quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

FINALISTA DO CONCURSO INTERNACIONAL BNDES DE PIANO FAZ UM RECITAL ESPECIAL EM ARACAJU

No próximo dia 03 de dezembro, o auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dórea recebe uma das revelações do Concurso Internacional BNDES de Piano do Rio de Janeiro. O jovem pianista russo Evgeny Brakhman traz um repertório com obras de Bach, Rachmaninov, Brahms e Prokofiev. O recital faz parte do Festival Internacional BNDES de Piano do Rio de Janeiro e será às 19h30, com entrada franca.
Com muitas premiações na carreira, principalmente, nos concursos de Cleveland, de Tiflis e do Rio de Janeiro, conduziram Brakhman a palcos e orquestras famosos: o Severance Hall em Cleveland, Teatre de la Ville em Paris, o Grand Hall do Conservatório de Tiflis, e o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Como solista atuou com as orquestras de Cleveland, Nacional Russa, Nacional da Georgia e a Sinfônica Brasileira. No ano Schumann e Chopin tocou em Verona e Pádua, Itália e em Zelazowa Wola, Polonia.
Em 2011 fez turnês com os violinistas Graf Mouja e Sergei Ostrovsky na França e em Israel. Seus próximos concertos na Rússia serão com o trompetista Sergei Nakariakov e o violista Daniil Grishin. Apresenta-se com regularidade em Moscou, Ekaterinburgo, Kostroma e diversas outras cidades russas.
Na oportunidade, também será lançado o livro Guiomar Novaes do Brasil, escrito pelos jornalistas Luciana Medeiros e João Luiz Sampaio, que acompanha a carreira de Guiomar Novaes nos Estados Unidos, com ênfase em sua trajetória em Nova York. O conteúdo, levantado em pesquisas e entrevistas no Brasil e nos Estados Unidos, procura relacionar Guiomar e sua época, seguindo a linha de sua carreira americana que foi de 1915 a 1972, sempre aclamada como soberana do piano mundial pelos críticos e pelo público.
O concurso
Com patrocínio exclusivo do BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – e as parcerias com a Orquestra Sinfônica Brasileira e o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Concurso teve sua primeira edição em 2009, homenageando Jacques Klein; a segunda edição, em 2010, celebrou Guiomar Novaes (1894-1979). A partir de agora, o Concurso passa a ser realizado de dois em dois anos.
Daniil Trifonov, vencedor do Concurso Tchaikovsky 2011; Fábio Martino e Sasha Grynyuk, vencedores do Concurso Internacional BNDES do Rio em 2010 e 2009; Haochen Zhang, vencedor do Concurso Van Cliburn 2009; Lukas Geniusas, segundo lugar do Concurso Chopin 2010; Kotaro Fukuma e Evgeny Brakhman, segundo e terceiro colocados no Concurso Internacional BNDES do Rio em 2010, se apresentarão no Rio de Janeiro, no Theatro Municipal e no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ. Em seguida, Martino, Brakhman, Fukuma e Sasha Grynyuk - vencedores do Concurso Internacional BNDES do Rio em 2009 e 2010 - apresentam-se em concertos no Rio de Janeiro, Manaus, Recife, Belém, Aracaju e Fortaleza.
A premiação do Concurso Internacional BNDES de Piano do Rio de Janeiro é das mais vultosas da atualidade e alcançou, em 2010, R$ 200 mil, um dos maiores valores do mundo em concursos. O vencedor do primeiro lugar recebeu R$ 80 mil e também a realização de concertos no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. Em cada edição, os concorrentes apresentaram uma obra de compositor brasileiro homenageado. Na primeira edição, Cláudio Santoro e na segunda, Edino Krieger.
PROGRAMA
J. S. Bach /  F. Busoni             
Chaconne em ré menor

S. Rachmaninov                    
Seis prelúdios op. 23 e 32


Intervalo


J. Brahms                              
Seis peças op. 118

Prokofiev                               
Sonata nº 7 em Si bemol Maior op. 83

I.             Allegro inquieto
II.           Andante caloroso
III.          Precipitato 

Alguns Vídeos:

