da composição contemporânea apresentando o Concerto para Piano e Orquestra do compositor carioca Edson Zampronha, atualmente radicado na Espanha. Nas palavras do próprio compositor: "este Concerto para Piano e Orquestra tem um único movimento elaborado de uma maneira muito original. O piano parece realizar muitas cadências que não se repetem como neste concerto, e quando o ouvinte se dá conta disso passa a entender que estas cadências são elementos temáticos. Esta é uma verdadeira descoberta para o ouvido, uma descoberta que abre as portas da sensibilidade para uma forma musical muito refinada, diferente de qualquer outro concerto tradicional. A orquestra tem um papel fundamental, e apresenta nuances que envolvem e se revelam excentricamente. Os primeiros compassos da orquestra, por exemplo, sugerem uma abertura e a seguir soa muito diferente com um motivo profundo e ao mesmo tempo inusitado. Os materiais musicais mudam de sentido a cada momento, e de maneira dinâmica e ágil revelam novas sensações e emoções a cada instante, e que vão do profundo ao exuberante”. O que o ouvinte precisará neste concerto é ouvir com o sentido da descoberta, como o de uma criança adentrando em um novo mundo.

Já o “Concerto para violino e Orquestra de Cordas” de Guerra-Peixe reflete a alma do brasileiro carioca arrebatado pela cultura popular nordestina. Considerado por Gilberto Freyre como um “sulista nordestinizado”, Guerra-Peixe passou anos na cidade do Recife estudando a fundo o folclore pernambucano, o que foi uma grande mudança de vida para o compositor até então sintonizado com a estética e valores composicionais europeus. Para interpretar o concerto, Ronedilk Dantas configura-se numa das maiores expressões de seu instrumento na região nordeste do país. Foi o spalla da Sinfônica de Sergipe durante a turnê Brasil 2009, com excelente sucesso de crítica.

Os artistas:

Karin Fernandes, nascida em São Paulo, iniciou seus estudos pianísticos aos sete anos de idade. Suas premiações incluem vinte e um primeiros prêmios, com destaque para o “X Prêmio Eldorado de Música”, em 1999. Como pianista solista, Karin já se apresentou em todas as regiões brasileiras, e também em Portugal, Inglaterra, França, Argentina e Paraguai, e com algumas das orquestras mais importantes do país – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica de Campinas, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, Sinfonia Cultura, Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina, Orquestra de Sopros de Caxias do Sul, dentre outras, colaborando com os maestros John Neschling, Lutero Rodrigues, Emmanuele Baldini, Richard Markson, Fernando Berti, Rafael Sans-Espert, dentre outros. Karin gravou concertos ao vivo para a Rádio Cultura FM - Ravel (Concerto em sol maior), Rachmaninoff (Concerto n.2 e Villani Côrtes (Concerto n.3) e tem realizado várias “premières”, especialmente de obras de compositores brasileiros contemporâneos.

Ronedilk Dantas iniciou seus estudos musicais em 1979, na Escola de Música Antenor Navarro, João Pessoa. Em 1980 ingressou no curso de Extensão da Universidade Federal da Paraíba, onde estudou violino, sob a orientação do professor Yerko Tabilo, com quem viria finalizar, em 1994, o Bacharelado em Música. Em 1989, foi vencedor e melhor intérprete de música brasileira no X Concurso de Jovens Instrumentistas de Piracicaba e também obteve o 1.° Lugar no I Concurso Norte-Nordeste da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Em 1990 participou do Curso Internacional de Música de João Pessoa – PB (1990) e em 1993 ingressou no Quinteto da Paraíba. Também gravou os CDs “Armorial & Piazzola”, “Capiba e Gonzagão”, “Um Abraço pra Ti Pequenina”, “Brasileirança” (Kuarup Discos), “Música Armorial” (Nimbus Records/Inglaterra) e “A Pedra do Reino” (independente). Participou como recitalista e professor de violino do Festival de Música de Câmara de Curitiba (2001); dos 26.°, 27.° e 28.° Festival de Inverno de Campos do Jordão e do XIX e XX Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília.

Edson Zampronha (Rio de Janeiro, 1963) é professor convidado no Departamento de História e Ciências da Música da Universidade de Valladolid, Espanha. Foi Professor de Composição Musical na UNESP, Brasil, por 16 anos. Recebeu dois prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Brasil. Tem recebido encomendas de obras de grupos e instituições como do Museum für Angewandte Kunst (Köln, Alemanha) para a Copa do Mundo de Futebol 2006; da estilista María Lafuente para seu desfile na Passarela Cibeles 2006 (Madri, Espanha) e da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo para o 100º Aniversário da Pinacoteca do Estado de São Paulo (2005).

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE

TEMPORADA 2009 - TEATRO TOBIAS BARRETO

Guilherme Mannis, regente

Karin Fernandes, piano

Ronedilk Dantas, violino

24 de setembro de 2009, quinta-feira, 20h30


Programa:

Samuel BARBER (1910-1981)

Adágio para Cordas

Edson ZAMPRONHA (1963- )

Concerto n°1 para Piano e Orquestra

Movimento único: “Profondo, molto espressivo e deciso”

César GUERRA-PEIXE (1914-1993)

Concertino para Violino e Orquestra de Câmara

I. Allegro Comodo

II. Andantino

III. Allegro um poco vivo

Edward ELGAR (1857-1934)

Serenata para Orquestra de Cordas

I. Allegro Piacevolle

II. Larghetto

III. Allegretto


Contatos úteis:

Bilheteria: 79 3179 1496

Administração da ORSSE: 79 3179 1480

Cortesias: 79 3179 1491

ASCOM/Secult: 79 3179 1931

Ingressos: R$ 10,00 (inteira), 5,00 (meia)

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

ORSSE grava CD profissional em Homenagem ao Cinquentenário de Villa-Lobos

Temporada 2009
Guilherme Mannis
Diretor Artístico e Regente Titular
Série de Concertos - Setembro



A Orquestra Sinfônica de Sergipe, órgão da Secretaria de Estado da Cultura, realizará sob a regência do maestro Guilherme Mannis sua primeira gravação profissional. Em um CD inteiramente dedicado à música do maior compositor brasileiro de todos os tempos, Heitor Villa-Lobos (1887-1959), o grupo executará as Bachianas Brasileiras nº3 com solos do pianista sergipano Daniel Freire, além das Suítes n.1 e n.2 para Orquestra de Câmara, das quais a suíte n.1 ainda não possui registro fonográfico. O público poderá conferir a performance da ORSSE em concerto especialmente preparado durante as sessões de gravação a ser apresentado no próximo dia 10 de setembro, quinta-feira, no Teatro Tobias Barreto, às 20h30min. O CD “Cinquentenário Villa-Lobos”, em homenagem aos 50 anos de morte do compositor, tem a gravação patrocinada pelo Instituto Banese. É mais uma prova do apoio constante do Governo do Estado de Sergipe, garantindo que a música orquestral conquiste projetos que proporcionem a inserção cultural da música clássica junto a outras ricas manifestações artísticas de nosso estado, de maneira séria e acessível a todos.



O responsável pela gravação, o técnico paulistano Clement Zular, já assinou mais de uma centena de trabalhos de engenharia de gravação, entre os quais se destacam os CDs de Emmanuele Baldini, Metais da Filarmônica de Nova York, Russian Virtuosi of Europe, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, B.B. King, entre outros; mixou ainda as trilhas de filmes como Bicho de Sete Cabeças, O Xangô de Baker Street e Desmundo, entre outros. Foi ainda o projetista do Complexo de Gravação da Sala São Paulo, junto a OSESP, e é o atual projetista do complexo acústico do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Sobre as obras selecionadas para gravação, as suítes de câmara de Villa-Lobos (Paris, 1959) careciam de um cuidadoso registro. Pouquíssimas são as suas execuções pelo Brasil, apesar da qualidade das composições. Concebidas nos últimos anos de vida do compositor, as suítes demonstram a grande capacidade de orquestração de Villa-Lobos, combinando instrumentos de maneira a criar timbres surpreendentes durante as execuções orquestrais. Constituem-se em dois diamantes musicais, testemunhas vivas da habilidade em tratar os timbres, a marca sonora de uma imaginação fértil, sem fronteiras. As Bachianas Brasileiras nº3 (1938), por outro lado, consistem numa das obras mais difundidas de Villa-Lobos, apesar do ainda pequeno número de registros e do pouco conhecimento entre a comunidade musical. Um concerto para piano e orquestra em forma de fantasia: assim pode ser definida a composição, que terá nos solos a interpretação do pianista sergipano Daniel Freire.


