terça-feira, 4 de outubro de 2011

ORSSE estreia peça de André Mehmari dedicada à sergipanidade


No próximo dia 12 de outubro, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência do maestro Guilherme Mannis, realizará a estreia de uma música inspirada em temas sergipanos composta pelo  multiinstrumentista  André Mehmari, um dos mais importantes artistas de nossa contemporaneidade. Ele estará pela primeira vez em Sergipe para abrilhantar a “Série Mangabeiras 
V”, da Temporada 2011 de concertos da ORSSE. Pianista, arranjador e compositor, ele é um dos mais originais e completos músicos brasileiros da sua geração, recebendo encomendas de diversas orquestras brasileiras e internacionais, e tocando com ícones da música popular como Milton Nascimento, Guinga, Ná Ozzetti, Dori Caymmi e Edu Lobo. Nesse concerto, inteiramente dedicado às suas composições, além de atuar como pianista 
solista com a ORSSE, Mehmari fará estréia mundial da peça “Boa Noite, meus Senhores”, encomendada pela nossa orquestra, e que faz alusão aos nosso ricos elementos culturais, em um resgate histórico de nossas tradições. Completa o programa o Concerto para Fagote, Harpa e Cordas, com solos de um dos mais talentosos fagotistas da atualidade, o paulista Fabio Cury, e da romena Mariana Tudor. Os ingressos, a preços populares, já estão disponíveis na bilheteria do Teatro Tobias Barreto. A ORSSE é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (SECULT), possui o importante patrocínio do Instituto Banese e Banese Card e conta com o apoio cultural da Fundação Aperipê e Segrase.

“Boa Noite meus Senhores” é uma peça inspirada na produção folclórica do Estado de Sergipe: quatro temas populares dispostos numa escrita orquestral moderna consistem na primeira obra de Mehmari baseada em temas folclóricos brasileiros. Tal proposta vai ao encontro do projeto da ORSSE de fomentar a produção local fortalecendo a interlocução com os movimentos culturais sergipanos e colocando o grupo no papel de destaque entre as orquestras brasileiras no sentido de valorizar a produção nacional e de talentos da contemporaneidade.
Outro destaque do programa é o Concerto para Fagote, Harpa e Cordas, encomendado pelo solista da noite, Fábio Cury. Através do lançamento de seu premiado CD, no ano passado, de obras brasileiras para fagote e orquestra, o instrumentista virtuoso explora todo o rico espectro de timbres e expressões artísticas do fagote, instrumento grave da famíliadas madeiras, de som delicado
e, ao mesmo tempo, com grande potência e projeção.

Na segunda parte do concerto, Mehmari será o solista, ao piano, de obras de beleza e delicadeza raras. “Um anjo nasce”, de sua autoria, será seguida da delicada “Rosa”, de Pixinguinha. Seguem leituras do compositor de peças Mozartianas, especificamente de árias de Cherubino da ópera “As bodas de Fígaro”, bem como o Andante de seu “Concerto Chorado” para piano e orquestra.

Nas palavras do diretor da ORSSE, Guilherme Mannis, todos estão emocionados para receber o artista em Sergipe: “Poder trabalhar com Mehmari é uma honra, ele que é um dos músicos mais completos e sensíveis que nosso país já produziu. Estrear uma de suas obras, feita para Sergipe e baseada em nossas raízes é encantador. Será mais um momento marcante de toda a produção da ORSSE”. Mannis comandará ao pódio este concerto, ponto alto da Temporada 2011 da orquestra.