BRAHMS, Seven Fantasies, op. 116/ Parte 01/06 - 2010



   San Marino Piano Competition/2006
 S.Rachmaninoff: Concerto n.3 Re min op.30

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

ORSSE: Dia do Músico com Villa-Lobos e o maestro convidado Marcelo de Jesus



Homenagear aqueles que desenvolvem a arte da música. Esse é um dos motivos que levará a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) ao palco do Teatro Tobias Barreto, na próxima sexta-feira, 25 de novembro, às 20h30. Pela série “Cajueiros VIII”, a orquestra sergipana homenageia os músicos sergipanos com a apresentação de uma grande obra de Heitor Villa-Lobos, Choros nº6, interpretada pela primeira vez em Sergipe. Os ingressos para este concerto, que tem início às 20h30, já estão à venda na bilheteria no teatro ao preço de R$ 15.
Mantida pelo Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com patrocínio do Instituto Banese e apoio da Fundação Aperipê e Segrase, a ORSSE continua a fomentar a música clássica entre a população e a propiciar ao público sergipano contato com renomados músicos nacionais e internacionais. Para esta ocasião, o convidado é o maestro titular da Orquestra de Câmara do Amazonas, Marcelo de Jesus, que regerá a sinfônica sergipana.

Segundo o diretor artístico e regente titular da ORSSE, Guilherme Mannis, Marcelo de Jesus é um grande talento da nova geração de maestros brasileiros, e suas interpretações sempre contribuem para o crescimento artístico da orquestra. “É vital que a ORSSE tenha a capacidade de ter estreitas relações com a Amazonas Filarmônica, e que possa, num futuro próximo, realizar importantes trabalhos com essa orquestra”, afirma.

Para esta apresentação, o repertório é composto por peças que utilizam a o grupo sinfônico em sua plenitude.  A Sinfonia em Dó menor, de Bellini, evidenciará a grande ligação do Maestro Marcelo de Jesus com a música lírica, especialmente ao bel canto. Já “Os Prelúdios” de Franz Liszt, um poema sinfônico composto acerca das “Meditações Poéticas” de Afonso de Lamartine (1790-1820), têm sua inspiração na base poética. A música programática, conceito de que a música era capaz de inspirar sentimentos e sensações dos textos literários, foi a base para essa composição. A peça será executada ainda em homenagem ao ano Liszt: 2011 consiste no bicentenário de nascimento deste grande compositor.

 

O grande destaque dessa programação são os “Choros Nº 6”, do nosso Patrono da Música Clássica, Heitor Villa-Lobos. Obra desdobrada em um caleidoscópio de cores e formas musicais tipicamente brasileiras, uma verdadeira combinação de sonoridades das ruas do Rio de Janeiro com expressões inovadoras, utilização grandiosa dos instrumentos de percussão e forte influência dos grandes impressionistas franceses, como Debussy e Ravel. Em apresentação inédita no Estado, a obra é das mais complexas para orquestra sinfônica: um grande desafio lançado à ORSSE, e um enorme presente aos músicos e ao público sergipano. “Um concerto vigoroso e que celebra uma profissão muito séria e repleta de bons talentos, inclusive em Sergipe”, finaliza o maestro.

 

SERVIÇO

O quê: Concerto da ORSSE – “Cajueiros VIII”
Quando: Sexta-feira, 25 de novembro de 2011, 20h30  
Onde: Teatro Tobias Barreto
Quanto: R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia)

FICHA TÉCNICA

Marcelo de Jesus, regente convidado                                                                               

Vincenzo BELLINI
Sinfonia em Dó Menor (10’)
Franz LISZT
Les Prèludes, S. 97, Poema Sinfônico
Heitor VILLA-LOBOS
Choros nº6 

sábado, 5 de novembro de 2011

Dois Solistas Americanos encerrram a série "Sons da Catedral" com a ORSSE





A Catedral Metropolitana de Aracaju receberá a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) para o encerramento da série "Sons da Catedral". Na próxima quinta-feira, 10 de novembro, às 19h, a orquestra sergipana encerrará com chave de ouro a série que já trouxe grandes nomes da música nacional para Sergipe, a exemplo de Antonio Del Claro, Gabriela Queiroz e o maestro Leonardo David. Dessa vez o concerto terá a participação dos solistas americanos Dr. Kevin Vigneau, oboísta e Kimberly Fredenburgh, violista.