O solista: pianista da Orquestra Sinfônica de Sergipe, Daniel Freire é graduado em piano pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde também cursou composição e regência. Apresentou-se como recitalista em diversas cidades brasileiras e nos Estados Unidos, onde ministrou aulas de piano e música brasileira no Summer Camp da Universidade de Rhode Island (2001). Lá, também realizou concerto na noite de Jazz no recital Hall da mesma universidade. Apresentou-se também nas cidades de New York, New Jersey e Connecticut. Como solista Junto a Orquestra Sinfônica de Sergipe, executou o Concerto de Grieg (2004); Rapsódia Sobre Meu Papagaio, de sua autoria (2004-2005 e 2006); Fantasia Coral de Beethoven (2007); Concerto n° 23 de Mozart (2008). Em 2005 foi convidado a formar o Coro Sinfônico da ORSSE, onde desde então é o seu regente.


O maestro: Guilherme Mannis. Bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Mannis é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde 2006. Esteve à frente de importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra de Câmara do Amazonas, Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Santo André e Petrobras Sinfônica. No México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula.

FICHA TÉCNICA
Orquestra Sinfônica de Sergipe, Temporada 2009
Guilherme Mannis, regente
Daniel Freire, piano
Clement Zular e Eduardo Garcia, técnicos de gravação
10 de setembro de 2009, quinta-feira, 20h30
Heitor VILLA-LOBOS
Suíte para orquestra de Câmara n.1
Suíte para orquestra de Câmara n.2
Bachianas n.3

Fotos: ASN Foto Clement Zular: acervo pessoal

O Quê: Orquestra Sinfônica de Sergipe
Onde: Teatro Tobias Barreto Quando:10 de setembro de 2009, quinta-feira, 20h30


Os Ingressos na Bilheteria do Teatro R$ 10 e R$ 5
Cortesias pelos telefones:
55 79 3179 1491/1480
http://www.orquestrasinfonica.se.gov.br/



Todos os direitos reservados
Orquestra Sinfônica de Sergipe - Av. Tancredo Neves, 2209

sexta-feira, 4 de setembro de 2009


AULAS DE VIOLINO E VIOLA
MÉTODO SUZUKI E TRADICIONAL
Crianças a partir de 04 anos de idade
Prof. Márcio Rodrigues
Spalla da Orquestra Sinfônica de Sergipe
Turmas iniciante e intermediária
Preços a combinar
Contatos: 79 91292641

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Quinteto de Cordas da ORSSE na Semana Nacional do Braille

Em comemoração ao bicentenário de Louis Braille, a Secretaria de Estado da Cultura, atraves da Biblioteca Pública Epifânio Dória e seus parceiros no período de 24 a 29 de agosto realizarão uma semana com palestras, oficinas, mini-cursos e sessão de cinema.

PROGRAMAÇÃO
De 24 a 28 – Exposição com equipamentos especiais para cegos. (A partir das 08 h.)

Segunda (24/08/09)
15h00 – Abertura com Quinteto de Cordas da ORSSE

Marcio Rodrigues, violino
Heliomar Lyra, violinoII
Rafael Marques, viola
Andressa Lima, violoncelo
Victor Mesquita, contrabaixo

Terça (25/08/09)
14h00 – Oficina de Braille e Oficina ILUMINARTE
Quarta (26/08/09)
14h00 – Oficina do Livro Acessível e Oficina ILUMINARTE
Quinta (27/08/09)
14h00 – Oficina de Mobilidade e Oficina ILUMINARTE.
Sexta (28/08/09)
14h00 – 1ª Sessão de Cinema para Cegos de Sergipe
Filme: Ensaio sobre a Cegueira.
Oficina ILUMINARTE
Sábado (29/08/09)
8h00 – Manhã de lazer com jogos.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Orquestra de Câmara do Amazonas recebe o Maestro Guilherme Mannis



Foto: Edneide Félix
Já está na cidade de Manaus para o concerto do próximo dia 25 de agosto a frente da Orquestra de Câmara do Amazonas, executando um repertório tradicional da música camerística, o Maestro Guilherme Mannis, um regente em plena ascensão no cenário nacional das artes.
O maestro é diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, paulista de natureza e sergipano de coração, aportou em Aracaju há exatamente três anos. Com sua desenvoltura e arrojo concebeu e executou importantes projetos de música para o estado e que em pouco tempo tornaram-se referência para outras manifestações orquestrais no Brasil. A valorização do material humano e o compromisso com o público através do apoio fundamental do Governo de Sergipe e a aceitação maciça do povo sergipano perante as apresentações da orquestra são as características externas do seu trabalho e sobre essas colaboram a persistência e a ousadia.

A Orquestra de Câmara do Amazonas:
Regente Titular: Marcelo de Jesus
Foi criada em 15 de Julho de 2002. Tem como objetivo pesquisar e difundir a musica de câmara, contribuindo para o desenvolvimento da cultura musical do Estado.

O repertório:
Claudio Santoro
Ponteio
A. Dvorak
Serenata para Cordas em Mi Maior, opus 22
D. Shostakovich
Quarteto de Cordas No. 8 in C minor, Op. 110 / (Chamber Symphony, arr. Rudolf Barschai)
Ficha Técnica:
Local: Teatro Amazonas
Data: 25 de agosto de 2009, terça-feira
Horário: 20h

quarta-feira, 8 de julho de 2009

ORSSE estréia sinfonia de Brahms em Sergipe; solista mineiro é destaque

No próximo dia 09 de julho de 2009, a Orquestra Sinfônica de Sergipe executará um repertório desafiador. O grupo realizará sua estréia na densa execução de sinfonias do compositor romântico alemão Johannes Brahms (1833-1897), um grande mestre da arte sinfônica, iniciando o ciclo pela Sinfonia n°2, em ré maior. Além disso, o grupo terá a visita do flautista mineiro Maurício Freire, que executará o romântico Concerto para Flauta e Orquestra de Carl Reinecke (1824-1910), Completa o programa a Abertura La Gazza Ladra, de Gioacchino Rossini (1792-1868). Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Teatro Tobias Barreto, a valores populares.

O solista: Maurício Freire, flauta Professor de flauta da Universidade Federal de Minas Gerais, onde exerceu o cargo de diretor da Escola de Música e diretor de Relações Internacionais. Graduado pela mesma instituição em 1987, é o único flautista a receber o título de doutorado no mundialmente reconhecido New England Conservatory, EUA, em 23 anos de existência do programa. Nas sete últimas temporadas tem atuado com 1º. Flautista Solista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e mantém uma ativa carreira como solista e camerista. Já se apresentou nas principais salas do país além dos EUA, Europa e América do Sul. Em Boston atuou regularmente com o renomado grupo de música contemporânea “Boston MusicaViva”, com o qual, em maio de 2002, foi solista na primeira audição mundial da ópera "The Mockingbird", de Thea Musgrave. Ainda em Boston apresentou-se como solista com a “Boston Chamber Music Society”, o "New England Conservatory Bach Ensemble" e “Contemporary Ensemble". Em 2005, ao lado do pianista Nelson Freire, apresentou-se no festival Piano aux Jacobins em Toulouse, França. Figuram entre seus professores James Galway, Paula Robison, Fenwick Smith, Expedito Vianna e Artur Andrés.

O maestro: Guilherme Mannis, regente Natural da cidade de São Paulo, Guilherme Mannis é bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, foi ainda regente assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e esteve já à frente de importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina, Orquestra Sinfônica da Unicamp e Petrobras Sinfônica; no México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. É também formado em piano pela Universidade Livre de Música, na classe de Marina Brandão. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula. FICHA TÉCNICA Orquestra Sinfônica de Sergipe – Temporada 2009Teatro Tobias BarretoGuilherme Mannis, regenteMaurício Freire, flauta09 de julho de 2009, quinta-feira, 20h30Ingressos: R$10,00 (inteira), R$5,00 (meia)Informações: (79) 3179-1480/91/93sinfonica@cultura.se.gov.br

