quarta-feira, 27 de abril de 2011

Solista Sergipano Estreia a Série "Sons na Catedral"

Sob a direção artística do maestro Guilherme Mannis, a Orquestra Sinfônica de Sergipe retorna no dia 29 de abril de 2011 às 19h, com apresentações bimestrais da série de Concertos Especiais "Sons na Catedral", na Catedral Metropolitana de Aracaju. A série prevê apresentações dos mais variados estilos, de solistas internacionais a músicos da própria orquestra com interpretações virtuosas do período clássico até os mais modernos com destaque para os compositores brasileiros Camargo Guarnieri e Villani-Cortês.
Nessa primeira edição a ORSSE convidou o músico sergipano Eleilton Cruz, tubista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, um dos melhores do Brasil no seu instrumento, para solar o Concerto para Tuba e Orquestra do americano Vaughan Williams. A execução de peças do repertório tradicional sinfônico como a Suíte Lago dos Cisnes de Tchaikovsky e a inédita, em palcos sergipanos, Variações sobre um Tema de Haydn do alemão J. Brahms, estarão presentes no programa.


Os concertos na Catedral são uma parceria da Secretaria de Estado da Cultura e a Arquidiocese de Aracaju com patrocínio do Instituto Banese e Banese Card. Possuem livre acesso para todos os tipos de público.

  
 O Solista
Sergipano de Aracaju, Eleilton Cruz graduou-se pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde obteve o primeiro lugar no concurso Jovens Solistas, em 1998, e, em 2000, no concurso Jovens Cameristas, juntamente com o Grupo Itaratã.
Em 2001, concluiu o curso de pós-graduação em Música Brasileira, nível de especialização, pela Escola de Música da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG). Foi integrante da Orquestra Sinfônica de Sergipe e participou de várias bandas de música e conjuntos musicais.
Atualmente é tubista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, professor da Escola de Música do Palácio das Artes, do curso de Extensão da Escola de Música da UFMG e do projeto de Bandas da Secretaria de Cultura de Minas Gerais.


PROGRAMA

SONS NA CATEDRAL I
29,sexta-feira, 19h
Catedral Metropolitana de Aracaju

Guilherme Mannis, regente
Eleilton Cruz, tuba

Johannes BRAHMS
Variações sobre um tema de Haydn
Ralph VAUGHAN WILLIAMS
Concerto para tuba em fá menor
Piotr I. TCHAIKOVSKY
Suíte do “Lago dos Cisnes”, op. 20

 

SERVIÇO

O quê: Orquestra Sinfônica de Sergipe
Quando: 29 de abril de 2011, sexta-feira, 19h
Onde: Catedral Metropolitana de Aracaju

Contatos: 79 3179 1480

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Série "Terças Musicais" Estreia nesta Terça-Feira, 26 de Abril de 2011

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE
Direção Artística Guilherme Mannis
Temporada da Série Terças Musicais 2011
Coordenação musical: spalla Márcio Rodrigues 


 
Uma experiência única, em que os naipes da Orquestra se apresentam na condição de solistas de seu instrumento. Os Concertos da série "Terças Musicais" serão realizados nas noites da última terça-feira de cada mês, na Biblioteca Pública Epifânio Dória e no Palácio Museu Olímpio Campos, sempre às 20h:


ABRIL
26
Biblioteca Pública Epifânio Dória
1. J.S. BACH
Suite em Sol Maior para Contrabaixo Solo, BWV 1007

Jair Maciel, contrabaixo

2. N. PAGANINI
Introduzione e Variazioni, "Carnaval de Veneza"

Jair Maciel, contrabaixo
Marcio Rodrigues, violino
Marcos Gonçalo, violino

3. A. NEPOMUCENO
Serenata para Cordas

Susye Saminez, violino I
Susan Rabelo, violino II
Cleverson Cremer, viola
Andressa Souto, cello

4. A. DVORAK
Quarteto nº 12, em Fa maior, op. 96, "Americano"
1º movimento

Susye Saminez, violino I
Lídia Mangueira, violino II
Cleverson Cremer, viola
Andressa Souto, cello




MAIO
31
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Radamés GNATALLI
Suíte para quinteto de sopros
Osvaldo LACERDA
Suíte para cinco

