terça-feira, 31 de maio de 2011

ORSSE: Festival Beethoven Homenageia Tobias Barreto


 Homenagear os grandes intelectuais sergipanos através de sua produção musical é o objetivo da Orquestra Sinfônica de Sergipe, que realizará importante apresentação, na quinta-feira, 09 de junho às 20h30, no Teatro Tobias Barreto.  Nesse concerto especial será celebrada a memória do poeta e intelectual germanista Tobias Barreto de Menezes, com a execução do grupo inteiramente dedicada à obra do maior gênio da composição alemã de todos os tempos: Ludwig van Beethoven. O concerto, denominado "Festival Beethoven", integra a Série Cajueiros IV, e terá a regência dos Maestros Guilherme Mannis e Daniel Nery.

Guilherme Mannis, diretor artístico da ORSSE explica que "Beethoven, através de sua genialidade, elevou a música da sua época a patamares nunca antes conhecidos. Sua capacidade criativa pode construir uma sinfonia através de um simples motivo rítmico, ou criar paisagens sonoras como uma grande tempestade na Sinfonia Pastoral. Tobias Barreto, por sua vez, foi o grande receptor da filosofia alemã do século XIX, ajudando a difundi-la na cultura brasileira. Unir estes dois gênios em torno de uma proposta artística é algo muito emocionante para todos nós."
O Festival será iniciado com a abertura A Consagração da Casa. A obra composta em 1822 para a re-inauguração do Teatro de Viena, terá sua primeira execução em Sergipe. Em seguida, serão apresentadas as aberturas Fidelio e Leonora n°3. Fidelio foi a única ópera de Beethoven, mas consumiu o tempo e o esforço equivalentes a três óperas. Do início, em 1804, até a apresentação da versão final em 1814, a ópera passou por várias revisões, cortes e alterações. O título original da ópera era Leonora, mas foi necessário alterar para Fidélio uma vez que houve, pelo menos, duas montagens operísticas anteriores daquela peça.
Na segunda parte do programa, o destaque será a Sinfonia n°6, também conhecida como Sinfonia Pastoral. Precursora da música programática - composição cujo objetivo é descrever passagens literárias através do texto musical -, a obra é dividida em cinco movimentos capazes de transpor para a música a sensação experimentada nos ambientes campestres. Beethoven insistia que essas obras não deveriam ser interpretadas como um "quadro sonoro", mas como uma expressão de sentimentos. É uma das mais conhecidas e melodiosas obras da fase romântica de Beethoven.
O concerto terá a regência na primeira parte do programa do maestro Daniel Nery, regente assistente da ORSSE e a segunda parte do maestro titular Guilherme Mannis.

Sobre Tobias Barreto de Menezes (07-06-1839/26-06-1889), mestiço, pobre, nasceu na vila de Campos, província de Sergipe, e faleceu em Recife, Pernambuco. Bacharel em direito pela Faculdade do Recife, foi jornalista, advogado e deputado provincial. Destacou-se no campo da filosofia por sua atuação polêmica contra o conformismo retórico. Questionou a concepção de física social do positivismo, relacionou o conceito de cultura à constituição de normas para a compreensão do social e do humano. Entendia a metafísica como teoria do conhecimento divergindo profundamente do positivismo. Admitia a liberdade humana como realidade não empírica. Defendeu o liberalismo na política, a emancipação feminina e a libertação dos escravos. Foi uma figura central na Escola do Recife, disseminando o pensamento filosófico alemão no Brasil que, naquela época, sofria forte influência da cultura francesa. Foi um importante pensador brasileiro no século XIX. O lado poético de Tobias é pouco ou quase nunca lembrado no arcabouço literário brasileiro, no entanto sua poesia possui um estro lírico envolvente e de sentimentos profundos, sem decair no superficialismo ou clichês da fase condoreira do romantismo. As temáticas sociais da época estavam sempre presentes nos seus poemas. Que Mimo (1874), O Gênio da Humanidade (1866), Escravidão (1868) e Amar (1866) são algumas das suas poesias mais famosas.