O compositor: André Mehmari nasceu em 22 de abril de 1977, em Niterói-RJ. Pianista, arranjador, compositor e multiinstrumentista é um dos mais originais e completos músicos brasileiros da sua geração.  Participa como solista em importantes festivais de jazz nacionais e internacionais. Compositor prolífico e requisitado, premiado tanto na área erudita quanto popular, fez a música orquestral de abertura dos jogos panamericanos do Rio e suas composições e arranjos são tocados pelos mais expressivos grupos orquestrais e de câmara brasileiros, entre eles OSESP, OSB, OPES, Camerata Antiqua de Curitiba, Banda Sinfônica de SP, Orquestra de Câmera do Amazonas, Sujeito a Guincho, Quinteto Villa-Lobos.  Composições  recentes incluem 'Contraponto, Ponte e Ponteio', encomenda da Orquestra Petrobras Sinfônica, 'A Cidade do Sol', encomenda da Deutsche Welle para a primeira turnê internacional da Sinfonica Heliópolis e também obras para piano solo. Como instrumentista já atuou ao lado de Milton Nascimento, Sérgio Santos, Guinga, Mônica Salmaso,Toninho Horta, Ná Ozzetti, Dori Caymmi e Edu Lobo, entre muitos outros nomes da música popular brasileira. Lançou recentemente o álbum Gismonti Pascoal, premiado como o melhor álbum instrumental do ano de 2010. Assinou um contrato com o selo italiano EGEA, para gravação de discos e concertos na Europa pelos próximos anos.



Programa

Série Mangabeiras V

"Mehmari in Concert"
12 de outubro, quarta-feira, 20h30
Teatro Tobias Barreto
Ingressos R$15 e R$7,50

Guilherme Mannis, regente
André Mehmari, piano
Fábio Cury, fagote
Mariana Tudor, harpa

André MEHMARI (1977)
Boa noite meus senhores (Estreia Mundial)
Concerto para fagote, harpa e cordas

Intervalo

Um anjo nasce
Rosa
Cherubino
Concerto chorado - Andante
No so più cosa son



Ficha Técnica

Orquestra Sinfônica de Sergipe
Série Mangabeiras V

Teatro Tobias Barreto
Dia 12 de outubro de 2011, 20h30
Ingressos R$ 15 e R$ 7,50
Bilheteria: 79 3179 1496 / 12h – 20h
Informações: 79 3179 1480 / 8h – 13h e 15h – 18h
Av. Tancredo Neves, 2209, D.I.A., Aracaju-SE
www.orquestrasinfonica.se.gov.br

sábado, 10 de setembro de 2011

Maestro da Camerata-SESI do Espírito Santo, rege a série "Sons da Catedral III"







Dando continuidade a sua Temporada 2011, a Orquestra Sinfônica de Sergipe volta a apresentar-se a seu público no dia 16 de setembro de 2011 às 19h. O terceiro concerto da série “Sons da Catedral”, na Catedral Metropolitana de Aracaju, é realizado em parceria com a Arquidiocese de Aracaju e a Secretaria de Estado da Cultura. As primeiras apresentações na Catedral, em 2007, tinham aspecto sacro e direcionado a um público específico. Ao longo dos anos a série foi se aperfeiçoando para atender um público cada vez mais exigente e diversificado. Desde então, em todos os anos, são realizados em média 05 concertos na Catedral e todos os sergipanos são presenteados com concertos inesquecíveis, dentro daquela que se tornou uma referência arquitetônica e turística na cidade de Aracaju.
Para o maestro Guilherme Mannis, diretor artístico e regente titular da ORSSE, tocar na Catedral é sempre uma experiência única para a formação. “A acústica é diferente, mais reverberante, o que faz com que os músicos tenham de se adaptar rapidamente a um cenário musical diferente do Teatro Tobias Barreto. Além disso, o ambiente de resplendor da Catedral fornece ao concerto um aspecto especial. Todas as nossas apresentações nesse espaço são marcantes e inesquecíveis”.
Neste concerto, a regência será do maestro convidado Leonardo David, maestro titular da Camerata SESI e maestro adjunto da Filarmônica do Espírito Santo. A ORSSE executará obras de grande envergadura do repertório sinfônico como a Sinfonia n. 5 em mi menor, do russo Peter Ilich Tchaikovsky. O solista da noite será o violinista spalla da orquestra, Márcio Rodrigues que executará o Concerto para Violino e Orquestra em sol menor, de Max Bruch.