JUNHO
28
Biblioteca Pública Epifânio Dória

GUILHERME MANNIS, regente

Gioacchino ROSSINI
Sonata nº2, em lá maior
Wolfgang Amadeus MOZART
Divertimento em si bemol maior, KV 186
Igor STRAVINSKY
A história do soldado


JULHO
26
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Claude DEBUSSY
Sonata para flauta viola e harpa
Gabriel FAURÉ
Quarteto com piano nº1, em dó menor, op. 15

AGOSTO
30
Biblioteca Pública Epifânio Dória

DANIEL NERY, regente
Wolfgang Amadeus MOZART
O empresário - Opereta


SETEMBRO
27
Palácio Museu Olímpio Campos - Hall

Johann Sebastian BACH
Suíte nº1, para violoncelo solo, em sol maior, BWV 1007
Aaron COPLAND
Appalachian spring
Igor STRAVINSKY
Pulcinella



OUTUBRO
25
Palácio Museu Olímpio Campos - Hall

DANIEL NERY, regente
CORO SINFÔNICO DA ORSSE
DANIEL FREIRE, regente
Johann Sebastian BACH
Cantata nº93: “Wer nur den lieben Gott lasst walten”
Gioacchino ROSSINI
Sonata nº6, em ré maior, para cordas
Edvard GRIEG
Suíte Holberg

NOVEMBRO
28
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Wolfgang Amadeus MOZART
Quinteto com trompa em mi bemol maior, KV 407
Johannes BRAHMS
Trio com piano nº3, em dó menor, op. 101



DEZEMBRO
13
Palácio Museu Olímpio Campos – Hall

Franz SCHUBERT
Octeto, op.166
Gioacchino ROSSINI
Sonata nº3, em dó maior

domingo, 17 de abril de 2011

David Handel, primeiro regente convidado da Temporada traz novos desafios para ORSSE

A Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção artística de Guilherme Mannis desde 2006, recebe nesta quinta feira, dia 21 de abril de 2011 dois importantes artistas de renome internacional: o maestro americano David Handel e a violinista Elisa Fukuda. O concerto no Teatro Tobias Barreto, faz parte da série Cajueiros, executada sempre às quintas-feiras, com isso pretendemos homenagear as riquezas da terra e proporcionar a mais original degustação musical possível. A música dessa série apresenta um repertório que inclui sinfonias e músicas de diferentes períodos históricos, com obras pouco conhecidas ou inéditas, além de solistas e regentes de fama internacional.
Coordenada pela secretaria de Estado da Cultura (Secult) e patrocinada pelo Instituto Banese e Banese Card, a ORSSE se apresentará juntamente com o regente convidado David Händel, titular da Sinfônica Nacional da Bolívia e a participação especial da violinista Elisa Fukuda, símbolo da força e disciplina, seu concerto renderá um tributo às vítimas do Japão. Elisa é uma das mais importantes professoras de violino do país e de grande influência para a música de câmara brasileira.
Guilherme Mannis, regente titular da ORSSE, destaca as participações de ilustres convidados na temporada para o critério de consolidação sonora da orquestra em Sergipe: “a medida que recebemos esses artistas com tantas novidades e interpretações diversas, podemos perceber como o nível da ORSSE se superou nestes 5 anos e acompanha o virtuosismo exigido por estes profissionais tão experientes, a Temporada 2011 está só começando.”

Os Convidados

Descoberto por Kurt Masur, então diretor musical da Gewandhaus de Leipzig, David Handel foi convidado para servir como seu regente assistente nesta instituição histórica. Desde então, conduziu orquestras em todo o mundo, incluindo programas internacionais de rádio e televisão. Em 1993, David Handel foi um dos poucos jovens maestros selecionados para conduzir a Filarmônica de Nova York em uma sessão de pré-estreia no Carnegie Hall. Seu repertório é extremamente variado e abrange grande parte da literatura sinfônica e operística. Depois de ter levado várias primeiras apresentações e premiações no mundo, ele encomendou pessoalmente mais de 70 partituras originais e arranjos para orquestra, tem a seu crédito uma lista considerável de programas de televisão e gravações em CD.