PROCESSO SELETIVO PARA NOVOS INSTRUMENTISTAS





A Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção artística de Guilherme Mannis, vem a público informar que estão abertas as inscrições para processo seletivo para o preenchimento das seguintes vagas:
1 Violino spalla, nível superior
1 Flauta, nível superior, solista
1 Violino, nível médio, tutti
2 Violas, nível superior, co-solista e tutti
1 Contrabaixo nível superior, tutti
As provas acontecerão na cidade de Aracaju, na sede da Orquestra Sinfônica, localizada no Teatro Tobias Barreto (Av. Tancredo Neves 2209, DIA, Aracaju/SE), no dia 24 de julho de 2009, a partir das 9h, e na cidade de São Paulo, no dia 26 de julho de 2009, em local e horários a serem definidos. Os interessados deverão contatar a Orquestra Sinfônica de Sergipe através do seguinte endereço, para inscrições e maiores informações: http://www.orquestrasinfonica.se.gov.br/ .
O contato poderá ser realizado ainda pelos telefones (79) 3179-1480, 3179-1491 e 8821-9488.
Os salários são de R$ 3.872,73 (spalla), R$2.163,20 (nível superior) e R$1.198,00 (nível médio), com adicional de R$700,00 para a chefia de naipe (Flauta solista). A nomeação para cargo público do Estado de Sergipe pressupõe ainda os benefícios de férias remuneradas e 13° salário.
Aracaju, 25 de junho de 2009
Guilherme Mannis
Diretor Artístico da ORSSE
Antônio José de Souza Neto
Diretor Administrativo da ORSSE
Repertório dos testes
Violino (spalla)
Concerto romântico livre-escolha, 1ºmovimento com cadência Concerto de Mozart, a escolher, 1º movimento, com cadência.Obra livre-escolha. Solo orquestral livre-escolha entre Scheherazade, de Rimsky-Korsakov, Brahms, Sinfonia n. 1, 2° movimento ou “Uma vida de herói”, de Richard Strauss.Leitura à primeira vista.
Violino (nível médio)
Concerto de Mozart, a escolher, 1º movimento, com cadência. Obra livre-escolha. Excerto orquestral (Mendelssohn, Sinfonia nº4, primeiro movimento). Leitura à primeira vista.
Violas (nível superior)
Concerto livre-escolha, 1° movimento com cadência.Obra livre-escolha. Excerto orquestral (Grieg, Suíte Peer Gynt n°1, 1° movimento). Leitura à primeira vista.
Contrabaixo (nível superior) 1° movimento de concerto, a escolher entre Koussevitsky ou Dragonetti. Obra livre-escolha. Excerto orquestral (Beethoven, Sinfonia n°9, 4° movimento, Mozart, Sinfonia nº40). Leitura à primeira vista.
Flauta (nível superior)
Concerto de Mozart, 1° movimento com cadência, e 2° movimento. Obra livre-escolha. Excerto orquestral (Villa-Lobos, Suíte Orquestral n°1, 5° Movimento – envio digitalizado (scanner) à disposição; Mendelssohn, Sinfonia n°4, 1° movimento). Leituras à primeira vista.
AUDIÇÕES PARA MÚSICOS CONVIDADOS
A Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção artística de Guilherme Mannis, vem a público informar que estão abertas as audições para a escolha de músicos que, conforme a necessidade da orquestra, sejam necessários para a realização de repertórios cuja orquestração vá além do atual quadro de músicos da ORSSE. Serão realizadas audições, apenas na cidade de Aracaju, durante o mês de julho, para os seguintes instrumentos:
1) Violino
2) Viola
3) Violoncelo
4) Contrabaixo
5) Percussão erudita – caixa, bumbo, pratos a 2
6) Clarinete baixo
7) Requinta
8) Trompa
9) Trompete
O repertório a ser apresentado é uma peça de livre escolha que demonstre a proficiência em ritmo, afinação e musicalidade do candidato, além de leitura à primeira vista a ser designada pela banca examinadora. Os interessados deverão contactar a Orquestra Sinfônica de Sergipe através do seguinte endereço, para inscrições e maiores informações: http://www.orquestrasinfonica.se.gov.br/
O contato poderá ser realizado ainda pelos telefones (79) 3179-1480, 3179-1491 e 8821-9488.
Aracaju, 08 de julho de 2009.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

E assim aconteceu...


A noite da última quinta-feira, 18, já entrou para a história de Sergipe. Como parte da programação do ‘Ano da França no Brasil’, o estado foi o único da região Nordeste a receber a emocionante apresentação do pianista e maestro francês Michel Legrand em sua curta temporada pelo país. Um dos maiores compositores do mundo, Legrand se apresentou com a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) no Teatro Tobias Barreto, em Aracaju.O público que lotou o espaço pôde conferir de perto todo o brilhantismo que fez de Legrand o vencedor de três estatuetas do Oscar e do Grammy. Entre as autoridades presentes estava o governador Marcelo Déda, que destacou a importância da apresentação para Sergipe. "Por si só, a presença de Legrand em Aracaju já seria motivo de grande alegria para aqueles que admiram a sua música. Mas quando isso acontece no contexto das comemorações do 'Ano da França no Brasil' adquire um significado especial, pois revela a grande afinidade da cultura brasileira com a francesa e o débito que nós temos pela influência francesa na formação da nossa cultura", avaliou.Ainda segundo o governador, o que mais chamou a atenção de quem compareceu ao teatro foi a qualidade do desempenho da ORSSE. "Hoje nós temos, sem dúvida alguma e sem bairrismo, uma das melhores orquestras sinfônicas do Brasil. Se você considerar que o repertório apresentado esta noite não faz parte do repertório tradicional da nossa orquestra e que as peças executadas foram ensaiadas com a presença do maestro Legrand nos últimos dias, você vê a qualidade técnica da ORSSE, a extrema competência da sua direção artística e a extraordinária performance do maestro", afirmou.Déda disse também que a apresentação serviu para reafirmar o talento sergipano, por meio do trabalho que tem sido desenvolvido pela orquestra. "Cada vez mais é nosso dever colocar a nossa orquestra no circuito nacional, porque ela tem o que mostrar. E o que ela mostra é um dos lados mais positivos da vida cultural sergipana", completou o governador.

Ora ao piano, ora à frente da ORSSE, o francês ofereceu um panorama de sua criação musical, que vai do jazz até a música clássica, com grande destaque para as composições de trilhas sonoras para cinema e musicais. A apresentação teve a participação especial de sua esposa, a harpista Catherine Michel, e da cantora convidada, a brasileira Patty Ascher. Legrand compartilhou a regência com o diretor artístico e regente titular da orquestra, Guilherme Mannis.O concerto foi realizado pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC), em parceria com a agência ‘A eventos culturais’ e patrocínio do BaneseCard e do Instituto Banese, que está patrocinando toda a temporada regular de concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe este ano.Para a secretária de Estado da Cultura, Eloísa Galdino, a apresentação da ORSSE consolida o investimento que tem sido feito pelo Governo na orquestra, sobretudo depois da bem-sucedida turnê nacional. "São nomes reconhecidos internacionalmente e que vêm interagir com a nossa orquestra, o que mostra mais uma vez a qualidade do trabalho e da música produzida pela ORSSE", pontuou."Estou muito feliz em vir ao Brasil e é um grande prazer tocar com músicos tão jovens", comentou Michel Legrand, logo no início do concerto. Nas mais de duas horas que se sucederam, ele desenvolveu um repertório com canções como 'How do you keep the music playing?', em dueto com Patty Ascher, e também clássicos do cinema mundial, como 'Summer knows'. "A apresentação foi intensa e apaixonante", apontou o francês, no final da memorável apresentação.JuventudeA pouca idade dos músicos da ORSSE chamou a atenção de Catherine Michel, considerada uma das melhores harpistas do mundo. "Estamos maravilhados e muito felizes, porque acho que esta é uma das primeiras vezes em que trabalhamos com uma orquestra tão jovem. O que eu amei foi ver o entusiasmo deles e a vontade de aprender e fazer o melhor, e você não imagina o quão maravilhoso é trabalhar com pessoas assim", destacou.O comentário vem de uma profissional que, aos 15 anos, ganhou o primeiro prêmio no Conservatório de Paris e o prestigioso prêmio internacional de Festival de Harpas. "Eu sempre achei que as orquestras jovens são, geralmente, muito melhores do que as outras. Eu sei o que estou dizendo porque trabalhei 40 anos nas duas melhores orquestras de Paris, a Orquestra Nacional da Rádio Francesa, e a da Ópera de Paris, onde passei 25 anos", concluiu Catherine, que atualmente lidera o Departamento de Harpa da Universidade de Zurique, na Suíça, e ministra masterclasses por todo o mundo.A cantora Patty Ascher também se disse muito feliz em ver a garra dos músicos da ORSSE. "Sentimos um frescor nessa orquestra que nem sempre sentimos nas demais. São componentes jovens e muito motivados, então, apesar da carreira curta que eles têm, percebemos uma enorme vontade de fazer música e aprender, e isso compensa toda a experiência que eles ainda não acumularam. Como brasileira, fico muito contente em ver que uma sinfônica do nosso país tem nível para acompanhar um dos maiores maestros do mundo", afirmou.O empenho dos jovens integrantes da ORSSE agradou o regente-titular Guilherme Mannis, que ressaltou o trabalho do Governo do Estado no sentido de estruturar o grupo sinfônico. "A apresentação foi brilhante. Esta orquestra me surpreende a cada dia. São jovens que têm um alto grau de profissionalismo, algo que é muito bonito na nossa ORSSE e que queremos engrandecer cada vez mais. Com esses músicos e convidados que estamos trazendo, é evidente a melhora no desempenho deles a cada concerto",contou.