O Regente:

LEONARDO DAVID, maestro convidado
Iniciou seus estudos musicais aos 07 anos, em um projeto musical do SESI-ES. Foi aluno dos professores: Carmelita Reis (RJ), Edson Queiroz de Andrade (MG), e na classe do Profº Hariton Nathanailidis graduou-se Bacharel em Música – Habilitação em Violino. Foi professor de violino da Faculdade de Música do ES de 2001 a 2008. É Maestro titular / Diretor artístico da Orquestra de Câmara Camerata SESI-ES e Coro do SESI-ES. Foi o fundador e regente da orquestra camerata jovem da Faculdade de Música do ES, com a qual realizou diversas apresentações pelo Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais. É regente e coordenador dos coros e orquestra da IEBV. Desde setembro de 2008 é aluno de regência do renomado Maestro Isaac Karabtchevsky, tendo sido orientado em Olinda-PE e Riva-Itália. Atuou diante das seguintes orquestras: World Youth Orchestra, Orquestra Sinfônica Nacional do Paraguay, Orquestra Sinfônica de Recife, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, Junge Philharmonie Salzburg, Orquestra de Câmara Instituto Preservate, Orquestra Camerata Jovem da Fames, Orquestra de Câmara do ES, Orquestra de Câmara do SESIMINAS - MG, Orquestra Filarmonica do ES e Orquestra Bachiana Filarmônica - SP, esta última em recente concerto na Sala São Paulo.
Exerce a função de coordenador da Fundação Bachiana SP (Maestro João Carlos Martins) no Espírito Santo, realizando o trabalho de formação da orquestra de câmara de Cariacica. É maestro e diretor artístico da Orquestra Camerata SESI-ES e Coral do SESI-ES.Desde abril de 2011 é o Maestro Adjunto da Orquestra Filamônica do ES.
  
A Solista:

GABRIELA QUEIROZ, violino







Nas­cida em Ca­ta­guases-MG, ini­ciou seus es­tudos de vi­o­lino aos quatro anos em João Pessoa-PB, onde foi aluna de Ademar Rocha e Yerko Pinto. Aos de­zes­sete anos mudou-se para o Rio de Ja­neiro onde passou a es­tudar com Da­niel Guedes, con­cluindo seu Ba­cha­re­lado no Con­ser­va­tório Bra­si­leiro de Mú­sica em 2007. Es­tudou entre os anos de 2007 e 2008 com o pro­fessor Mar­cello Guer­ch­feld em Porto Alegre-RS. Também teve aulas com De­tlef Hahn em Lon­dres e Pa­tinka Kopec em Nova Iorque. Atu­al­mente re­cebe ori­en­tação do pro­fessor Sh­muel Ash­ke­nasi, vi­o­li­nista do fa­moso Quar­teto Ver­meer. Em 2010 par­ti­cipou do “Keshet Eilon Vi­olin Mas­ter­course” em Is­rael, onde pode par­ti­cipar de Master Classes mi­nis­trados por mes­tres como Ida Ha­endel e Haim Taub, além de re­no­mados vi­o­li­nistas da atual ge­ração como Sh­lomo Mintz, Vadim Gluzman, Hagai Shaham, entre ou­tros.

Ob­teve pri­meiro lugar em im­por­tantes con­cursos, entre eles o “Con­curso Jo­vens Ins­tru­men­tistas” – Pi­ra­ci­caba-SP em 2001, o “Con­curso Jo­vens So­listas da OSBA” em 2003 e 2006 e o “Con­curso Furnas Ge­ração Mu­sical” também em 2006. Em 2010 ob­teve o 2º Lugar no “Con­curso Nelson Freire”.

Vem se apre­sen­tando como so­lista das se­guintes or­ques­tras: Sinfô­nica Bra­si­leira, Sinfô­nicas da Bahia, da Pa­raíba, do Rio Grande do Norte, de Pi­ra­ci­caba, Or­questra de Câ­mera de Bu­da­peste entre ou­tras. Como re­ci­ta­lista e ca­me­rista, vem atu­ando in­ten­sa­mente em todo o Brasil ao lado de re­no­mados mú­sicos como Sh­muel Ash­ke­nasi, Ori Kam, Da­niel Guedes e agora também como membro do Quar­teto da Gua­na­bara.