Já a professora Elisa Fukuda, natural de São Paulo, iniciou os estudos de violino aos quatro anos de idade com seu pai, Yoshitame Fukuda. Seguiu os estudos com Johannes Oelsner e Maria Vischnia. Em 1970, cursou o primeiro ano da Faculdade de Letras da USP e em 1971 seguiu para a Europa após vencer o Concurso Jovens Solistas no Rio de Janeiro, atuando com a Orquestra Sinfônica Brasileira sob a regência de Kurt Masur. Graduou-se em 1974 obtendo o “Diploma Superior de Violino” no Conservatório de Música de Genebra (Suíça), na classe de Corrado Romano e em 1975 obteve o primeiro prêmio de Virtuosidade “avec distinction et fèlicitations du Jury”.
Entre 1975 e 1978 participou dos Cursos de Alta Interpretação dos mestres Nathan Milstein, Henryk Szering, Arthur Grumiaux e, em 1979, aperfeiçoou-se com Sandor Vegh, no Mozarteum de Salzburg. Elisa Fukuda apresentou-se nas mais importantes salas do Brasil e da Europa como solista e recitalista, destacando-se os solos com Orchestre Philharmonique George Enesco de Bucareste e Orquestra de Câmara de Moscou, entre outras.

O Programa
Obras magnificas e de alto grau de execução, demonstram o virtuosismo da ORSSE: a Abertura Candide, do maestro e compositor americano Leonard Bernstein, o romântico e apaixonado Concerto para Violino em Mi menor do alemão Felix Mendelssohn e o jazzistico e inconfundivel George Gershwin na Suite Sinfônica da Ópera Porgy and Bess, cuja ária Summertime foi imortalizada na voz de Ella Fitzgerald.



ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE
Série Cajueiros II
Quinta-feira, 21 de abril de 2011, 20h30
Ingressos R$15,00 inteira e R$7,00 meia
David Händel, regente convidado
Elisa Fukuda, violino

Leonard BERNSTEIN
Abertura Candide
Felix MENDELSSOHN
Concerto para violino e orquestra, op.64, em mi menor
George GERSHWIN
Porgy and Bess, Suíte Sinfônica
Realização: Secretaria de Estado da Cultura/Governo de Sergipe
Patrocínio: Instituto Banese e Banese Card
Apoio: Fundação Aperipê e Segrase
Informações e cortesias: (79) 3179-1480/1491
Bilheteria: 3179 1496 (13-20h)
www.orquestrasinfonica.se.gov.br
- nota: Pedimos desculpas por falhas ocorridas em nosso site, em breve ele voltará mais atualizado e dinâmico.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Guilherme Mannis representa o Brasil em regências na Itália e Canadá


Neste mês de abril, Guilherme Mannis, diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, além de reger dois concertos em Aracaju(SE) um no dia 08, no Palácio Museu Olímpio Campos, e outro no dia 29, na Catedral Metropolitana, participará de temporadas internacionais de importantes orquestras do cenário musical americano e europeu.

Dia 15 de abril de 2011, na cidade de Toronto, no Canadá, o maestro regerá a Sinfonia Toronto, um dos principais grupos camerísticos deste país, em repertório que evidencia compositores alemães, em especial Karl Hartmann, conhecido no meio artístico como “The Good German”, pois sua expressão artística consistia em um baluarte contra o pensamento nazista vigente.  A orquestra, formada por especialistas da música de câmara da cidade de Toronto, possuidora por sua vez de uma vida cultural rica e diversificada, se apresenta por toda a Europa e é sucesso de crítica e público. O evento será realizado no Glenn Gould Studio, sala da rádio canadense Canadian Broadcasting Company (CBC), possuidora de acústica perfeita para este tipo de apresentação.

A Sinfônica de Roma, possui a direção artística do renomado maestro italiano Francesco La Vecchia e está entre as mais relevantes orquestras da Itália, ela gravou importantes obras, pelo selo Naxos, com grandes artistas como Angela Gheorghiu, Anton Nanut, Krystof Penderecki, Antônio Meneses, Nelson Freire e Moshe Atzmon, entre outros. O concerto será realizado no Auditorium Conciliazione, sede da Orquestra, no dia 21 de abril, Quinta-feira Santa, às 17h30, e no dia 22 de abril, Sexta-feira da Paixão, às 20h30. 