 
 Mantida pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com patrocínio do Instituto Banese e Banese Card, conta com o apoio da Fundação Aperipê e Segrase. A vinda de dois representantes da cultura americana para Sergipe, proporciona ao público um importante intercâmbio cultural entre o Brasil e os Estados Unidos. “Esses solistas além de serem muito bons, são professores em excelentes universidades. Sua atividade didática para com nossos músicos resultará, sem dúvida, em melhores performances nos concertos”, afirma o diretor artístico e regente titular da ORSSE, Guilherme Mannis.


Sob a regência do maestro assistente da ORSSE, Daniel Nery, a orquestra executará as seguintes obras: Finlândia, Op. 26, de Jean Sibelius, Concerto para oboé e orquestra de cordas, em lá menor, de Ralph Vaughan Williams, Concerto para viola e orquestra, de Béla Bartok e Marcha Eslava, Op. 31, de Piotr Ilitch Tchaikovsky. O repertório faz parte da trajetória da dupla, que pretende com isso evidenciar as particularidades sonoras do oboé e da viola.
A 6ª edição da série encerra um ciclo e também homenageia o dia Nacional da Cultura, comemorado no dia 5 de novembro, e os 26 anos de tombamento como Patrimônio Histórico de Sergipe da Catedral Metropolitana de Aracaju. O projeto “Sons da Catedral” tem o apoio da Arquidiocese de Aracaju e da Paróquia Nossa Senhora da Conceição.



 


SERVIÇO

O quê: Concerto da ORSSE "Sons da Catedral VI"
Quando: 10 de outubro de 2011, 19h
Onde: Catedral Metropolitana de Aracaju 
Entrada franca
FICHA TÉCNICA

Daniel Nery, regente
Kimberly Fredenburgh, viola
Kevin Vigneau, oboé

Jean SIBELIUS
Finlandia, Op. 26
Ralph VAUGHAN WILLIAMS
Concerto para oboé e orquestra de cordas, em lá menor
Béla BARTOK  
Concerto para viola e orquestra
Piotr Ilitch Tchaikovsky
Marcha Eslava, Op. 31

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terça-feira, 18 de outubro de 2011

ORSSE apresenta: concerto especial em homenagem ao dia do servidor público



No próximo domingo, 23, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) recebe dentro da série Mangabeiras VI, convidados muito especiais. Este concerto é uma homenagem ao dia do funcionário público e será realizado no Teatro Tobias Barreto às 19 horas. Os ingressos, vendidos a preços populares, já estão disponíveis na bilheteria do teatro.
Mantida pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult) com o patrocínio do Instituto Banese e Banese Card, a ORSSE conta com o apoio da Fundação Aperipê e da Segrase. Nessa apresentação o grupo será regido pelo maestro convidado CláudioCohen, e terá a participação do solista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, o sergipano JoséBatista Jr., juntamente com o spalla das violas da OSB,  Gabriel Marin; todos eles farão dessa homenagem um momento muito especial. Formada por servidores públicos estaduais, a ORSSE mantém em seu núcleo profissionais de altíssimo nível, mestres e doutores em música que diariamente dão sua contribuição para o engradecimento da arte musical em Sergipe.
De acordo com o o maestro titular e diretor artístico da ORSSE, Guilherme Mannis, o público sergipano será presenteado com um espetáculo de muita qualidade. O maestro Cohen é violinista de formação e trará para Sergipe sua experiência enquanto regente de uma das principais orquestras do Brasil, a Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro”, afirma o maestro Mannis.
O repertório para esta apresentação, é composto pelas peças Abertura Egmont, Op. 84, de Ludwig van Beeethoven, Concerto para clarinete e viola, op.88, em mi menor, de Max Bruch e Sinfonia n° 2, op. 61, em Dó maior, de Robert Schumann.
maestro Claudio Cohen