Ingressos gratuitos, casa lotada. Os sergipanos não deixaram passar a oportunidade de assistir a apresentação de um dos maiores artistas franceses ao lado da sua Orquestra Sinfônica e seu regente titular Guilherme Mannis. Foi o caso da artista plástica Hortência Barreto, que se declarou fã incondicional de Legrand. "Adoro trilha sonora de cinema e tenho vários discos dele. Eu jamais pensei que poderia ouvi-lo pessoalmente. Ele é um gênio, as músicas dele são sublimes. A orquestra acompanhou muito bem e foi tudo lindo", disse.O empresário e defensor das manifestações culturais Marcelo Figueiredo afirmou a importância de o Governo do Estado continuar investindo na orquestra. "Esta apresentação representou um salto para a ORSSE, porque alguém vir da França, que é o berço cultural do mundo, para reger a nossa sinfônica, é sinal de que a orquestra, diante de todos os trabalhos que têm sido feitos, alcançou o lugar que deveria estar", considerou.Já o professor Edmilson Prata ressaltou que a ORSSE agora está no seu devido lugar. "Nós não deixamos a desejar a nenhuma orquestra brasileira. Hoje foi uma ocasião memorável. Legrand é um artista de mão cheia, que simboliza o poder da música. E o apoio do Governo é fundamental para resgatar o valor da música clássica em nossa sociedade, que tem um público cativo", comentou.Vocalista da banda sergipana Alapada, Naná Escalabre apontou a apresentação como magnífica. "É bom ver como a orquestra sinfônica está muito bem estruturada, tocando com uma atração internacional. A ORSSE está em sua melhor fase e para mim, enquanto músico e cidadão sergipano, me enche de orgulho ver esse concerto magnífico e só nos resta parabenizar a orquestra", finalizou.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

MICHEL LEGRAND FAZ SHOW INÉDITO COM A ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE


O maestro e pianista, um dos mais importantes compositores do mundo, faz apresentação dia 18 de junho, no Teatro Tobias Barreto, com participação especial da sua mulher, a harpista Catherine Michel, e da cantora Patty Ascher, sua convidada especial; o convite foi realizado pelo maestro Guilherme Mannis, que também será o regente do espetáculo.


O pianista, arranjador, compositor e maestro francês Michel Legrand, grande nome no mundo do jazz e um dos mais requisitados compositores de trilhas para cinema, apresenta-se acompanhado da esposa – a renomada harpista Catherine Michel – e da cantora brasileira Patty Ascher, convidada especial. No repertório, jazz e canções conhecidas do cinema como Summer Knows, Yentl, Le Moulin de mon coeur, What are you doing for the rest of your life? e How do you keep the music playing – essa última em dueto com Patty Ascher. A regência será compartilhada entre Legrand e o diretor artístico da ORSSE, Guilherme Mannis. Legrand compôs mais de cem trilhas para filmes ao longo da carreira. Recebeu três estatuetas do Oscar pelas canções dos filmes Crown, o Magnífico (1968), Houve uma vez um verão (1971) e Yentl (1984). Seu mais recente trabalho é composto de óperas. Feito no ano passado, o álbum Inside, é dedicado à produção operística sua e à do alemão Kurt Weill, parceiro de Brecht. Um dos destaques é uma versão própria para a Ópera dos três vinténs, da dupla Brecht-Weill. E há brasileiros nos planos do maestro: ele pretende gravar um disco em homenagem a Tom Jobim. A realização do evento é da Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Agência A eventos culturais, e o patrocínio está a cargo do Instituto Banese e Banesecard.







Perfis:

MICHEL LEGRAND


Michel Legrand, pianista, arranjador e compositor francês, nasceu em Paris, em 1932, e é considerado um dos maiores compositores do mundo, com seu estilo sofisticado e marcante, e suas canções imortais. Construiu uma carreira de sucesso criando trilhas sonoras inovadoras para o cinema e compondo para musicais. É vencedor de prêmios do Oscar e do Grammy. Fez história também no mundo do jazz e na música clássica, como maestro de orquestras nos Estados Unidos e no Canadá. Um dos compositores mais cobiçados do cinema, Legrand já trabalhou com Jean-Luc Godard, Richard Brooks, Claude Lelouch, Clint Eastwood e Robert Altman, entre outros diretores. Fez música para mais de cem filmes. São dele as trilhas de Une femme est une femme (1960), Lola (Itália / França, 1961), Os guarda-chuvas do amor (França, 1964), Duas garotas românticas (França, 1967), Les misérables (França, 1995) e Prêt-à-porter (EUA, 2004). Nos palcos, um dos trabalhos mais recentes de Legrand são composições para o musical Marguerite, que estreou em Londres em 2008. Desde 1958, Michel Legrand liderou bandas com nomes importantíssimos do jazz: Miles Davis, John Coltrane, Bill Evans e Herbie Mann. Em sua incursão pelo jazz, compôs para álbuns de Stan Getz, Sarah Vaughan e Phil Woods. Vários músicos do gênero regravaram canções do maestro como What are you doing the rest of your life, Watch what happens e The Summer knows. Ele registrou mais de cem álbuns musicais internacionais e trabalhou com Ray Charles, Perry Como, Neil Diamond, Ella Fitzgerald, Aretha Franklin, Frank Sinatra, Barbra Streisand, Diana Ross, Tony Benett, Lena Horne, James Ingram, Jack Jones, Kiri Te Kanawa, Frankie Laine, Tereza Kesovija, Johnny Mathis, Jessye Norman, Shirley Bassey e Regine Velasquez. Tornou-se maestro de orquestras em St. Petersburg, Vancouver, Montreal, Atlanta e Denver. E gravou no piano peças de compositores clássicos como Erik Satie e George Gershwin.



CATHERINE MICHELCatherine Michel, esposa de Michel Legrand, é considerada uma das mais importantes harpistas do mundo. Começou seus estudos de piano e harpa ainda criança, com a mãe, no Conservatoire d'Amiens, cidade francesa onde nasceu. Depois seguiu para o Conservatório de Paris, onde estudou com Pierre Jamet, um dos mais extraordinários professores de harpa do século 20. Em 1978, Catherine já era indicada como solista da Orquestra Nacional da Ópera de Paris. Além de ensinar harpa na França, deu aula em importantes escolas de música da Alemanha e da Inglaterra. Hoje, lidera o Departamento de Harpa da Universidade de Zurich, na Suíça, e ministra Masterclasses por todo o mundo.



PATTY ASCHER

Ela nasceu em uma família de músicos: o pai integrou o conjunto Os Incríveis, na Jovem Guarda, e o tio é destacado maestro de artistas populares. Formada em Letras pela Universidade de São Paulo e com cursos de especialização na Espanha e em Nova York, a professora de literatura Patty Ascher, teve um encontro que mudaria sua vida em 2006: após trocar emails com Roberto Menescal, nasceu o primeiro projeto em parceria, o Bacharach Bossa Club – álbum com grandes sucessos de Burt Bacharach em ritmo de Bossa Nova. Produção e arranjos foram assinados por Roberto Menescal e ali começava uma trajetória importante: o cd foi o mais vendido do Portal UOL naquele ano, Patty realizou 42 shows em apenas 14 meses de trabalho e foi convidada para apresentar e cantar no programa Bossa Ao Vivo, da Rádio Alpha FM – líder de audiência em São Paulo. O acento soul de sua voz, a personalidade única e a maturidade interpretativa garantiram outras parcerias neste curto espaço de tempo: Patty realizou shows com Miele, Claudette Soares, Carlos Lyra, Joyce e Os Cariocas, entre outros grandes nomes da MPB. Aracaju, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre foram algumas das cidades visitadas. Os shows foram grandes sucessos e conquistaram pelo Brasil fãs ardorosos e críticas positivas nos principais jornais do país. Graças a qualidade de seu trabalho e sua presença marcante em cena, Patty Ascher ganhou espaço em importantes programas de televisão rádio: Hebe, Ronnie Von, Jô Soares e Amaury Jr. foram algumas das personalidades que deram espaço para a divulgação do cd Bacharach Bossa Club.




18 de junho, 21h: Aracaju – Concerto com a Sinfônica de Sergipe

Local: Teatro Tobias Barreto Av. Tancredo Neves, s/n, Aracaju

Tel. (79) 3179-1496

Ingressos gratuitos – retirar com antecedência na bilheteria do teatro

sábado, 6 de junho de 2009

ORSSE executa versão inédita da Missa de Santa Cecília no dia de Corpus Christi

ORQUESTRA SINFONICA DE SERGIPE - SALA SÃO PAULO - 17/05/2009

No próximo dia 11 de junho de 2009 a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção do maestro Guilherme Mannis, e o Coro Sinfônico da Orquestra, realizarão um momento especial no Teatro Tobias Barreto. O grupo contará com a presença de quatro solistas importantes do cenário operístico nacional para uma execução inédita, em Sergipe, da Missa de Santa Cecília (1826), composta pelo padre carioca José Maurício Nunes Garcia (1767-1830). Completam o programa, no âmbito da valorização do artista sergipano, as Bachianas Brasileiras nº3, com solos do pianista aracajuano Daniel Freire. Os ingressos, a preços populares, já estão à venda na bilheteria do Teatro Tobias Barreto.