 

 

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE - Série Cajueiros IV -  Festival Beethoven homenageia Tobias Barreto

Daniel Nery e Guilherme Mannis, regentes
Quinta Feira, 09 de junho de 2011, 20h30
Teatro Tobias Barreto




Programa:
 

Festival Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Abertura "A Consagração da Casa" Op. 124
Abertura "Fidelio" Op. 72
Abertura "Leonora nº3" Op. 72

intervalo


Sinfonia nº6, em Fá maior, Op. 68, "Pastoral"
I. Allegro ma non troppo - "Despertar de sentimentos alegres diante da chegada ao campo"
II. Andante molto mosso - "Cena à beira de um regato"
III. Allegro - "Dança campestre"
IV. Allegro - "A tempestade"
V. Allegretto - Hino de ação de graças dos pastores, após a tempestade


Realização: Secretaria de Estado da Cultura/Governo de Sergipe
Patrocínio: Instituto Banese/ Banese Card
Apoio: Fundação Aperipê/Segrase
Ingressos à venda na bilheteria do Teatro Tobias Barreto.
R$15,00 inteira e R$7,50 meia
Informações: (79) 3179-1480/1491
sinfonica@cultura.se.gov.br
http://www.orquestrasinfonica.se.gov.br

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Guilherme Mannis rege a ORSSE na Série "Cajueiros" com o Violinista Emmanuele Baldini




A Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção artística do maestro Guilherme Mannis, no dia 26 de maio de 2011, quinta-feira às 20h30, no Teatro Tobias Barreto, recebe o notável violinista Emmanuele Baldini, no terceiro concerto da Série Cajueiros, tão especial quanto seu nome, a série contempla grandes nomes da música clássica e a execução de repertórios inéditos em Sergipe.
Uma noite especial que comemora os 26 anos de existência do grupo, serão executadas no programa: o Prelúdio e Liebestod da ópera Tristão e Isolda do compositor alemão Wagner, o Concerto para Violino e Orquestra de Prokofiev e a Sinfonia Matias “O Pintor”, do neoclássico, Paul Hindemith. A ORSSE é mantida pela Governo do Estado de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Cultura, patrocinada pelo Insituto Banese e Banese Card e conta com o apoio cultural da Segrase e Fundação Aperipê. Ao longo de sua trajetória a ORSSE, como ficou conhecida, buscou sensibilizar o público e os seus governantes para a música de concerto sempre tocada por profissionais que dedicaram uma vida inteira com o objetivo de perpetuar a sua própria arte. Música no sentido de união, força, solidariedade e cidadania.

A ORSSE é mantida pela Governo do Estado de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Cultura, patrocinada pelo Insituto Banese e Banese Card e conta com o apoio cultural da Segrase e da Fundação Aperipê.

O Maestro
Guilherme Mannis é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) desde 2006, onde tem dividido o palco com artistas como Maria João Pires, Michel Legrand, Nelson Freire, Jean Louis Steuerman, André Mehmari, Emmanuele Baldini, Daniel Guedes, Wagner Tiso, Amaral Vieira, Eduardo Monteiro, entre outros. Como regente convidado tem dirigido grupos como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Amazonas Filarmônica, Orquestra de Câmara do Amazonas, Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Sinfônica da Bahia, Sinfônica de Ribeirão Preto, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica Carlos Chávez, Sinfônica Nacional da Bolívia, World Youth Orchestra, Sinfonica di Roma entre outros.
Mannis vem desenvolvendo reconhecido projeto de inserção da ORSSE no cenário artístico nacional destacando-se a gravação das Suítes para orquestra de câmara e Bachianas Brasileiras nº3, de Villa-Lobos e a Turnê Brasil com concertos em Curitiba (Teatro Guaíra), Rio de Janeiro (Sala Cecília Meirelles), Brasília (Teatro Nacional Cláudio Santoro) e São Paulo (Sala São Paulo) com grande sucesso de público e crítica. Tem promovido também o desenvolvimento de concertos pelo interior do estado do Sergipe e a popularização do acesso à música de concerto.
Guilherme Mannis foi também regente assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e apresentador do programa Sala de Concerto, dedicado à difusão da música sinfônica em Sergipe, entre 2007 e 2008.
Premiado em diversos concursos, Mannis é bacharel e mestre em Música pela UNESP. Teve como principal professor de regência o maestro John Neschling e participou de cursos com Kurt Masur (Campos do Jordão), Jorma Panula (Instrumenta Verano) e Isaac Karabtchevsky (MusicaRiva, Riva del Garda, Itália). Compromissos futuro de Mannis incluem concertos com a Sinfônica da Bahia, Sinfonia Toronto, Amazonas Filarmônica, Petrobras Sinfônica, Orquestra de Câmara do Amazonas, entre outras.