 Sobre o repertório
A peça ‘Abertura Egmont’, encomendada a Beethoven em 1809, consiste num conjunto composto pela abertura e mais nove peças para voz e para orquestra, que narram a história da perseguição espanhola ao povo dos Países Baixos durante a Inquisição, nos anos 1567-68. Conde Egmont é a princípio leal aos espanhóis, porém se sente incomodado quando vê as injustiças cometidas por eles e pede tolerância por parte do Rei espanhol. No entanto, o Rei manda o cruel Duque de Alba para comandar as forças espanholas naquele território e, assim, Conde Egmont é preso e sentenciado à morte. Porém, sua morte como mártir servirá mais tarde como impulso decisivo para a rebelião.
Gabriel Marin

José Batista Jr.
O Concerto para clarinete e viola, op.88, em mi menor, escrito por Max Bruch em 1911, em homenagem ao seu filho Max Bruch Felix. Sua primeira apresentação, em 1912, contou com Willy Hess (viola) e Felix Max Bruch (clarinete) como solistas. É composto pelos seguintes movimentos: Andante con moto, Allegro moderato e Allegro molto.




A Sinfonia n° 2, op. 61, em Dó maior foi escrita por Schumann em dezembro de 1845. Após sofrer um colapso nervoso em agosto 1844, os sintomas agravaram-se, levando-o a uma quase total improdutividade no ano seguinte. E então, na segunda semana de dezembro, a Segunda Sinfonia começou a aparecer, ficou pronta em três semanas. A estreia se deu no dia 05 de novembro de 1846 com a orquestra da Gewandhaus de Leipzig, sob a regência de Feliz Mendelssohn. 

SERVIÇO

O quê: Concerto da ORSSE  “Mangabeiras VI”
Quando: 23 de outubro de 2011, domingo, 19h                                                                 
Onde: Teatro Tobias Barreto                                                                                      
Quanto: R$ 15 e R$ 7,50 (meia)

FICHA TÉCNICA
Cláudio Cohen, regente convidado
Gabriel Marin,viola
José Batista Júnior, clarinete

Ludwig van
Beethoven
Abertura Egmont, Op. 84
Max BRUCH
Concerto para clarinete e viola, op.88, em mi menor
   I. Andante con moto
   II. Allegro moderato
   III. Allegro molto
Robert SCHUMANN
Sinfonia n° 2, op. 61, em Dó maior
   I. Sostenuto assai — Allegro, ma non troppo
   II. Scherzo: Allegro vivace
   III. Adagio espressivo
   IV. Allegro molto vivace

terça-feira, 4 de outubro de 2011

ORSSE estreia peça de André Mehmari dedicada à sergipanidade


No próximo dia 12 de outubro, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência do maestro Guilherme Mannis, realizará a estreia de uma música inspirada em temas sergipanos composta pelo  multiinstrumentista  André Mehmari, um dos mais importantes artistas de nossa contemporaneidade. Ele estará pela primeira vez em Sergipe para abrilhantar a “Série Mangabeiras 
V”, da Temporada 2011 de concertos da ORSSE. Pianista, arranjador e compositor, ele é um dos mais originais e completos músicos brasileiros da sua geração, recebendo encomendas de diversas orquestras brasileiras e internacionais, e tocando com ícones da música popular como Milton Nascimento, Guinga, Ná Ozzetti, Dori Caymmi e Edu Lobo. Nesse concerto, inteiramente dedicado às suas composições, além de atuar como pianista 
solista com a ORSSE, Mehmari fará estréia mundial da peça “Boa Noite, meus Senhores”, encomendada pela nossa orquestra, e que faz alusão aos nosso ricos elementos culturais, em um resgate histórico de nossas tradições. Completa o programa o Concerto para Fagote, Harpa e Cordas, com solos de um dos mais talentosos fagotistas da atualidade, o paulista Fabio Cury, e da romena Mariana Tudor. Os ingressos, a preços populares, já estão disponíveis na bilheteria do Teatro Tobias Barreto. A ORSSE é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (SECULT), possui o importante patrocínio do Instituto Banese e Banese Card e conta com o apoio cultural da Fundação Aperipê e Segrase.