Como pro­fes­sora le­ci­onou nos Fes­ti­vais de Do­mingos Mar­tins – ES e São Brás – MG, e acaba de as­sumir o cargo de Pro­fes­sora Au­xi­liar da Es­cola de Mú­sica da UFRJ. Foi vi­o­li­nista da Or­questra Sinfô­nica Bra­si­leira entre os anos de 2003 e 2010. Ga­briela atu­al­mente toca em um vi­o­lino “Giu­seppe Ga­gliano” que per­tenceu à vi­o­li­nista Ma­riuccia Ia­co­vino, gen­til­mente ce­dido por My­riam Dau­els­berg.



Serviço:

Orquestra Sinfônica de Sergipe
 “Sons da Catedral III”
 Catedral Metropolitana de Aracaju
Dia 16 de setembro de 2011, 19h
Entrada Franca

Leonardo David, regente convidado
Gabriela Queiroz, violino
 
Programa:
Giuseppe VERDI (1813-1901)
Abertura da ópera “I Vespri Siciliani”
Max BRUCH (1838-1920)
Concerto para violino nº1, op.26, em sol menor
Piotr Ilytch TCHAIKOVSKY (1840-1893)
Sinfonia nº5, op.64, em mi menor

Seja um Amigo da Orquestra! Saiba como: amigosdaorsse@gmail.com

Contatos úteis:
Orquestra Sinfônica de Sergipe

79 3179 1480
www.orquestrasinfonica.se.gov.br

sábado, 3 de setembro de 2011

ORSSE desbrava as fronteiras da música com o projeto "Orquestra na Estrada"


Foto: Divulgação

Fundada em 1688, a igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, localizada no distinto município de Tomar do Geru, a terra do Carro de Bois e distante 131 km de Aracaju, uma das mais antigas igrejas de Sergipe, receberá o projeto ‘Orquestra na Estrada’, da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). No dia 9 de setembro, sexta-feira, às 19h, no interior da igreja, com acesso gratuito à população.

Ligada à Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e patrocinada pelo Instituto Banese e Banese Card, a ORSSE tem Guilherme Mannis como diretor artístico e regente titular do grupo, o qual desenvolveu o projeto no início de 2008 e desde então inúmeras cidades tem recebido a Série q eu se destaca muito bem por onde passa, a exemplo de Nossa Senhora das Dores, Maruim, Propriá e Lagarto. A participação ativa na vida cultural do interior sergipano tem o objetivo nobre de popularizar o acesso à música sinfônica em diversas regiões do Estado, assim, formando públicos que até então tenham tido pouco ou nenhum contato com a música clássica.

Foto: Festa do Carro de Bois/blogspot
Pela primeira vez na festa da padroeira de Tomar do Gerú, a ORSSE visa também unir arte e história, valorizando o patrimônio arquitetônico da igreja com o patrimônio artístico. “O concerto será mais uma prova de que arte e espiritualidade, juntas, são capazes de resgatar os valores imateriais através da música, levando reflexão sobre a conservação do patrimônio físico e principalmente o humano, estarei presente para prestigiar esse momento”, declara o maestro titular Guilherme Mannis.
 
“Buscamos democratizar e aproximar o sergipano da orquestra através de concertos comentados, convidando o público a refletir sobre o repertório e desvendando o universo da música sinfônica”, afirma o maestro assistente da orquestra, Daniel Nery.


Sobre o concerto


No repertório dessa apresentação estão peças do período barroco e clássico, que correspondem exatamente aos séculos XVII e XVIII, época que a igreja fora construída. A ‘Suite da Música Aquática’, por exemplo, foi composta pelo alemão George Frederich Haendel após ele ter se radicado na Inglaterra pensando no espírito palaciano, na nobreza, nos monarcas.  Seu nome se refere a sua estréia, nos lagos do palácio com os músicos tocando sobre as barcas.
Já o austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), revela toda sua delicadeza quase angelical no Andante para Flauta e orquestra, bem como na sua  Sinfonia n. 29, composta ainda na juventude.