O Solista
Baldini é spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e membro do Quarteto de Cordas OSESP. Venceu o primeiro concurso internacional aos 12 anos de idade e, mais tarde, o Virtuositè de Genebra e o primeiro prêmio do Fórum Junger Künstler de Viena. Apresentou-se em recitais nas principais cidades italianas e européias e participou de longas turnês pela América do Sul, Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão. Gravou as sonatas de Franck e Magnard; os Duetos para dois Violinos e Sonatas para Violino e Violoncelo de Viotti e um CD com obras virtuosísticas de Paganini, além das obras de Martucci e os Caprichos para Violino solo de Locatelli. Em 2007 lançou o CD `Virtuoso’ com obras para violino e piano de Sarasate, Kreisler, Tartini, Mignone entre outras.
Foi spalla da Orquestra do Teatro Comunale de Bolonha e no Teatro Giuseppe Verdi de Trieste, atuando também como concertino na Orquestra do Teatro alla Scala, de Milão. Como solista, tocou com orquestras como a Rundfunk Sinfonieorchester Berlin, a Orchestre de la Suisse Romande, a Wierner Kammerorchester, a Flanders Youth Philharmonic Orchestra, a Orquestra Estatal da Moldávia e a do Teatro Giuseppe Verdi de Trieste. Sobre ele, Claudio Abbado escreveu: “Fiquei impressionado com sua qualidade musical e com tamanha habilidade técnica”.
Nascido em Trieste, Itália, iniciou os estudos de violino com Bruno Polli e em seguida aperfeiçoou-se na classe de virtuosidade de Corrado Romano em Genebra, com Ruggiero Ricci em Berlim e Salzburgo e, em música de câmara, com o Trio de Trieste e com Franco Rossi, violoncelista do Quartetto Italiano.

Programa

Guilherme Mannis, regente
Emmanuele Baldini, violino 

Richard WAGNER
Prelúdio e Liebestod de Tristão e Isolda
Sergei PROKOFIEV
Concerto para violino e orquestra nº2, op.63, em sol menor,
Paul HINDEMITH
Sinfonia “Matias, o pintor” 

Serviço

26 de maio de 2011, 20h30
Orquestra Sinfônica de Sergipe
Teatro Tobias Barreto
Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50
Informações e Cortesias: 79 3179 1480
Assistir ao Ensaio Geral: 79 8853 2816 (Mto. Daniel Nery)

BOM CONCERTO!!

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Estreia da Série Mangabeiras sob a regência de Daniel Nery


Em noite de grande ecletismo e homenagens, a Orquestra Sinfônica de Sergipe faz na próxima sexta-feira, dia 13 de maio às 20h30 no Teatro Tobias Barreto, a estreia da sua série Mangabeiras de concertos. A série Mangabeiras, apresenta uma programação atraente pela diversidade e pela participação de grandes nomes da música clássica nacional e internacional. Jean Louis Steuerman, Nelson Freire, Amaral Vieira, Eduardo Monteiro, entr...e outros, serão os artistas dessa série no Teatro Tobias Barreto em dias diferenciados, ao contrário da série Cajueiros que é realizada sempre às quintas-feiras.
Para a abertura, a ORSSE recebe o pianista Antônio Vaz Lemes que executará dois importantes compositores franceses do início do século XX: Gabriel Fauré e sua Balada para piano e orquestra Op. 19 e Maurice Ravel 
com o Concerto para piano para mão esquerda, peça composta especialmente para o pianista austríaco Paul Wittgenstein, que tinha perdido o braço direito num combate durante a 1ª Guerra Mundial.
Na segunda parte do programa, o romantismo russo se evidencia na Sinfonia n°2 em Mi Menor Op. 27 de Sergei Rachmaninnof. Essa importante obra do repertório sinfônico encanta pelo lirismo do compositor através da densidade de sua orquestração e virtuosidade de todos os músicos da orquestra.
O concerto terá a regência do maestro Daniel Nery, regente assistente da ORSSE.

Sobre o solista:



Natural de São Paulo, o pianista Antonio Vaz Lemes começou seus estudos de piano aos quatro anos de idade. No Conservatório Dr. Carlos de Campos em Tatuí, suas primeiras experiências em concursos nacionais o levaram aos prêmios Aluno Revelação e Primeiro Lugar.
Logo após sua graduação no Conservatório, iniciou seu Bacharelado em piano no Instituto de Artes da UNESP. Nesse período participou de inúmeros festivais de música, concursos e masterclasses, sendo a mais importante com Alicia de Larrocha em Campos do Jordão. Lá conheceu Gilberto Tinetti e, sob sua orientação, conquistou mais cinco "Primeiros Lugares" em concursos nacionais. Atua intensamente como camerista e solista, inclusive frente a orquestras, tendo colaborado com Richard Markson, Watson Clis, Carmen Monarcha, Edna D'Oliveira, Emerson di Biaggi, Lanfranco Marcelletti, Luciana Bueno, Edson Cordeiro, Ney Matogrosso e Marília Pêra. Em duo com Edson Cordeiro, gravou o disco CONTRATENOR, que rendeu ao duo uma indicação ao prêmio Grammy Latino (2006) na categoria de Melhor Disco Clássico.