Nas comemorações romanas da Semana Santa, o maestro dirige-se a esta cidade, para comandar junto à OrquestraSinfonica di Roma dois concertos de páscoa na semana santa. O repertório a ser trabalhado com o grupo não poderia ser mais apropriado: a emocionante obra do compositor austríaco Joseph Haydn denominada “As sete últimas palavras de Cristo na Cruz”. Encomendadas ao artista pelo arcebispo de Cádiz, na Espanha, são descritas pelo próprio compositor da seguinte maneira: “Era costume da época, todos os anos durante a Quaresma, na Catedral de Cádiz, apresentar-se um oratórioe, para criar o necessário ambiente, faziam-se vparios preparativos. As paredes, janelas e colunas do templo era cobertas com panos pretos e somente uma lâmpada no meio da igreja iluminava esta santa escuridão. Na Sexta-Feira, ao meio-dia, as portas da igreja era fechadas e, em seguida, começava-se a ouvir a música. Depois da solene e significativa entrada musical, o bispo subia ao púlpito, pronunciava a primeira das Sete Palavras e dava a sua interpretação. Terminando, ele descia e caía de joelhos diante do altar, rezando. Enquanto rezava, o espaço de tempo era preenchido com a música. Assim, repetia-se a cerimônia sete vezes e, cada vez, a orquestra entrava com a música depois da nova palavra pronunciada. E, para este ritual, eu tinha que compor músicas de acordo com as palavras pronunciadas. Esta tarefa de criar 7 adágios, cada um com duração de 10 minutos que se seguiam sucessivamente e que não deveriam cansar os presentes, não era uma tarefa fácil.".  
Sobre os eventos, Guilherme Mannis ressalta: “Os convites para dirigir estas orquestras são extremamente positivos, pois refletem o reconhecimento de um trabalho bem feito no Brasil, aqui mesmo em Sergipe. Proporcionam ainda um intercâmbio saudável e positivo entre propostas artísticas. Sinto-me honrado em representar o país e o Estado de Sergipe, no qual desenvolvo plenamente minhas atividades.”

quarta-feira, 6 de abril de 2011

ORSSE estreia a Temporada 2011 de Música de Câmara no Palácio Museu Olímpio Campos



Nesta próxima sexta-feira, 08 de abril de 2011, às 19h, no hall do Palácio Museu Olímpio Campos, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE), sob a direção do maestro Guilherme Mannis, inicia sua Temporada 2011 de música de câmara. Direcionada para um público que admira o incrível e vasto repertório escrito pelos compositores para grupos seletos de instrumentistas, esta temporada apresentará 9 concertos, alternados  entre dois locais: o Palácio Museu, recentemente restaurado e organismo vivo da cultura sergipana, e a Biblioteca Pública Epifânio Dória, que possui auditório específico para esse fim. Os concertos serão realizados sempre nas últimas terças-feiras do mês, e este dia da semana, já tradicionalmente, dá nome a essa série tão especial: “Terças musicais”.

Para o spalla da ORSSE, Márcio Rodrigues, o projeto provoca o aprimoramento dos instrumentistas: “Uma vez expostos nas apresentações, os músicos que participam do projeto têm de ter uma grande qualidade em sua performance, técnica e estilisticamente. Isso faz com que todos se aprimorem e que o nível da orquestra cresça como um todo. É um projeto vital para o grupo.” Já o regente assistente Daniel Nery acredita que o público sergipano tem grande interesse nesse repertório: “São pérolas da música universal apresentadas em concertos para os quais os músicos empreendem muita dedicação. A nossa população merece ouvir essas obras.”

A estreia desta temporada não poderia ser diferente: terá como ênfase as cordas, principal naipe da orquestra. Sob a regência de Guilherme Mannis e Daniel Nery, os músicos apresentarão duas obras inéditas no Estado: o Quinteto para cordas K.406, de Mozart, em versão orquestral de Mannis, a Suíte Holberg do compositor norueguês Edvard Grieg, e finalmente, o brasileiríssimo “Burrico de Pau”, da Sonata para cordas do compositor campineiro Antônio Carlos Gomes.