Finalizando o concerto, será apresentado o clássico Mourão, pérola da música brasileira composta por Cesar Guerra Peixe. Os ritmos nordestinos como o baião, são evidenciados pelas cordas graves, como o violoncelo e o contrabaixo, além de um belo solo do violino aludindo à rabeca, instrumento típico da região.

Foto: Marcelle Christinne/Secom


Serviço
Orquestra Sinfônica de Sergipe
"Orquestra na Estrada"

Data: 09 de setembro de 2011, sexta-feira
Horário: 19h
Local: Igreja Matriz de N. Sra. do Perpétuo Socorro - Tomar do Gerú - SE
Acesso Gratuito

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Música de Câmara no Palácio-Museu Olímpio Campos/ Agosto 2011



A Série de Música de Câmara da Orquestra Sinfônica de Sergipe visita novamente no dia 30 de agosto de 2011, ás 17h, no Palácio-Museu Olímpio Campos. O acesso é gratuito.  Reaberto ao público em maio de 2010, após um restauro minucioso de seus elementos e completamente equipado, o Palácio-Museu possui um rico acervo que conta a história política de Sergipe, além de promover e incentivar ações culturais dos mais variados segmentos.
A música de câmara faz com que poucos músicos comunguem em torno de uma única obra. A câmara, ou recinto pequeno, por sua vez, diferentemente dos grandes teatros, é o lugar ideal para a realização destes concertos, uma vez que possui caráter intimista ideal a provocar maior atenção dos espectadores, prontos a ater-se aos mínimos detalhes de execução. O músico, por conseguinte, fica extremamente exposto, devendo realizar uma execução notável, compreendendo a partitura tanto tecnicamente (afinações, ritmos, fraseados, dinâmicas) quanto intelectualmente (estilo das obras, períodos composicionais, formas, harmonia). Desta forma, a realização de música de câmara provoca nos músicos uma grande busca por aperfeiçoamento e um conseguinte crescimento intelectual, técnico e artístico, fazendo com que os profissionais ultrapassem o limite das cadeiras da orquestra para encontrar um público ávido pelo som inconfundível desses instrumentos.
Formação de plateia,  popularização do acesso à música clássica de qualidade, através da valorização dos espaços públicos, certamente conseguiremos engrandecer nossa cultura e também valorizar a música clássica produzida em Sergipe.
Destaque para as obras dos compositores: Benjamim Britten, Elgar e Mozart
Sempre um  repertório novo com a qualidade sonora inigualável da Orquestra de Câmara da ORSSE. 


Serviço:
Terças Musicais no Palácio- Museu Olímpio Campos
Orquestra de Cordas da ORSSE
Dia 30/08/2011
Às 17h
ENTRADA FRANCA
 
Wolfgang Amadeus MOZART
Divertimento em Si bemol, Kv 137

Edward ELGAR
Serenata para Cordas, Op. 20

Benjamim BRITTEN
Simple Symphony 

 Prestigie!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

"Cajueiros VI" - Maestro Guilherme Mannis comemora 05 anos com a ORSSE


"Reger é a minha vida", foi  com essa declaração emocionada, que, ao chegar em Aracaju em agosto de 2006 e se tornar, aos 26 anos, o regente mais jovem a assumir uma posição de diretor artístico em uma Orquestra Sinfônica Estadual, que Guilherme Mannis já vislumbrava o futuro brilhante do grupo, não só pelo grande potencial da orquestra como também a aceitação massiva do público para com o repertório e a programação divesificada da ORSSE. São cinco anos de muitas conquistas e realizações para a música clássica sergipana.