Sobre o regente:

Regente assistente da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde 2010, Daniel Nery é Bacharel em Composição e Regência pela UNESP - Universidade Estadual Paulista - e Mestre em Música pela mesma instituição. Têm na sua formação os seguintes nomes da regência orquestral e coral: Johannes Schlaefli (Suíça), Osvaldo Ferreira (Portugal), Abel Rocha, Samuel Kerr e Fábio Mechetti. Entre 2005 e 2010 foi discípulo do maestro Roberto Tibiriçá e juntamente com ele e outros colegas, em 2008 lançou o livro “O Regente sem Orquestra”, pela Editora Algol, o único livro de exercícios editado no país para a formação de regentes.
Trabalhou entre 1999 e 2009 como regente do Coral Masculino Cantores de Atibaia/SP, realizando encontros, cantatas e diversas apresentações. Entre 2003 a 2009, foi regente titular da Banda Sinfônica Primeiro Movimento, a primeira banda de concerto da região de Atibaia e ainda nesta cidade foi regente adjunto da Orquestra Sinfônica Jovem de Atibaia e regente da Big Band Municipal.
Daniel Nery foi premiado em 2010 no I Concurso Carlos Gomes de regência orquestral promovido pela Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas.

Serviço:

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE
Série Mangabeiras I
Sexta-feira, 13 de maio de 201, 20h30

Daniel Nery, regente assistente
Antônio Vaz Lemes, piano

Programa:
Gabriel FAURÉ
Balada, para piano e orquestra op. 19

Maurice RAVEL
Concerto para piano a mão esquerda em ré maior

Sergei RACHMANINOFF
Sinfonia nº2, op.27, em mi menor


Realização: Secretaria de Estado da Cultura/Governo de Sergipe
Patrocínio: Instituto Banese/ Banese Card
Apoio: TV Aperipê


Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro Tobias Barreto.
R$15,00 inteira e R$7,50 meia
Informações: (79) 3179-1480
sinfonica@cultura.se.gov.b
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Serie Mangabeiras

A série Mangabeiras homenageia Sergipe como maior exportador brasileiro da mangaba e faz
alusão à melhor programação de música clássica apresentada nas salas de concerto pelo mundo.
Sua programação será marcada pela diversidade e pela participação de grandes nomes da música
clássica mundial. Realizada em noites diferenciadas, sempre no Teatro Tobias Barreto, às 20h30

Próximas datas:

06 de julho
20 de julho
27 de agosto
28 de setembro
12 de outubro
25 de outubro
07 de dezembro
22 de dezembro

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Solista Sergipano Estreia a Série "Sons na Catedral"

Sob a direção artística do maestro Guilherme Mannis, a Orquestra Sinfônica de Sergipe retorna no dia 29 de abril de 2011 às 19h, com apresentações bimestrais da série de Concertos Especiais "Sons na Catedral", na Catedral Metropolitana de Aracaju. A série prevê apresentações dos mais variados estilos, de solistas internacionais a músicos da própria orquestra com interpretações virtuosas do período clássico até os mais modernos com destaque para os compositores brasileiros Camargo Guarnieri e Villani-Cortês.
Nessa primeira edição a ORSSE convidou o músico sergipano Eleilton Cruz, tubista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, um dos melhores do Brasil no seu instrumento, para solar o Concerto para Tuba e Orquestra do americano Vaughan Williams. A execução de peças do repertório tradicional sinfônico como a Suíte Lago dos Cisnes de Tchaikovsky e a inédita, em palcos sergipanos, Variações sobre um Tema de Haydn do alemão J. Brahms, estarão presentes no programa.


Os concertos na Catedral são uma parceria da Secretaria de Estado da Cultura e a Arquidiocese de Aracaju com patrocínio do Instituto Banese e Banese Card. Possuem livre acesso para todos os tipos de público.

  
 O Solista
Sergipano de Aracaju, Eleilton Cruz graduou-se pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde obteve o primeiro lugar no concurso Jovens Solistas, em 1998, e, em 2000, no concurso Jovens Cameristas, juntamente com o Grupo Itaratã.
Em 2001, concluiu o curso de pós-graduação em Música Brasileira, nível de especialização, pela Escola de Música da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG). Foi integrante da Orquestra Sinfônica de Sergipe e participou de várias bandas de música e conjuntos musicais.
Atualmente é tubista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, professor da Escola de Música do Palácio das Artes, do curso de Extensão da Escola de Música da UFMG e do projeto de Bandas da Secretaria de Cultura de Minas Gerais.