Para o diretor artístico do grupo, reger este concerto é sempre uma nova oportunidade de captar novos públicos para a ORSSE: “Me lembro que em nosso último concerto um dos espectadores não se conteve e veio parabenizar nosso trabalho ali, na frente mesmo. A beleza é que agora ele não perde mais nenhuma apresentação. Se conseguimos captar novos públicos sempre, sobretudo em nosso Estado que não possuía, até pouco tempo, qualquer tradição em nossa área, estamos no caminho certo”, completou.

Confira a Temporada de Câmara 2011 da ORSSE:

ABRIL
26
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Alberto NEPOMUCENO
Quarteto de cordas nº3, em ré menor, Brasileiro
Antonin DVORAK
Quinteto de cordas em sol maior, op. 77

MAIO
31
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Radamés GNATALLI
Suíte para quinteto de sopros
Osvaldo LACERDA
Suíte para cinco

JUNHO
28
Biblioteca Pública Epifânio Dória

GUILHERME MANNIS, regente

Gioacchino ROSSINI
Sonata nº2, em lá maior
Wolfgang Amadeus MOZART
Divertimento em si bemol maior, KV 186
Igor STRAVINSKY
A história do soldado

JULHO
26
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Claude DEBUSSY
Sonata para flauta viola e harpa
Gabriel FAURÉ
Quarteto com piano nº1, em dó menor, op. 15

AGOSTO
30
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Repertório a Definir

SETEMBRO
27
Palácio Museu Olímpio Campos - Hall

Johann Sebastian BACH
Suíte nº1, para violoncelo solo, em sol maior, BWV 1007
Aaron COPLAND
Appalachian spring
Igor STRAVINSKY
Pulcinella

OUTUBRO
25
Palácio Museu Olímpio Campos - Hall

DANIEL NERY, regente
CORO SINFÔNICO DA ORSSE
DANIEL FREIRE, regente
Johann Sebastian BACH
Cantata nº93: “Wer nur den lieben Gott lasst walten”
Gioacchino ROSSINI
Sonata nº6, em ré maior, para cordas
Edvard GRIEG
Suíte Holberg

NOVEMBRO
28
Biblioteca Pública Epifânio Dória

Wolfgang Amadeus MOZART
Quinteto com trompa em mi bemol maior, KV 407
Johannes BRAHMS
Trio com piano nº3, em dó menor, op. 101

DEZEMBRO
13
Palácio Museu Olímpio Campos – Hall

Franz SCHUBERT
Octeto, op.166
Gioacchino ROSSINI
Sonata nº3, em dó maior

Temporada sujeita a alterações


Ficha técnica

Estreia da Temporada 2011 de Câmara da Orquestra Sinfônica de Sergipe
Regência: Guilherme Mannis e Daniel Nery
Local: Hall de entrada do Palácio-Museu Olímpio Campos
Data: 08 de abril de 2011, sexta-feira
Horário:19h
Entrada franca
Realização: Secretaria de Estado da Cultura e Secretaria de Estado da Casa Civil
Patrocínio: Instituto Banese e Banese Card
Apoio: Fundação Aperipê e Segrase
Créditos das fotos:
Márcio Rodrigues, acervo pessoal
Orquestra Sinfônica de Sergipe, Marcelle Christine
Detalhe do hall do PMOC, Lineu Lins

quinta-feira, 31 de março de 2011

ORSSE É ELOGIADA POR CÔNSUL DO BRASIL NA BOLÍVIA

O concerto memorável em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, encantou o público com a música brasileira.