Dia 25 de agosto de 2011, quinta-feira, às 20h30, a ORSSE celebrará, em concerto único, os 05 anos do seu diretor artísitico e maestro titular, Guilherme Mannis à frente do grupo. Mantida pela Secretaria de Estado da Cultura e patrocinada pelo Instituto Banese e Banese Card, a Orquestra Sinfônica de Sergipe executará um repertório em "Estilo Antigo" através dos compositores bem conhecidos do grande público. Johan Sebastian Bach e o Concerto de Brandeburgo nº 1, Mozart e a gloriosa Sinfonia nº 35 a "Haffner" e por fim o ícone da composição russa, Stravinsky e a Suíte Pulcinella.

Sobre o concerto:

O Concerto de Brandemburgo n° 1 foi escrito por Johann Sebastian no período em que ele foi Mestre de capela (Kapellmeister) do Príncipe Leopold, de Anhalt-Cöthen. Foi nesse período em Cöthen escreveu quase todas suas obras seculares, ou seja, não religiosas.

Os Concertos de Brandenburgo, seis no total, foram dedicados ao Marquês Christian Ludwig de Brandenburg-Schwedt, em 1721. Individualmente, é difícil definir a data de composição de cada obra, já que só há a data da dedicatória de toda a coletânea. Entretanto, acredita-se que a maioria foi escrita logo nos primeiros anos vividos por Bach em Cöthen.

Escrita em 1782 por Wolfgang Amadeus Mozart, a Sinfonia n° 35, KV 385, em Ré maior , é fruto de uma encomenda de Sigmund Haffner, na época prefeito de Salzburg, cidade natal de Mozart. Haffner havia sido enobrecido e para ocasião encomendou uma obra, uma Sinfonia, que Mozart escreveu com a tonalidade de ré maior, a de No. 35, (KV385) que recebeu o codinome de Sinfonia Haffner.

A Suite Pulcinella é o coroamento da fase em que Igor Stravinsky se dedicou particularmente à criação de uma série de obras de câmara enquanto esteve refugiado na Suíça. Encomendada por Sergei Diaghilev para o seu balé russo numa fase em que o autor se ocupava intensamente com música antiga.

Para a obra, Stravinsky escreveu 15 números musicais, que contaram com a de contribuição de Pablo Picasso, que se encarregou dos cenários e dos costumes, de Massine, responsável pela coreografia, e de Diaghilev, que dirigiu o balé russo. A Suite Pulcinella é uma forma concertante, portanto reduzida, do balé, que foi terminada em 20 de abril de 1920, e estreou em 15 de maio do mesmo ano com grande sucesso. A sua revisão definitiva em ocorreu em 1949.



Pianista formado pela antiga ULM-SP, Mannis executou o concerto para piano nº 24 de Mozart, sob a regência de Daniel Nery, em agosto de 2010.


Orquestra de Câmara da ORSSE, Santa Cruz de La Sierra, Bolívia, 2011
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Série "Cajueiros V" traz o violinista Daniel Guedes e o maestro português Osvaldo Ferreira