O resgate e valorização da música brasileira de concerto é um grande objetivo da Orquestra Sinfônica de Sergipe. Neste concerto, inteiramente dedicado à música brasileira, o grupo trará à tona a obra do José Maurício Nunes Garcia, compositor carioca nascido em 1767. Em 1808, após a chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro, o panorama artístico da cidade se transforma,. e Nunes Garcia cai nas graças do Príncipe-Regente D. João VI, grande admirador de música, que o nomeia mestre da Capela Real, recém-criada nos moldes da que existia na corte lisboeta e formada por músicos locais e europeus. Em 1809, D. João VI condecora-o com o Hábito da Ordem de Cristo, sinal da grande estima que tinha pelo músico. Não escapou porém do preconceito de alguns membros da corte, que se referiam à sua cor de pele como um "defeito visível". O empobrecimento da vida cultural após o retorno de D. João VI a Portugal e a crise financeira depois da Independência do Brasil (1822) causaram uma diminuição da atividade de Nunes Garcia, agravada pelas más condições de saúde do compositor. Em 1826 compôs sua última obra, a Missa de Santa Cecília, para a irmandade de mesmo nome. Morreu em 18 de abril de 1830. Para a execução da missa foram convidados quatro grandes cantores do cenário operístico nacional: Gabriella Pace, soprano, Elaine Martorano, contralto, André Vidal, tenor e Sebastião Teixeira, baixo/barítono, que engrandecerão a produção do Coro Sinfônico da ORSSE, cujo regente é Daniel Freire.

O mesmo Freire, por sua vez, será o solista, ao piano, da outra peça brasileira a ser apresentada, as Bachianas Brasileiras nº3, do majestoso Heitor Villa-Lobos. 2009 é o ano em que o Brasil e o mundo relembram os 50 anos de falecimento do compositor, e o concerto do dia 11 será mais uma homenagem àquele que foi talvez o maior compositor brasileiro de todos os tempos e é o maior embaixador da música clássica de nosso país. O sergipano Daniel Freire, por sua vez, é pianista formado pela UFBA e regente do Coro da ORSSE desde 2006.

Os artistas:

Guilherme Mannis, regente

Guilherme Mannis (São Paulo) é um músico e maestro brasileiro. É bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). É Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde 2006. Esteve já à frente de importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Sinfônica de Santo André, Sinfônica da Universidade de Londrina, Orquestra Sinfônica da Unicamp e Petrobras Sinfônica; no México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula.

Gabriella Pace, soprano

Iniciou seus estudos musicais e de canto com o pai, o tenor e violista Héctor Pace. Como bolsista da Vitae, estudou com Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro, na Itália. Atualmente estuda com Ricardo Ballestero. Foi Micaela em Carmen, Susanna em Le Nozze di Figaro, Ceci em O Guarany e Pamina em A Flauta Mágica, entre outras personagens. Recebeu o Prêmio Carlos Gomes de Música Erudita.

No IX Festival Amazonas, participou da primeira montagem brasileira do Anel do Nibelungo de Wagner, sob regência de Luiz Fernando Malheiro. Em 2006 foi Desdemona, em Otello de Rossini, no X Festival Amazonas de Ópera e Giulietta, em I Capuleti e i Montecchi de Bellini, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2007 apresentou-se em concertos sinfônicos no Theatro Municipal de São Paulo, foi Susanna em As Bodas de Fígaro no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, gravou o Requiem Hebraico e a Nona Sinfonia de Beethoven com a OSESP, foi Norina em Don Pasquale, no Teatro Colón, Bogotá.

Em 2008 apresentou-se em Bogotá, cantando A Criação, de Haydn. No XII Festival Amazonas de Ópera integrou os elencos de Ça Ira (Waters), Ariadne auf Naxos (Strauss) e Turandot (Puccini). Em agosto participou da montagem de Ariadne Auf Naxos, no Theatro Municipal de São Paulo, com direção cênica de André Heller. Em setembro, foi Musetta em La Bohème, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a regência dos maestros Roberto Minczuk e Silvio Viegas e direção cênica de Pier Francesco Maestrini. Em dezembro, foi solista do Lobgesang de Mendelssohn, no Theatro Municipal de São Paulo, sob a regência de Rodrigo de Carvalho.
Neste ano de 2009 Gabriella já tem em sua agenda apresentações em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Elaine Martorano, mezzo-soprano

Elaine é apontada pelos críticos como uma das mais belas vozes do cenário operístico amazonense; destacando-se por sua excelente qualidade vocal aliada à desenvoltura cênica. Iniciou seus estudos musicais em 2001, com as professoras Adorice Pires e Mariana Mihai. Estudou técnica vocal com a maestrina e professora Natália Sakouro (Rússia), e com o tenor Henrique Bravo (Chile); expressão corporal com os professores Dhian Frantesco e Roberta Maratori.

No ano de 2004 ingressou no Coral do Amazonas e no mesmo ano alcançou grande destaque como solista no concerto de música sacra barroca, cantando Glória (Vivaldi) e Magnificat (J.S. Bach), entrando definitivamente para a cena lírica do Amazonas.
Fez curso de aperfeiçoamento vocal com a renomada professora Neyde Thomas, bem como participou de masterclasses com Eliane Coelho e Henrique Serra. Participou também do Canto Lírico x Belting, ministrado pelo maestro e professor Marconi Araújo e pela Ph.D. em fonoaudiologia Dra. Sílvia Pinho.

Em 2008, transferiu-se para São Paulo, para aperfeiçoar-se em canto, estudando com a professora Lenice Priole e atualmente com o maestro, diretor musical e vocal coach performance Marconi Araújo.

André Vidal, tenor

Mestre pela Royal Academy of Music de Londres, especializou-se em Música de Câmara e Música Antiga com Glenville Hargreaves, Jonathan Papp e Ian Partridge.
Ainda em Londres atuou como solista em oratórios, destacando: Paixão Segundo São João e Oratório de Natal de Bach, O Messias de Handel, Pequena Missa Solene de Rossini e Requiem de Mozart. Integrou o elenco da London Royal Schools Opera e seu repertório abrange papéis de Mozart, Handel, Rossini, Donizetti, Bellini e outros. Foi premiado no II Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão em 2001, e no Helen Eames Prize para intérpretes de música barroca em 1998 em Londres.
Leciona Canto Erudito na Escola de Música de Brasília e coordena o grupo PerSonare. Em 2005 fez sua estréia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro (“A Criação”, Haydn) e no Teatro Amazonas (Missa em Si Menor, Bach). Em 2006 interpretou Don Otavio em Don Giovanni de Mozart em Brasília. Em 2007 estreou com a Petrobras Sinfônica (O Messias) e no Theatro Municipal de São Paulo (Italiana em Algeria, Lindoro) sob regência de Jamil Maluf.
Dedica-se também à composição, tendo suas peças apresentadas no Brasil e no exterior, e publicadas nos EUA pela Cantus Quercus Pres.

Sebastião Teixeira, barítono

Foi duas vezes premiado pela APCA como melhor cantor erudito e constam em seu repertório mais de trinta óperas.
Interpretou os papéis principais em Il Barbiere di Siviglia, La Boheme, Carmen, La Forza del Destino, Don Pasquale, Madame Butterfly, Cavalleria Rusticana, I Pagliacci, Il Cappello di Paglia di Firenze, Pedro Malazarte, Dido and Eneas, Tenente Kijé, Pelleas et Mélisande, Candide, Les Pêcheurs de Perles, L'Italiana in Algeri, Il Trovatore, Jenufa e Salvator Rosa entre outras.
Grande intérprete de Carlos Gomes, gravou “Colombo” para a TV Cultura de São Paulo. Cantou ao lado de artistas como Elena Obraztsova, Leona Mitchell, Lando Bartolini e Arthur Thompson e sob a batuta de Eugene Kohn, Isaac Karabtchevsky, Ira Levin, Karl Martin, Jamil Maluf, John Neschling, Cláudio Cruz, Mário Zaccaro, Roberto Tibiriçá, Roberto Minczuk, T. Collaccioppo, L. F. Malheiro, A. Sangiorgi, L. Friend, G. Mannis, Silvio Barbato entre outros.
Recentemente cantou Carmina Burana de Carl Orff e Andrea Chenier (Mathiew) de Umberto Giordano no Teatro Municipal de São Paulo, Lucia de Lammermoor no Teatro São Pedro - SP, a Oitava Sinfonia de Gustav Mahler com a Orquestra Petrobras Sinfônica no Rio de Janeiro, Rigolleto em RibeirãoPreto e as estréias mundiais das óperas 'A Tempestade' de Ronaldo Miranda no Teatro São Pedro e 'O Cientista' de Sílvio Barbato no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e em turnê por 6 capitais no Brasil.
Teixeira também interpretou o papel-título na ópera "Chagas", de Sílvio Barbato, em estréia mundial na sala Palestrina do Palazzo Pamphilj, sede da embaixada brasileira em Roma, em novembro de 2008.
Daniel Freire, pianista e regente do coro