“Boa Noite meus Senhores” é uma peça inspirada na produção folclórica do Estado de Sergipe: quatro temas populares dispostos numa escrita orquestral moderna consistem na primeira obra de Mehmari baseada em temas folclóricos brasileiros. Tal proposta vai ao encontro do projeto da ORSSE de fomentar a produção local fortalecendo a interlocução com os movimentos culturais sergipanos e colocando o grupo no papel de destaque entre as orquestras brasileiras no sentido de valorizar a produção nacional e de talentos da contemporaneidade.
Outro destaque do programa é o Concerto para Fagote, Harpa e Cordas, encomendado pelo solista da noite, Fábio Cury. Através do lançamento de seu premiado CD, no ano passado, de obras brasileiras para fagote e orquestra, o instrumentista virtuoso explora todo o rico espectro de timbres e expressões artísticas do fagote, instrumento grave da famíliadas madeiras, de som delicado
e, ao mesmo tempo, com grande potência e projeção.

Na segunda parte do concerto, Mehmari será o solista, ao piano, de obras de beleza e delicadeza raras. “Um anjo nasce”, de sua autoria, será seguida da delicada “Rosa”, de Pixinguinha. Seguem leituras do compositor de peças Mozartianas, especificamente de árias de Cherubino da ópera “As bodas de Fígaro”, bem como o Andante de seu “Concerto Chorado” para piano e orquestra.

Nas palavras do diretor da ORSSE, Guilherme Mannis, todos estão emocionados para receber o artista em Sergipe: “Poder trabalhar com Mehmari é uma honra, ele que é um dos músicos mais completos e sensíveis que nosso país já produziu. Estrear uma de suas obras, feita para Sergipe e baseada em nossas raízes é encantador. Será mais um momento marcante de toda a produção da ORSSE”. Mannis comandará ao pódio este concerto, ponto alto da Temporada 2011 da orquestra.

O compositor: André Mehmari nasceu em 22 de abril de 1977, em Niterói-RJ. Pianista, arranjador, compositor e multiinstrumentista é um dos mais originais e completos músicos brasileiros da sua geração.  Participa como solista em importantes festivais de jazz nacionais e internacionais. Compositor prolífico e requisitado, premiado tanto na área erudita quanto popular, fez a música orquestral de abertura dos jogos panamericanos do Rio e suas composições e arranjos são tocados pelos mais expressivos grupos orquestrais e de câmara brasileiros, entre eles OSESP, OSB, OPES, Camerata Antiqua de Curitiba, Banda Sinfônica de SP, Orquestra de Câmera do Amazonas, Sujeito a Guincho, Quinteto Villa-Lobos.  Composições  recentes incluem 'Contraponto, Ponte e Ponteio', encomenda da Orquestra Petrobras Sinfônica, 'A Cidade do Sol', encomenda da Deutsche Welle para a primeira turnê internacional da Sinfonica Heliópolis e também obras para piano solo. Como instrumentista já atuou ao lado de Milton Nascimento, Sérgio Santos, Guinga, Mônica Salmaso,Toninho Horta, Ná Ozzetti, Dori Caymmi e Edu Lobo, entre muitos outros nomes da música popular brasileira. Lançou recentemente o álbum Gismonti Pascoal, premiado como o melhor álbum instrumental do ano de 2010. Assinou um contrato com o selo italiano EGEA, para gravação de discos e concertos na Europa pelos próximos anos.