PROGRAMA

SONS NA CATEDRAL I
29,sexta-feira, 19h
Catedral Metropolitana de Aracaju

Guilherme Mannis, regente
Eleilton Cruz, tuba

Johannes BRAHMS
Variações sobre um tema de Haydn
Ralph VAUGHAN WILLIAMS
Concerto para tuba em fá menor
Piotr I. TCHAIKOVSKY
Suíte do “Lago dos Cisnes”, op. 20

 

SERVIÇO

O quê: Orquestra Sinfônica de Sergipe
Quando: 29 de abril de 2011, sexta-feira, 19h
Onde: Catedral Metropolitana de Aracaju

Contatos: 79 3179 1480

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Série "Terças Musicais" Estreia nesta Terça-Feira, 26 de Abril de 2011

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE
Direção Artística Guilherme Mannis
Temporada da Série Terças Musicais 2011
Coordenação musical: spalla Márcio Rodrigues 


 
Uma experiência única, em que os naipes da Orquestra se apresentam na condição de solistas de seu instrumento. Os Concertos da série "Terças Musicais" serão realizados nas noites da última terça-feira de cada mês, na Biblioteca Pública Epifânio Dória e no Palácio Museu Olímpio Campos, sempre às 20h:


ABRIL
26
Biblioteca Pública Epifânio Dória
1. J.S. BACH
Suite em Sol Maior para Contrabaixo Solo, BWV 1007

Jair Maciel, contrabaixo

2. N. PAGANINI
Introduzione e Variazioni, "Carnaval de Veneza"

Jair Maciel, contrabaixo
Marcio Rodrigues, violino
Marcos Gonçalo, violino

3. A. NEPOMUCENO
Serenata para Cordas

Susye Saminez, violino I
Susan Rabelo, violino II
Cleverson Cremer, viola
Andressa Souto, cello

4. A. DVORAK
Quarteto nº 12, em Fa maior, op. 96, "Americano"
1º movimento

Susye Saminez, violino I
Lídia Mangueira, violino II
Cleverson Cremer, viola
Andressa Souto, cello




MAIO
31
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Radamés GNATALLI
Suíte para quinteto de sopros
Osvaldo LACERDA
Suíte para cinco

JUNHO
28
Biblioteca Pública Epifânio Dória

GUILHERME MANNIS, regente

Gioacchino ROSSINI
Sonata nº2, em lá maior
Wolfgang Amadeus MOZART
Divertimento em si bemol maior, KV 186
Igor STRAVINSKY
A história do soldado


JULHO
26
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Claude DEBUSSY
Sonata para flauta viola e harpa
Gabriel FAURÉ
Quarteto com piano nº1, em dó menor, op. 15

AGOSTO
30
Biblioteca Pública Epifânio Dória

DANIEL NERY, regente
Wolfgang Amadeus MOZART
O empresário - Opereta


SETEMBRO
27
Palácio Museu Olímpio Campos - Hall

Johann Sebastian BACH
Suíte nº1, para violoncelo solo, em sol maior, BWV 1007
Aaron COPLAND
Appalachian spring
Igor STRAVINSKY
Pulcinella



OUTUBRO
25
Palácio Museu Olímpio Campos - Hall

DANIEL NERY, regente
CORO SINFÔNICO DA ORSSE
DANIEL FREIRE, regente
Johann Sebastian BACH
Cantata nº93: “Wer nur den lieben Gott lasst walten”
Gioacchino ROSSINI
Sonata nº6, em ré maior, para cordas
Edvard GRIEG
Suíte Holberg

NOVEMBRO
28
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Wolfgang Amadeus MOZART
Quinteto com trompa em mi bemol maior, KV 407
Johannes BRAHMS
Trio com piano nº3, em dó menor, op. 101



DEZEMBRO
13
Palácio Museu Olímpio Campos – Hall

Franz SCHUBERT
Octeto, op.166
Gioacchino ROSSINI
Sonata nº3, em dó maior

domingo, 17 de abril de 2011

David Handel, primeiro regente convidado da Temporada traz novos desafios para ORSSE

A Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção artística de Guilherme Mannis desde 2006, recebe nesta quinta feira, dia 21 de abril de 2011 dois importantes artistas de renome internacional: o maestro americano David Handel e a violinista Elisa Fukuda. O concerto no Teatro Tobias Barreto, faz parte da série Cajueiros, executada sempre às quintas-feiras, com isso pretendemos homenagear as riquezas da terra e proporcionar a mais original degustação musical possível. A música dessa série apresenta um repertório que inclui sinfonias e músicas de diferentes períodos históricos, com obras pouco conhecidas ou inéditas, além de solistas e regentes de fama internacional.
Coordenada pela secretaria de Estado da Cultura (Secult) e patrocinada pelo Instituto Banese e Banese Card, a ORSSE se apresentará juntamente com o regente convidado David Händel, titular da Sinfônica Nacional da Bolívia e a participação especial da violinista Elisa Fukuda, símbolo da força e disciplina, seu concerto renderá um tributo às vítimas do Japão. Elisa é uma das mais importantes professoras de violino do país e de grande influência para a música de câmara brasileira.
Guilherme Mannis, regente titular da ORSSE, destaca as participações de ilustres convidados na temporada para o critério de consolidação sonora da orquestra em Sergipe: “a medida que recebemos esses artistas com tantas novidades e interpretações diversas, podemos perceber como o nível da ORSSE se superou nestes 5 anos e acompanha o virtuosismo exigido por estes profissionais tão experientes, a Temporada 2011 está só começando.”

Os Convidados

Descoberto por Kurt Masur, então diretor musical da Gewandhaus de Leipzig, David Handel foi convidado para servir como seu regente assistente nesta instituição histórica. Desde então, conduziu orquestras em todo o mundo, incluindo programas internacionais de rádio e televisão. Em 1993, David Handel foi um dos poucos jovens maestros selecionados para conduzir a Filarmônica de Nova York em uma sessão de pré-estreia no Carnegie Hall. Seu repertório é extremamente variado e abrange grande parte da literatura sinfônica e operística. Depois de ter levado várias primeiras apresentações e premiações no mundo, ele encomendou pessoalmente mais de 70 partituras originais e arranjos para orquestra, tem a seu crédito uma lista considerável de programas de televisão e gravações em CD.

Já a professora Elisa Fukuda, natural de São Paulo, iniciou os estudos de violino aos quatro anos de idade com seu pai, Yoshitame Fukuda. Seguiu os estudos com Johannes Oelsner e Maria Vischnia. Em 1970, cursou o primeiro ano da Faculdade de Letras da USP e em 1971 seguiu para a Europa após vencer o Concurso Jovens Solistas no Rio de Janeiro, atuando com a Orquestra Sinfônica Brasileira sob a regência de Kurt Masur. Graduou-se em 1974 obtendo o “Diploma Superior de Violino” no Conservatório de Música de Genebra (Suíça), na classe de Corrado Romano e em 1975 obteve o primeiro prêmio de Virtuosidade “avec distinction et fèlicitations du Jury”.
Entre 1975 e 1978 participou dos Cursos de Alta Interpretação dos mestres Nathan Milstein, Henryk Szering, Arthur Grumiaux e, em 1979, aperfeiçoou-se com Sandor Vegh, no Mozarteum de Salzburg. Elisa Fukuda apresentou-se nas mais importantes salas do Brasil e da Europa como solista e recitalista, destacando-se os solos com Orchestre Philharmonique George Enesco de Bucareste e Orquestra de Câmara de Moscou, entre outras.

O Programa
Obras magnificas e de alto grau de execução, demonstram o virtuosismo da ORSSE: a Abertura Candide, do maestro e compositor americano Leonard Bernstein, o romântico e apaixonado Concerto para Violino em Mi menor do alemão Felix Mendelssohn e o jazzistico e inconfundivel George Gershwin na Suite Sinfônica da Ópera Porgy and Bess, cuja ária Summertime foi imortalizada na voz de Ella Fitzgerald.



ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE
Série Cajueiros II
Quinta-feira, 21 de abril de 2011, 20h30
Ingressos R$15,00 inteira e R$7,00 meia
David Händel, regente convidado
Elisa Fukuda, violino

Leonard BERNSTEIN
Abertura Candide
Felix MENDELSSOHN
Concerto para violino e orquestra, op.64, em mi menor
George GERSHWIN
Porgy and Bess, Suíte Sinfônica
Realização: Secretaria de Estado da Cultura/Governo de Sergipe
Patrocínio: Instituto Banese e Banese Card
Apoio: Fundação Aperipê e Segrase
Informações e cortesias: (79) 3179-1480/1491
Bilheteria: 3179 1496 (13-20h)
www.orquestrasinfonica.se.gov.br
- nota: Pedimos desculpas por falhas ocorridas em nosso site, em breve ele voltará mais atualizado e dinâmico.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Guilherme Mannis representa o Brasil em regências na Itália e Canadá


Neste mês de abril, Guilherme Mannis, diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, além de reger dois concertos em Aracaju(SE) um no dia 08, no Palácio Museu Olímpio Campos, e outro no dia 29, na Catedral Metropolitana, participará de temporadas internacionais de importantes orquestras do cenário musical americano e europeu.