Pianista da Orquestra Sinfônica de Sergipe, Daniel freire é graduado em piano pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde também cursou composição e regência.
Apresentou-se como recitalista em diversas cidades brasileiras e nos Estados Unidos, onde ministrou aulas de piano e música brasileira no Summer Camp da Universidade de Rhode Island (2001). Lá, também realizou concerto na noite de Jazz no recital Hall da mesma universidade. Apresentou-se também nas cidades de New York, New Jersey e Connecticut.
Como solista Junto a Orquestra Sinfônica de Sergipe, executou o Concerto de Grieg (2004); Rapsódia Sobre Meu Papagaio, de sua autoria (2004-2005 e 2006); Fantasia Coral de Beethoven (2007); Concerto n° 23 de Mozart (2008).
Como regente atuou a frente da Orquestra Filarmônica de Sergipe, que em 2002 foi contempla pelo programa de apoio a orquestras do Ministério da Cultura.
Em 2005 foi convidado a formar e reger o Coro da ORSSE.
Em 2007 foi admitido para cursar Mestrado em Regência pela Campbesville University.


FICHA TÉCNICA
Orquestra Sinfônica de Sergipe, Temporada 2009
Guilherme Mannis, regente
Daniel Freire, piano
Coro Sinfônico da ORSSE
Daniel Freire, regente
Gabriella Pace, soprano
Elaine Martorano, contralto
André Vidal, tenor
Sebastião Teixeira, barítono

Heitor VILLA-LOBOS
Bachianas Brasileiras nº3
José Maurício NUNES GARCIA
Missa de Santa Cecília

Teatro Tobias Barreto
Av. Tancredo Neves, 2209, DIA, Aracaju/SE
Informações: (79) 3179-1480/91
http://www.orquestrasinfonica.se.gov.br/
sinfonica@cultura.se.gov.br

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Orquestra Sinfônica, Beethoven, Shostakovich, Borgomanero


Após uma série de cinco concertos sucessivos em importantes capitais da música brasileira, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a batuta de Guilherme Mannis, retorna ao palco do Teatro Tobias Barreto para mais uma apresentação da Temporada 2009. No próximo dia 28 de maio, quinta-feira, às 20h30, o grupo apresentará a abertura ‘As Criaturas de Prometeu’ e a Sinfonia nº2, de Ludwig van Beethoven, e ainda o desafiador Concerto para violino e orquestra nº2, do compositor russo Dmitri Shostakovich, com solos do violinista italiano Alessandro Borgomanero. Os ingressos, a preços populares, já estão disponíveis da bilheteria do Teatro Tobias Barreto.Surpresa e admiração foram as palavras mais presentes na reação do público brasileiro frente às apresentações da Orquestra Sinfônica de Sergipe em Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Repleto de críticas positivas de jornalistas importantes do meio musical, como Luiz Paulo Horta, do Jornal ‘O Globo’, e Leonardo Martinelli, da ‘Revista Concerto’, a ORSSE consolidou-se nacionalmente com a iniciativa da turnê Brasil, realizada pelo Governo do Estado em parceria com o Instituto Banese. De volta a Sergipe, o grupo se prepara para outros importantes desafios em sua Temporada 2009, como o Concerto de Corpus Christi, em homenagem a Santa Cecília, o Concerto com o Maestro francês Michel Legrand, a participação da pianista portuguesa Maria João Pires e outros consagrados intérpretes do mundo musical erudito nacional e internacional. O primeiro destes desafios será justamente o próximo concerto, no dia 28 de maio de 2009, em que o grupo interpretará, juntamente com Alessandro Borgomanero, o dificílimo Concerto nº2 para violino e Orquestra de Shostakovich.
MaestroNatural da cidade de São Paulo, Guilherme Mannis é bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, foi ainda regente assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e esteve já à frente de importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina, Orquestra Sinfônica da Unicamp e Petrobras Sinfônica. No México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. É também formado em piano pela Universidade Livre de Música, na classe de Marina Brandão. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula.



O Violinista

Nascido em Roma formou-se com o título de Mestre em 1992, na Escola Superior de Música "MOZARTEUM" de Salzburg, na classe do violinista Ruggiero Ricci. Continuou seus estudos com renomados violinistas como Boris Belkin, Salvatore Accardo e Rodolfo Bonucci. Apresentou-se como solista frente a várias orquestras tais como, Orquestra de Câmara de Budapest, Salzburg Chamber Soloists, Philadelphia Virtuosi Chamber Orchestra, London Mozart Players, Virtuosos de Salzburgo, Orquestra de Câmara de Berlim, Bachiana Filarmônica, Orquestra “Sinfonietta” Salzburg, e com a maioria das orquestras sinfônicas brasileiras. Em 2002 realizou a primeira execução brasileira do concerto nr. 2 para violino de Schostakovich, em Curitiba. No ano de 2005 esteve se apresentando como solista com a “Kremlin Chamber Orchestra” (Rússia), em dois concertos no auditório do Kremlin em Moscou. Para a temporada de 2009 estão programados recitais de violino e piano na Alemanha, Áustria, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasilia, Curitiba, e concertos como solista com as orquestras sinfônicas de Brasilia, Bahia e Sergipe (Schostakovich), Espirito Santo (Mendelssohn), São Paulo (Beethoven) bem como a estréia mundial do concerto para violino de Jaime Zenamon com a Orquestra Sinfônica do Paraná.Mora em Goiânia desde 1999 onde é professor de violino na Universidade Federal de Goiás. De 2004 a 2007 foi diretor artístico e regente titular da Orquestra de Câmara Goyazes. Em 2006 lhe foi outorgado pelo Governo do Estado o título de “Comendador da Ordem do Mérito Anhanguera” como reconhecimento pelas suas realizações na área da música erudita em Goiás.


quarta-feira, 6 de maio de 2009

TURNÊ BRASIL 2009




ORSSE realiza histórica turnê por grandes centros musicais brasileiros

Desde a sua reestruturação, em 2007, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção artística de Guilherme Mannis, não para de surpreender o público sergipano. Primeiramente o grupo criou Temporadas Anuais de Concertos, trazendo para Aracaju grandes regentes e solistas do cenário nacional e internacional. Logo em seguida vieram os projetos de acessibilidade da música clássica a novos horizontes, dos quais o “Domingo no Parque” e o “Sinfonia do Saber” tiveram destaque, levando jovens da Rede Estadual de Ensino para o Teatro Tobias Barreto e o público em geral para locais como o Parque da Sementeira e cidades do interior do Estado.

O ano de 2009, por sua vez, consolidará definitivamente a ORSSE no cenário artístico nacional. Com o investimento firme do Governo de Sergipe e o patrocínio do Instituto Banese, não bastasse a Temporada 2009 trazer a Aracaju nomes como a pianista portuguesa Maria João Pires e o compositor francês Michel Legrand, a Orquestra realizará a primeira turnê de um grupo da região Nordeste do país tocando nos mais importantes centros de música erudita no Brasil e apresentando-se em teatros de grande tradição. Sob a regência de Guilherme Mannis e solos do pianista paulista Álvaro Siviero, o grupo realizará concertos em homenagem a Villa-Lobos (50 anos de falecimento) em quatro grandes capitais: Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, nos teatros, respectivamente, Guaíra, Sala Cecília Meirelles, Teatro Nacional Cláudio Santoro e Sala São Paulo. As apresentações ocorrerão nos dias 11, 12, 14 e 17 de maio de 2009.

A inspiração para a Turnê Brasil partiu de uma bem sucedida apresentação, em novembro de 2008, na cidade de São Paulo, no Centro Cultural do Sesi. Na ocasião, a ORSSE participou da Série Música em Cena, em concerto memorável, sucesso de público e crítica. Foi, naquela ocasião, a primeira apresentação de um grupo da região nordeste do Brasil na capital paulista. Percebeu-se de imediato a capacidade de um grupo sinfônico em representar o potencial de um Estado em realizar música de qualidade, motivo de orgulho para a população. Desta maneira, visando ampliar este potencial e dar maior visibilidade à consistente produção artística desenvolvida em Aracaju, o Governo de Sergipe concebeu a realização de uma Turnê Brasil, que levará a ORSSE a capitais e teatros brasileiros de grande porte e tradição, propondo a difusão da cultura e a visão sergipana sobre a arte da música clássica.