Determinado a manter os concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe em patamares considerados dos mais importantes entre as orquestras brasileiras, o diretor artístico e regente titular Guilherme Mannis convidou dois dos importantes nomes da música sinfônica para a realização do próximo concerto da série “Cajueiros V”, cujo programa trará magia e emoção aos palcos sergipanos, no dia 04 de agosto, às 20h30, no Teatro Tobias Barreto, com ingressos ao preço de R$ 15,00 e R$ 7,50. Mantida pela Secretaria de Estado da Cultura, patrocinada pelo Instituto Banese e Banese Card com apoio cultural da Fundação Aperipê e Segrase, a ORSSE tem se destacado na agenda cultural sergipana pelo agradável e pulsante repertório apresentado nesta Temporada 2011, desenvolvendo no público não só o gosto pela música clássica, mas a procura constante pelas suas apresentações tanto na sua sala de concerto (TTB), quanto nos projetos desenvolvidos na Catedral Metropolitana, no interior do Estado e no Palácio-Museu Olímpio Campos, dentre tantos outros lugares.
Virtuose nato, Daniel Guedes possui o fato de ser um dos mais atuantes solistas da ORSSE, já se apresentou com o grupo em várias ocasiões desde 2008, culminando com sua histórica execução de um duplo concerto com a ORSSE no 41º Festival Internacional de Campos do Jordão em 2010. O concerto para Violino nº 2 de Max Bruch é uma peça não usual do repertório dos violinistas, mas Guedes que estreou no Carnegie Hall em Nova Iorque com o Concerto nº1 deste mesmo compositor, garante que fará mais um concerto inesquecível em Sergipe. O maestro estreante da noite será o português Osvaldo Ferreira, atual diretor artístico da Sinfônica do Paraná, foi diretor e regente titular da Orquestra do Algarve e produziu inúmeros trabalhos em sua terra natal, deixando um legado impressionante de projetos realizados, por isso é detentor do título de maestro com maior número de estréias, encomendas e gravações de obras de autores portugueses contemporâneos. Na sua estréia em Sergipe o repertório escolhido não poderia ser outro, a Abertura La Gazza Ladra, peça conhecida dos amantes do cinema – The Thieving Magpies - peça sublime de Gioachino Rossini, retratada em diversos desenhos animados e, também, no filme Laranja Mecânica de Stanley Kubrick. A velocidade e a sutileza do toque, do compasso, faz desta abertura uma das grandes obras da humanidade.
O concerto para Violino nº 2 de Max Bruch, não muito conhecido do grande público porém de uma beleza e melodia deslumbrantes e de complexa execução, foi composto em 1878 inspirado no violinista Pablo de Sarasate, a premier foi em Londres sob a regência do próprio Bruch.
Para encerrar a noite a Sinfonia nº7 em Lá Maior Op. 92 de L. van Beethoven que foi estreada em Viena em 08 de Dezembro de 1813, sendo dedicada ao conde Moritz von Fries. Curiosamente como muitas das sinfonias de Beethoven também esta está ligada à história de Napoleão dado que a referida estreia foi um concerto de beneficência para os soldados austríacos feridos na batalha de Hanau. Esta sinfonia é composta de quatro andamentos. Richard Wagner chama a toda esta sinfonia de "a apoteose da dança" precisamente por causa do seu aspecto fortemente ritmado. Entre a tensão provocada pelas mudanças de tonalidade e a coda que é absolutamente fantástica estamos com Berlioz quando ele afirma que Beethoven não fazia música para os olhos, referindo-se ao fato das técnicas não serem utilizadas para ornamentar as partituras ou para confundir a sua análise, mas sim para despertar as emoções dos ouvintes.


Programa:

Osvaldo Ferreira, regente convidado
Daniel Guedes, violino

Gioacchino ROSSINI
Abertura da ópera “La gazza ladra”
Max BRUCH
Concerto nº2 para violino e orquestra, em ré menor
Ludwig van BEETHOVEN
Sinfonia nº7, op.92, em lá maior

Teatro Tobias Barreto
Av. Tancredo Neves, 2009. D.I.A.
Bilheteria: 79-3179-1496 (12h-20h)


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sábado, 23 de julho de 2011

ORSSE apresenta violinista e maestro convidados na Série "Cajueiros V"

Próximos convidados da Orquestra Sinfônica de Sergipe serão o violinista Daniel Guedes, já conhecido do público sergipano e o maestro português Osvaldo Ferreira, fazendo sua estreia em Sergipe. O concerto faz parte da série Cajueiros V, no dia 04 de agosto de 2011, 20h30, teatro Tobias Barreto. Ingressos R$ 15 e R$ 7,50 (meia).

 DANIEL GUEDES

“Guedes não é um simples virtuose: é um músico de técnica brilhante, mas acima de tudo um artista excepcional. Em todo o decorrer do concerto a alma pulsava nas cordas do violino.”
O Globo


Reconhecido pela crítica especializada com um dos mais expressivos artistas de sua geração, Daniel Guedes estudou em Londres com Detlef Hahn na Guildhall School of Music, e em Nova York com Pinchas Zukerman e Patinka Kopek na Manhattan School. Venceu os concursos Jovens Concertistas Brasileiros, Bergen Philharmonic e Waldo Mayo Memorial Award, estreando no Carnegie Hall com o concerto n° 1 de Max Bruch.