Dia 15 de abril de 2011, na cidade de Toronto, no Canadá, o maestro regerá a Sinfonia Toronto, um dos principais grupos camerísticos deste país, em repertório que evidencia compositores alemães, em especial Karl Hartmann, conhecido no meio artístico como “The Good German”, pois sua expressão artística consistia em um baluarte contra o pensamento nazista vigente.  A orquestra, formada por especialistas da música de câmara da cidade de Toronto, possuidora por sua vez de uma vida cultural rica e diversificada, se apresenta por toda a Europa e é sucesso de crítica e público. O evento será realizado no Glenn Gould Studio, sala da rádio canadense Canadian Broadcasting Company (CBC), possuidora de acústica perfeita para este tipo de apresentação.

A Sinfônica de Roma, possui a direção artística do renomado maestro italiano Francesco La Vecchia e está entre as mais relevantes orquestras da Itália, ela gravou importantes obras, pelo selo Naxos, com grandes artistas como Angela Gheorghiu, Anton Nanut, Krystof Penderecki, Antônio Meneses, Nelson Freire e Moshe Atzmon, entre outros. O concerto será realizado no Auditorium Conciliazione, sede da Orquestra, no dia 21 de abril, Quinta-feira Santa, às 17h30, e no dia 22 de abril, Sexta-feira da Paixão, às 20h30. 


Nas comemorações romanas da Semana Santa, o maestro dirige-se a esta cidade, para comandar junto à OrquestraSinfonica di Roma dois concertos de páscoa na semana santa. O repertório a ser trabalhado com o grupo não poderia ser mais apropriado: a emocionante obra do compositor austríaco Joseph Haydn denominada “As sete últimas palavras de Cristo na Cruz”. Encomendadas ao artista pelo arcebispo de Cádiz, na Espanha, são descritas pelo próprio compositor da seguinte maneira: “Era costume da época, todos os anos durante a Quaresma, na Catedral de Cádiz, apresentar-se um oratórioe, para criar o necessário ambiente, faziam-se vparios preparativos. As paredes, janelas e colunas do templo era cobertas com panos pretos e somente uma lâmpada no meio da igreja iluminava esta santa escuridão. Na Sexta-Feira, ao meio-dia, as portas da igreja era fechadas e, em seguida, começava-se a ouvir a música. Depois da solene e significativa entrada musical, o bispo subia ao púlpito, pronunciava a primeira das Sete Palavras e dava a sua interpretação. Terminando, ele descia e caía de joelhos diante do altar, rezando. Enquanto rezava, o espaço de tempo era preenchido com a música. Assim, repetia-se a cerimônia sete vezes e, cada vez, a orquestra entrava com a música depois da nova palavra pronunciada. E, para este ritual, eu tinha que compor músicas de acordo com as palavras pronunciadas. Esta tarefa de criar 7 adágios, cada um com duração de 10 minutos que se seguiam sucessivamente e que não deveriam cansar os presentes, não era uma tarefa fácil.".  
Sobre os eventos, Guilherme Mannis ressalta: “Os convites para dirigir estas orquestras são extremamente positivos, pois refletem o reconhecimento de um trabalho bem feito no Brasil, aqui mesmo em Sergipe. Proporcionam ainda um intercâmbio saudável e positivo entre propostas artísticas. Sinto-me honrado em representar o país e o Estado de Sergipe, no qual desenvolvo plenamente minhas atividades.”

quarta-feira, 6 de abril de 2011

ORSSE estreia a Temporada 2011 de Música de Câmara no Palácio Museu Olímpio Campos



Nesta próxima sexta-feira, 08 de abril de 2011, às 19h, no hall do Palácio Museu Olímpio Campos, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE), sob a direção do maestro Guilherme Mannis, inicia sua Temporada 2011 de música de câmara. Direcionada para um público que admira o incrível e vasto repertório escrito pelos compositores para grupos seletos de instrumentistas, esta temporada apresentará 9 concertos, alternados  entre dois locais: o Palácio Museu, recentemente restaurado e organismo vivo da cultura sergipana, e a Biblioteca Pública Epifânio Dória, que possui auditório específico para esse fim. Os concertos serão realizados sempre nas últimas terças-feiras do mês, e este dia da semana, já tradicionalmente, dá nome a essa série tão especial: “Terças musicais”.