A estréia da turnê, como não poderia ser diferente, será em Aracaju: no próximo dia 07 de maio, o grupo realizará o concerto inaugural da Turnê, no Teatro Tobias Barreto, às 20h30, com entrada franca para o público sergipano. No repertório, a Suíte nº1 para Orquestra de Câmara, de Villa-Lobos, Toronubá, para três percussionistas, piano e cordas, de Dimitri Cervo, e o Concerto para piano e orquestra nº3, em ré menor, de Rachmaninoff. A regência estará a cargo de Guilherme Mannis, com solos de Álvaro Siviero, ao piano.

Biografias

Guilherme Mannis, regente

Natural da cidade de São Paulo, Guilherme Mannis é bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, foi ainda regente assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e esteve já à frente de importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina, Orquestra Sinfônica da Unicamp e Petrobras Sinfônica; no México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. É também formado em piano pela Universidade Livre de Música, na classe de Marina Brandão. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula.

Álvaro Siviero, pianista

Iniciou seus estudos aos quatro anos de idade e a partir dos sete anos começou a se apresentar regularmente em público. Dois anos mais tarde recebeu a "Medalha de Ouro" do Governo do Estado de São Paulo para Jovens Talentos. Aperfeiçoou-se em técnica pianística em Viena e Salzburg e realizou estudos de aprofundamento em Milão e Roma.
Apresentou-se como recitalista e como solista nas cidades de Zurich, New York, Washington, Boston, Córdoba, entre outras. Em 2006, foi convidado a participar com outros cinco pianistas mundialmente escolhidos do curso de Master Class em Beethoven na Casa Orfeu - Fondazione Wilhelm Kempff, em Positano, Itália, fundado por Wilhelm Kempff, sendo o primeiro pianista brasileiro convidado a participar desta Instituição. Neste período travou contato com pianistas como Martha Argerich, em Lugano, Maurizio Pollini, em Milão e Till Felner, em Londres, aprimorando ainda mais sua visão musical.
Em 2007, teve a honra de ser o pianista brasileiro convidado a se apresentar para o Papa Bento XVI, em um recital fechado que incluiu obras de compositores alemães, poloneses e brasileiros, quando da sua visita ao Brasil. Além de ter realizado estudos sobre educação multicultural no Lesley College, Cambridge, Álvaro Siviero é também graduado em Física pela Universidade de São Paulo.

Orquestra Sinfônica de Sergipe

Considerada em 2008 a orquestra de destacada produção do nordeste, em 2009 a Temporada de Concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) sob a direção artística do Maestro Guilherme Mannis tem como principal objetivo a consolidação do grupo como um dos principais núcleos brasileiros de produção orquestral. Com destaque para a música brasileira, intercâmbio com renomados solistas e maestros e inovação em programação de peças não usuais do repertório sinfônico, a escolha visa contemplar diferentes gostos e necessidades musicais sem se distanciar da produção atual. 2009 é um ano peculiar, em que se homenagearão três compositores: Haydn (200 anos de falecimento), Mendelssohn (200 anos de nascimento) e Villa-Lobos (50 anos de falecimento); a produção da ORSSE, por sua vez abordará estes mestres com especial atenção. Além disso, no âmbito das comemorações do ano França-Brasil serão incluídas diversas peças importantes do repertório sinfônico francês. Neste ano a ORSSE trará para Aracaju solistas como Eduardo Monteiro, Amaral Vieira, Emmanuele Baldini, Maurício Freire, Cristian Budu, Yuriy Rakevich, Horácio Schaeffer, Daniel Guedes, Álvaro Siviero, Alessandro Borgomanero, Antônio Lauro del Claro, Eduardo Monteiro, Ronedilk Dantas, Eduardo Garcia, Antônio Henrique Seixas, Nikolay Alipiev, Cláudia Riccitelli, Martha Herr, Rubens Medina, Sebastião Teixeira, André Vidal, entre outros, e regentes como Roberto Duarte, Helder Trefzger e Marcelo de Jesus, entre outros. Em comemoração ao ano França-Brasil, o grupo trará Michel Legrand, em participação única na capital sergipana, acompanhado pela harpista Catherine Michel.

Oportunidade

Para os sergipanos que possuem parentes nas praças atendidas pelos concertos da Turnê Brasil da ORSSE que desejarem assistir as apresentações, a orquestra disponibilizará um número determinado de ingressos cortesia, que poderão ser solicitados pelo e-mail sinfonica@cultura.se.gov.br, até o dia 10 de maio.

Apresentações, locais, horários e valores

Aracaju
07 de maio, quinta-feira
Teatro Tobias Barreto, 20h30
Entrada franca

Curitiba
11 de maio, segunda-feira
Teatro Guaíra, 20h30
Ingressos: R$10,00 (estudantes, idosos e público em geral, meia-hora antes do concerto), R$60,00 a R$80,00.
Co-realização: Rede Paranaense de Comunicação

Rio de Janeiro
12 de maio, terça-feira
Sala Cecília Meirelles, 20h
Entrada Franca

Brasília
14 de maio, quinta-feira
Teatro Nacional Cláudio Santoro, Sala Villa-Lobos, 20h
Ingressos: R$6,00

São Paulo
17 de maio, domingo
Sala São Paulo, 18h
Ingressos: R$10,00 (estudantes, idosos e público em geral, meia-hora antes do concerto), R$40,00.

Repertório

Guilherme Mannis, regente
Álvaro Siviero, piano

Dimitri CERVO
Toronubá, para três percussionistas, piano e cordas
Heitor VILLA-LOBOS
Suíte nº1 para orquestra de câmara
Serge RACHMANINOFF
Concerto para piano e orquestra nº3, op.30 em mi menor

Realização
Governo de Sergipe
Produção
Artesalis Produções Artísticas
Patrocínio
Instituto Banese
Informações
sinfonica@cultura.se.gov.br
(79) 3179-1480

sábado, 25 de abril de 2009

Um concerto inteiramente dedicado aos mestres de 2009

Mendelssohn, Villa-Lobos e Haydn
Orquestra Sinfônica de Sergipe
TeatroTobias Barreto, 20h30

Roberto Duarte, regente
Fernando Dissenha, trompete

H. VILLA-LOBOS
Dança Frenetica
Felix MENDELSSOHN Sinfonia nº5, op. 107, em ré maior, “A reforma”
J. HAYDNConcerto en mib pour orchestre et trompette





O maestro Roberto Duarte ocupa posição de destaque no cenário musical, com a apresentação de mais de uma centena de obras em primeira audição mundial e a revisão sistemática de obras de Villa-Lobos e Carlos Gomes, entre outros compositores. Em 1994 e em 1997 recebeu o prêmio de Melhor Regente do Ano pela APCA. Em 1996 recebeu do Governo Brasileiro, através da Funarte, o Prêmio Nacional de Música, como regente. Em 2001 foi agraciado com o Prêmio Carlos Gomes por sua atuação no campo da ópera, como regente e revisor. Membro da Academia Brasileira de Música, é atualmente seu vice-presidente.




Fernando Dissenha, trompete solo da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - OSESP, desde 1997. Com esse conjunto participou de turnês pelo Brasil, Peru, Argentina, Chile, Estados Unidos, Alemanha e Suíça. Como camerista, se apresentou e deu aulas no Festival de Campos do Jordão, Oficina de Música de Curitiba, Festival de Londrina e Verões Musicais de Gramado. Ministrou masterclasses em Porto Alegre, Goiânia e Belo Horizonte. Atualmente é professor na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira, em São Paulo.





Orquestra Sinfônica de Sergipe

Considerada em 2008 a orquestra de destacada produção do nordeste, em 2009 a Temporada de Concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) sob a direção artística do Maestro Guilherme Mannis tem como principal objetivo a consolidação do grupo como um dos principais núcleos brasileiros de produção orquestral. Com destaque para a música brasileira, intercâmbio com renomados solistas e maestros e inovação em programação de peças não usuais do repertório sinfônico, a escolha visa contemplar diferentes gostos e necessidades musicais sem se distanciar da produção atual. 2009 é um ano peculiar, em que se homenagearão três compositores: Haydn (200 anos de falecimento), Mendelssohn (200 anos de nascimento) e Villa-Lobos (50 anos de falecimento); a produção da ORSSE, por sua vez abordará estes mestres com especial atenção. Além disso, no âmbito das comemorações do ano França-Brasil serão incluídas diversas peças importantes do repertório sinfônico francês. Neste ano a ORSSE trará para Aracaju solistas como Eduardo Monteiro, Amaral Vieira, Emmanuele Baldini, Maurício Freire, Cristian Budu, Yuriy Rakevich, Horácio Schaeffer, Daniel Guedes, Álvaro Siviero, Alessandro Borgomanero, Antônio Lauro del Claro, Eduardo Monteiro, Ronedilk Dantas, Eduardo Garcia, Antônio Henrique Seixas, Nikolay Alipiev, Cláudia Riccitelli, Martha Herr, Rubens Medina, Sebastião Teixeira, André Vidal, entre outros, e regentes como Roberto Duarte, Barry Kolman, Helder Trefzger e Marcelo de Jesus, entre outros. Em comemoração ao ano França-Brasil, o grupo trará Michel Legrand, em participação única na capital sergipana, acompanhado pela harpista Catherine Michel.