Programa

Série Mangabeiras V

"Mehmari in Concert"
12 de outubro, quarta-feira, 20h30
Teatro Tobias Barreto
Ingressos R$15 e R$7,50

Guilherme Mannis, regente
André Mehmari, piano
Fábio Cury, fagote
Mariana Tudor, harpa

André MEHMARI (1977)
Boa noite meus senhores (Estreia Mundial)
Concerto para fagote, harpa e cordas

Intervalo

Um anjo nasce
Rosa
Cherubino
Concerto chorado - Andante
No so più cosa son



Ficha Técnica

Orquestra Sinfônica de Sergipe
Série Mangabeiras V

Teatro Tobias Barreto
Dia 12 de outubro de 2011, 20h30
Ingressos R$ 15 e R$ 7,50
Bilheteria: 79 3179 1496 / 12h – 20h
Informações: 79 3179 1480 / 8h – 13h e 15h – 18h
Av. Tancredo Neves, 2209, D.I.A., Aracaju-SE
www.orquestrasinfonica.se.gov.br

sábado, 10 de setembro de 2011

Maestro da Camerata-SESI do Espírito Santo, rege a série "Sons da Catedral III"







Dando continuidade a sua Temporada 2011, a Orquestra Sinfônica de Sergipe volta a apresentar-se a seu público no dia 16 de setembro de 2011 às 19h. O terceiro concerto da série “Sons da Catedral”, na Catedral Metropolitana de Aracaju, é realizado em parceria com a Arquidiocese de Aracaju e a Secretaria de Estado da Cultura. As primeiras apresentações na Catedral, em 2007, tinham aspecto sacro e direcionado a um público específico. Ao longo dos anos a série foi se aperfeiçoando para atender um público cada vez mais exigente e diversificado. Desde então, em todos os anos, são realizados em média 05 concertos na Catedral e todos os sergipanos são presenteados com concertos inesquecíveis, dentro daquela que se tornou uma referência arquitetônica e turística na cidade de Aracaju.
Para o maestro Guilherme Mannis, diretor artístico e regente titular da ORSSE, tocar na Catedral é sempre uma experiência única para a formação. “A acústica é diferente, mais reverberante, o que faz com que os músicos tenham de se adaptar rapidamente a um cenário musical diferente do Teatro Tobias Barreto. Além disso, o ambiente de resplendor da Catedral fornece ao concerto um aspecto especial. Todas as nossas apresentações nesse espaço são marcantes e inesquecíveis”.
Neste concerto, a regência será do maestro convidado Leonardo David, maestro titular da Camerata SESI e maestro adjunto da Filarmônica do Espírito Santo. A ORSSE executará obras de grande envergadura do repertório sinfônico como a Sinfonia n. 5 em mi menor, do russo Peter Ilich Tchaikovsky. O solista da noite será o violinista spalla da orquestra, Márcio Rodrigues que executará o Concerto para Violino e Orquestra em sol menor, de Max Bruch.

O Regente:

LEONARDO DAVID, maestro convidado
Iniciou seus estudos musicais aos 07 anos, em um projeto musical do SESI-ES. Foi aluno dos professores: Carmelita Reis (RJ), Edson Queiroz de Andrade (MG), e na classe do Profº Hariton Nathanailidis graduou-se Bacharel em Música – Habilitação em Violino. Foi professor de violino da Faculdade de Música do ES de 2001 a 2008. É Maestro titular / Diretor artístico da Orquestra de Câmara Camerata SESI-ES e Coro do SESI-ES. Foi o fundador e regente da orquestra camerata jovem da Faculdade de Música do ES, com a qual realizou diversas apresentações pelo Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais. É regente e coordenador dos coros e orquestra da IEBV. Desde setembro de 2008 é aluno de regência do renomado Maestro Isaac Karabtchevsky, tendo sido orientado em Olinda-PE e Riva-Itália. Atuou diante das seguintes orquestras: World Youth Orchestra, Orquestra Sinfônica Nacional do Paraguay, Orquestra Sinfônica de Recife, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, Junge Philharmonie Salzburg, Orquestra de Câmara Instituto Preservate, Orquestra Camerata Jovem da Fames, Orquestra de Câmara do ES, Orquestra de Câmara do SESIMINAS - MG, Orquestra Filarmonica do ES e Orquestra Bachiana Filarmônica - SP, esta última em recente concerto na Sala São Paulo.
Exerce a função de coordenador da Fundação Bachiana SP (Maestro João Carlos Martins) no Espírito Santo, realizando o trabalho de formação da orquestra de câmara de Cariacica. É maestro e diretor artístico da Orquestra Camerata SESI-ES e Coral do SESI-ES.Desde abril de 2011 é o Maestro Adjunto da Orquestra Filamônica do ES.
  