Para o spalla da ORSSE, Márcio Rodrigues, o projeto provoca o aprimoramento dos instrumentistas: “Uma vez expostos nas apresentações, os músicos que participam do projeto têm de ter uma grande qualidade em sua performance, técnica e estilisticamente. Isso faz com que todos se aprimorem e que o nível da orquestra cresça como um todo. É um projeto vital para o grupo.” Já o regente assistente Daniel Nery acredita que o público sergipano tem grande interesse nesse repertório: “São pérolas da música universal apresentadas em concertos para os quais os músicos empreendem muita dedicação. A nossa população merece ouvir essas obras.”

A estreia desta temporada não poderia ser diferente: terá como ênfase as cordas, principal naipe da orquestra. Sob a regência de Guilherme Mannis e Daniel Nery, os músicos apresentarão duas obras inéditas no Estado: o Quinteto para cordas K.406, de Mozart, em versão orquestral de Mannis, a Suíte Holberg do compositor norueguês Edvard Grieg, e finalmente, o brasileiríssimo “Burrico de Pau”, da Sonata para cordas do compositor campineiro Antônio Carlos Gomes.

Para o diretor artístico do grupo, reger este concerto é sempre uma nova oportunidade de captar novos públicos para a ORSSE: “Me lembro que em nosso último concerto um dos espectadores não se conteve e veio parabenizar nosso trabalho ali, na frente mesmo. A beleza é que agora ele não perde mais nenhuma apresentação. Se conseguimos captar novos públicos sempre, sobretudo em nosso Estado que não possuía, até pouco tempo, qualquer tradição em nossa área, estamos no caminho certo”, completou.

Confira a Temporada de Câmara 2011 da ORSSE:

ABRIL
26
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Alberto NEPOMUCENO
Quarteto de cordas nº3, em ré menor, Brasileiro
Antonin DVORAK
Quinteto de cordas em sol maior, op. 77

MAIO
31
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Radamés GNATALLI
Suíte para quinteto de sopros
Osvaldo LACERDA
Suíte para cinco

JUNHO
28
Biblioteca Pública Epifânio Dória

GUILHERME MANNIS, regente

Gioacchino ROSSINI
Sonata nº2, em lá maior
Wolfgang Amadeus MOZART
Divertimento em si bemol maior, KV 186
Igor STRAVINSKY
A história do soldado

JULHO
26
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Claude DEBUSSY
Sonata para flauta viola e harpa
Gabriel FAURÉ
Quarteto com piano nº1, em dó menor, op. 15

AGOSTO
30
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Repertório a Definir

SETEMBRO
27
Palácio Museu Olímpio Campos - Hall

Johann Sebastian BACH
Suíte nº1, para violoncelo solo, em sol maior, BWV 1007
Aaron COPLAND
Appalachian spring
Igor STRAVINSKY
Pulcinella

OUTUBRO
25
Palácio Museu Olímpio Campos - Hall

DANIEL NERY, regente
CORO SINFÔNICO DA ORSSE
DANIEL FREIRE, regente
Johann Sebastian BACH
Cantata nº93: “Wer nur den lieben Gott lasst walten”
Gioacchino ROSSINI
Sonata nº6, em ré maior, para cordas
Edvard GRIEG
Suíte Holberg

NOVEMBRO
28
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Wolfgang Amadeus MOZART
Quinteto com trompa em mi bemol maior, KV 407
Johannes BRAHMS
Trio com piano nº3, em dó menor, op. 101

DEZEMBRO
13
Palácio Museu Olímpio Campos – Hall

Franz SCHUBERT
Octeto, op.166
Gioacchino ROSSINI
Sonata nº3, em dó maior

Temporada sujeita a alterações


Ficha técnica

Estreia da Temporada 2011 de Câmara da Orquestra Sinfônica de Sergipe
Regência: Guilherme Mannis e Daniel Nery
Local: Hall de entrada do Palácio-Museu Olímpio Campos
Data: 08 de abril de 2011, sexta-feira
Horário:19h
Entrada franca
Realização: Secretaria de Estado da Cultura e Secretaria de Estado da Casa Civil
Patrocínio: Instituto Banese e Banese Card
Apoio: Fundação Aperipê e Segrase
Créditos das fotos:
Márcio Rodrigues, acervo pessoal
Orquestra Sinfônica de Sergipe, Marcelle Christine
Detalhe do hall do PMOC, Lineu Lins