Apresenta-se como solista junto às principais orquestras brasileiras e também nos EUA, Canadá, Inglaterra e Noruega, tendo atuado sob a regência de Pinchas Zukerman, Isaac Karabtchevsky, Irwin Hoffman, Roberto Tibiriçá e Roberto Minczuk entre outros.

Gravou com a OSB o concertino de Guerra-Peixe e o concerto de Henrique Oswald. Lançou o CD Impressões Brasileiras, com obras de Villa-Lobos, Lorenzo Fernandes e Alceo Bocchino, e em 2007 gravou as sonatas de Beethoven para violino e piano com o pianista israelense Ilan Rechtman pelo selo Well Tempered Productions.

Daniel Guedes é professor do Conservatório Brasileiro de Música, do Instituto Baccarelli e leciona também nos festivais de Campos do Jordão e Santa Catarina. Como regente, atuou frente à Orquestra do Conservatório Brasileiro de Música, da Universidade de Brasília, Sinfônica da Bahia, de Campinas e OSUSP.

visite o website de Daniel Guedes

 
OSVALDO FERREIRA

É o diretor musical e regente titular da Orquestra Sinfônica do Paraná, e diretor de música erudita da Oficina de Música de Curitiba.

Em Portugal, foi diretor artístico da Orquestra do Algarve, diretor artístico do Festival Internacional de Música do Algarve, diretor e administrador do Teatro Municipal do Faro, além de ser fundador e Diretor Musical da Orquestra da Póvoa de Varzim com a qual gravou 3 CDs com obras de autores portugueses. Desde 2003 também o Diretor de Orquestra do Festival Internacional de Viana do Castelo, produzido pelo Fairbanks Arts Center Music Festival de S. Diego.

Osvaldo Ferreira é o maestro português com maior número de estréias, encomendas e gravações de obras de autores portugueses contemporâneos.

Maestro convidado regular em Portugal, Rússia, União Européia, Brasil, África do Sul e EUA, gravou para a RTP, RDP e Editora Numérica. A lista de músicos com quem já colaborou inclui, Maria João Pires, Berlin Philharmonic Quartet, Nicolas Koeckert, Ivan Monighetti, Roger Muraro, Jean Marc Luisada, Elisabete Matos, Pedro Burmester, Reinhold Friedrich, Gerardo Ribeiro, Mário Laginha, Irina Tseitlin, Stefan Dhor, Gordon Hunt, Alex Klein, Bernardo Sassetti, Daniel Rowland, Maria José Falcão, Yang Liu, Sergei Roldugin, Saint Petersburg Virtuosi e Ingeborg Baldaszti, entre outros.

Realizou Mestrado em direção de orquestra em Chicago e pós-graduação no Conservatório de São Petersburgo, na classe de Ilya Mussin. Laureado em 1999 no Concurso Sergei Prokofiev, na Rússia. Recebeu o “Fellowship” do Aspen Music Festival nos EUA, onde freqüentou a American Conductors Academy e conquistou o prêmio “Academy Conductor” em 2001. Foi assistente de Claudio Abbado em Salzburgo. Estudou ainda com Jorma Panula e David Zinman e foi bolsista do Ministério da Cultura e da Fundação Calouste Gulbenkian.
Conheça o Festival Internacional de Música do Algarve

Programa

Osvaldo Ferreira, regente convidado
Daniel Guedes, violino



Gioacchino ROSSINI
Abertura da ópera “La gazza ladra”
Max BRUCH
Concerto nº2 para violino e orquestra, em ré menor
Ludwig van BEETHOVEN
Sinfonia nº7, op.92, em lá maior

Teatro Tobias Barreto
Av. Tancredo Neves, 2009. D.I.A.
Bilheteria: 79-3179-1496 (12h-20h)


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