A Solista:

GABRIELA QUEIROZ, violino







Nas­cida em Ca­ta­guases-MG, ini­ciou seus es­tudos de vi­o­lino aos quatro anos em João Pessoa-PB, onde foi aluna de Ademar Rocha e Yerko Pinto. Aos de­zes­sete anos mudou-se para o Rio de Ja­neiro onde passou a es­tudar com Da­niel Guedes, con­cluindo seu Ba­cha­re­lado no Con­ser­va­tório Bra­si­leiro de Mú­sica em 2007. Es­tudou entre os anos de 2007 e 2008 com o pro­fessor Mar­cello Guer­ch­feld em Porto Alegre-RS. Também teve aulas com De­tlef Hahn em Lon­dres e Pa­tinka Kopec em Nova Iorque. Atu­al­mente re­cebe ori­en­tação do pro­fessor Sh­muel Ash­ke­nasi, vi­o­li­nista do fa­moso Quar­teto Ver­meer. Em 2010 par­ti­cipou do “Keshet Eilon Vi­olin Mas­ter­course” em Is­rael, onde pode par­ti­cipar de Master Classes mi­nis­trados por mes­tres como Ida Ha­endel e Haim Taub, além de re­no­mados vi­o­li­nistas da atual ge­ração como Sh­lomo Mintz, Vadim Gluzman, Hagai Shaham, entre ou­tros.

Ob­teve pri­meiro lugar em im­por­tantes con­cursos, entre eles o “Con­curso Jo­vens Ins­tru­men­tistas” – Pi­ra­ci­caba-SP em 2001, o “Con­curso Jo­vens So­listas da OSBA” em 2003 e 2006 e o “Con­curso Furnas Ge­ração Mu­sical” também em 2006. Em 2010 ob­teve o 2º Lugar no “Con­curso Nelson Freire”.

Vem se apre­sen­tando como so­lista das se­guintes or­ques­tras: Sinfô­nica Bra­si­leira, Sinfô­nicas da Bahia, da Pa­raíba, do Rio Grande do Norte, de Pi­ra­ci­caba, Or­questra de Câ­mera de Bu­da­peste entre ou­tras. Como re­ci­ta­lista e ca­me­rista, vem atu­ando in­ten­sa­mente em todo o Brasil ao lado de re­no­mados mú­sicos como Sh­muel Ash­ke­nasi, Ori Kam, Da­niel Guedes e agora também como membro do Quar­teto da Gua­na­bara.

Como pro­fes­sora le­ci­onou nos Fes­ti­vais de Do­mingos Mar­tins – ES e São Brás – MG, e acaba de as­sumir o cargo de Pro­fes­sora Au­xi­liar da Es­cola de Mú­sica da UFRJ. Foi vi­o­li­nista da Or­questra Sinfô­nica Bra­si­leira entre os anos de 2003 e 2010. Ga­briela atu­al­mente toca em um vi­o­lino “Giu­seppe Ga­gliano” que per­tenceu à vi­o­li­nista Ma­riuccia Ia­co­vino, gen­til­mente ce­dido por My­riam Dau­els­berg.



Serviço:

Orquestra Sinfônica de Sergipe
 “Sons da Catedral III”
 Catedral Metropolitana de Aracaju
Dia 16 de setembro de 2011, 19h
Entrada Franca

Leonardo David, regente convidado
Gabriela Queiroz, violino
 
Programa:
Giuseppe VERDI (1813-1901)
Abertura da ópera “I Vespri Siciliani”
Max BRUCH (1838-1920)
Concerto para violino nº1, op.26, em sol menor
Piotr Ilytch TCHAIKOVSKY (1840-1893)
Sinfonia nº5, op.64, em mi menor

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Contatos úteis:
Orquestra Sinfônica de Sergipe

79 3179 1480
www.orquestrasinfonica.se.gov.br