Ficha Técnica

Orquestra Sinfônica de Sergipe
Gulherme Mannis
Diretor Artístico e Regente Titular

Teatro Tobias Barreto
1328 lugares
Informações: 79 3179 1480/1490
Bilheteria: 79 3179 1496
Ingressos: R$10 e R$5
sinfonica@cultura.se.gov.br

domingo, 5 de abril de 2009

Emmanuele Baldini e Orquestra Sinfônica de Sergipe – Harmonia Musical a Toda Prova

Quando esteve pela primeira em Aracaju a convite do colega e maestro Guilherme Mannis, o violinista Emmanuele Baldini já predizia o futuro desta orquestra e acreditou que em pouco tempo este grupo despontaria entre as importantes orquestras estaduais do país. Agora em sua quarta visita a Aracaju, o músico será solista de um grande concerto e confirmará seu status de “virtuoso” com a execução Concerto para Violino e Orquestra n. 3 de Camille Saint-Säens, no âmbito das comemorações do ano da França no Brasil. Nesta próxima quinta-feira, às 20h30, no Teatro Tobias Barreto, o solista se apresentará com a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência do Maestro Guilherme Mannis. Completam o programa a intimista Abertura Trágica, de Johannes Brahms, e a Sinfonia nº6, “Patética”, de Tchaikovsky. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Tobias Barreto aos preços de R$5 e R$10.





O violinista: Emmanuele Baldini nasceu em Trieste, Itália, e iniciou os estudos de violino com Bruno Polli; em seguida aperfeiçoou-se na classe de virtuosidade de Corrado Romano em Genebra, com Ruggiero Ricci em Berlim e Salzburgo e, em música de câmara, com o Trio de Trieste e com Franco Rossi, violoncelista do Quartetto Italiano. Aos 12 anos venceu o primeiro concurso internacional e, mais tarde, o Virtuositè de Genebra e o primeiro prêmio do Fórum Junger Künstler de Viena. Apresentou-se em recitais nas principais cidades italianas e européias e participou de longas turnês pela América do Sul, Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão. Como solista, tocou com orquestras como a Rundfunk Sinfonieorchester Berlin, a Orchestre de la Suisse Romande, a Wierner Kammerorchester, a Flanders Youth Philharmonic Orchestra, a Orquestra Estatal da Moldávia e a do Teatro Giuseppe Verdi de Trieste. Sobre ele, Claudio Abbado escreveu: “Fiquei impressionado com sua qualidade musical e com tamanha habilidade técnica”.
Emmanuele Baldini gravou as sonatas de Franck e Magnard; os Duetos para dois Violinos e Sonatas para Violino e Violoncelo de Viotti e um CD com obras virtuosísticas de Paganini, além das obras de Martucci e os Caprichos para Violino solo de Locatelli. Antes de tornar-se spalla da Osesp, ocupou o mesmo posto na Orquestra do Teatro Comunale de Bolonha e no Teatro Giuseppe Verdi de Trieste, atuando também como concertino na Orquestra do Teatro alla Scala, de Milão. Atualmente integra o Quarteto Osesp com Cláudio Cruz, Johannes Gramsch e Davi Graton. Em 2007 lançou o CD `Virtuoso’ com obras para violino e piano de Sarasate, Kreisler, Tartini, Mignone entre outras.





O maestro: Natural da cidade de São Paulo, Guilherme Mannis é bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde agosto de 2006, impulsionou o grupo a se destacar no cenário musical brasileiro com seu positivo desempenho artístico frente ao grupo, criando temporada de concertos regulares, projetos de incentivo à formação de platéia e inúmeras estréias musicais em nosso estado. Foi assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e regeu importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina e Petrobrás Sinfônica; no México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. Pianista formado pela Universidade Livre de Música, na classe de Marina Brandão. Teve como principal professor de regência o maestro John Neschling (ex-Osesp).

Ficha Técnica

Orquestra Sinfônica de Sergipe – Temporada 2009
Teatro Tobias Barreto
Quinta-feira, 09 de abril, 20h30
Ingressos: R$10 (inteira), R$5 (meia)
Informações: (79) 3179-1480
sinfonica@cultura.se.gov.br

segunda-feira, 23 de março de 2009

Provas para Spalla na Orquestra Sinfônica de Sergipe

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE

Prova para admissão de Violino Spalla



Período de atividades: maio de 2009 a abril de 2010.

Data e horário: 07 de abril de 2009, 14h.

Local: Teatro Tobias Barreto, Sala de Ensaios da ORSSE

Inscrições: sinfonica@cultura.se.gov.br, (79) 3179-1480

Salário: R$3.860,00 mensais, com férias e 13º salário.

Carga horária: máximo de 24 serviços mensais, entre maio e dezembro e março a abril.



Repertório da prova:

1) Concerto romântico livre-escolha, primeiro movimento com cadência.

2) Bach: um movimento de suíte ou partita.

3) Obra livre-escolha.

4) Tchaikovsky, Romeu e Julieta, completa (I violino).

5) Mendelssohn, Sinfonia nº4, primeiro movimento (I violino).

quinta-feira, 19 de março de 2009

Orquestra, NIKOLAI ALIPIEV e Música Brasileira

Considerada a “Orquestra de Destacada Produção da Região Nordeste do País” pela Revista Concerto (março de 2009), a Orquestra Sinfônica de Sergipe segue sua Temporada de Concertos com importante apresentação a ser realizada no dia 19 de março, as 20h30, no Teatro Tobias Barreto. Sob a regência de Guilherme Mannis, o grupo receberá o trompista búlgaro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) Nikolay Alipiev, para a execução do Concerto para trompa e Orquestra nº1, de Strauss. Completam o programa a brasileira Toronubá, do compositor gaúcho Dimitri Cervo, obra que utiliza elementos da cultura indígena na percussão e no piano, músicos de pés descalços, acordes flamejantes e tensos, simbolizando a resistência desse povo à forçada colonização desmantelada da europa em nosso país. Já o naipe das cordas representa a figura do homem europeu, elegante porém permeados de más intenções. A obra é baseada no princípio da música minimalista cujos expoentes foram Philip Glass e Steve Reich. Fechando a noite, a clássica Sinfonia nº104, Londres, de Joseph Haydn, considerada o apogeu da Sinfonia do classicismo desenvolta por aquele que foi talvez o maior cristalizador deste tipo de composição.

O solista: Nikolay Alipiev, búlgaro, naturalizado brasileiro, teve as primeiras aulas de música aos oito anos. Aos dez, começou a ter aulas de trompa com seu pai, Aliipia Tzvetkov Genov, primeira trompa da Orquestra Sinfônica de Burgas, da Bulgária. Estudou na Escola de Música de Burgas, tendo aulas também com Todor Todorov. Durante aquele período, foi solista em concertos de Mozart e Strauss com a Sinfônica de Burgas. Em 1983 participou de seminários com professores como Herman Bauman e Peter Damm. Nikolay foi vencedor de vários prêmios, destacando-se o 1º lugar no Concurso de Melhor Interpretação de Obra Russa de Burgas, o prêmio especial no Seminário dos 250 anos da Escola de Trompa e o primeiro lugar no Concurso da Academia Nacional de Música de Sofia. Em 1990, ingressou na Academia Estatal de Música de Sofia, onde se formou na classe de Vladislav Grigorov. Em 1991, tornou-se primeira trompa da Orquestra Sinfônica Jovem do Mundo, apresentando-se na Suécia, Dinamarca, Alemanha, Polônia, Lituânia, Estônia e Finlândia, sob a regência de Okko Kamu. Tocou com a Orquestra Nacional da Bulgária e participou do curso de regência em Siena, Itália de 1991 a 1995. Em 1992, assumiu o posto de primeira trompa da Orquestra da Rádio Búlgara, cargo que ocupou até sua vinda ao Brasil, em 1996, quando ocupou o mesmo cargo na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, sob regência de Roberto Minczuk. Membro do Grupo de Metais São Paulo, professor na Universidade Livre de Música e Fundação das Artes de São Caetano do Sul, foi primeira trompa da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo até 2001, quando passou a integrar a OSESP. Atualemente é professor de Trompa na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira.

FICHA TÉCNICA
Orquestra Sinfônica de Sergipe – Temporada 2009 de Concertos
Teatro Tobias Barreto
Guilherme Mannis, regente
Nikolay Alipiev, trompa
Quinta-feira, 19 de março de 2009, 20h30
Ingressos: R$10 (inteira), R$5 (meia)
Informações: (79) 3179-1480
sinfonica@cultura.se.gov.br