A Orquestra Sinfônica de Sergipe fez um concerto histórico no “VI Encuentro Internacional Sobre Barroco – La Imagen Del Poder”, que aconteceu em Santa Cruz de La Sierra, Bolívia, no último dia 18. O evento fez parte do aniversário de 450 anos de Santa Cruz de la Sierra,  e foi organizado pela Fundación Visión Cultural, pela Prefeitura Municipal de Santa Cruz de la Sierra, Unión Latina, Griso-Universidad de Navarra, e pela Universidad Privada de Santa Cruz. Contou também com o apoio do Consulado Geral do Chile, da Embaixada do Brasil, Embaixada da Espanha e do Centro Cultural de Santa Cruz.
Os músicos, sob a regência do maestro Guilherme Mannis, apresentaram um repertório de música colonial. As composições do Pe. José Maurício Nunes Garcia, Frei de Santa Cecília (compositor de Hino de Sergipe) e Francisco Manuel da Silva (compositor do Hino Nacional Brasileiro) encantaram o público que ficou impressionado com a qualidade da música brasileira. Para os concertos, além da Orquestra de Câmara da ORSSE, participou um quarteto formado por importantes cantores do cenário lírico nacional: Manuela Freua, soprano; Carolina Faria, mezzo-soprano; André Vidal, tenor e Cláudio-Alexandre Silva, baixo.
O maestro Guilherme Mannis destacou a experiência na Bolívia, "artisticamente, a América Latina é um caleidoscópio de culturas e manifestações; é magnífico ver Sergipe incluindo-se neste panorama continental através de sua orquestra sinfônica, representando o Brasil em um evento tão significativo, com participantes de vários países”, enfatizou.
O concerto na Bolívia também teve uma característica didática. O maestro Guilherme Mannis explicou a plateia cada peça executada para que todos pudessem apreciar com informações importantes sobre as músicas, os compositores e o contexto histórico-musical em que foram escritas. A repercussão foi imediata. Não só pelo público que ficou impressionado com a beleza das peças apresentadas, como pelas autoridades presentes que se manifestaram elogiando a qualidade na execução das obras.
O Cônsul-Geral do Brasil em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, Colbert Soares Pinto Jr,  destacou o excelente nível do concerto. “O concerto de música barroca da Sinfônica de Sergipe preencheu as expectativas com seu ótimo nível, aí incluídos a escolha do repertório, o talento dos músicos e cantores e também as informações transmitidas ao público, em espanhol, acerca das peças apresentadas e seus respectivos autores (além, é claro, do simpático merchandise turístico sobre as atrações de Sergipe)”, disse.
Colbert Soares, ainda parabenizou o governador de Sergipe pelo investimento e apoio à ORSSE. “Aproveito para enviar ao governador Marcelo Déda minhas saudações mais cordiais juntamente com os meus sinceros cumprimentos pela ação cultural que vem sendo desenvolvida pelo Estado, cujos frutos já podem ser colhidos no exterior”, destacou.
A ORSSE já estuda novos projetos para levar a música colonial brasileira para outros países. Sem dúvidas, uma demonstração de que a qualidade da Orquestra Sinfônica  ainda vai fazer com que outras nações saibam que Sergipe  valoriza o que há de melhor na cultura brasileira.

By:
Juliana Almeida e Silva
Jornalista/Radialista DRT 1289/SE

quinta-feira, 24 de março de 2011

Série "Orquestra na Estrada" começa com apresentações nas cidades de N. Sra. da Glória e Gararu


A Orquestra Sinfônica de Sergipe segue para o interior do estado, iniciando nos próximos dias 25 e 28 de março, sexta e segunda-feira às 19h, sua série “Orquestra na Estrada”. Os locais não poderiam ser melhores: A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória e a Igreja do Bom Jesus dos Aflitos em Gararu, ambos com entrada franca.
 
O projeto é uma das metas da ORSSE, que visa popularizar o acesso à música sinfônica, buscando públicos que até agora tenham tido pouco ou nenhum contato com este tipo de formação.
Gerida pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e com patrocínio do Instituto Banese, a Orquestra Sinfônica se consolidou durante as temporadas passadas, como uma das grandes orquestras brasileiras, e pretende continuar com o sucesso, avançando e inovando cada vez mais.
“Através das temporadas anteriores, nós tivemos o reconhecimento e o sucesso necessário para nos tornarmos uma orquestra reconhecida nacionalmente. Com o projeto ‘Orquestra na Estrada, queremos alcançar algo ainda mais importante: o reconhecimento do público sergipano, através da  itinerância e circulação do produto cultural da ORSSE pelo interior do Estado, com o objetivo de democratizar e aproximar as pessoas do trabalho que a Sinfônica de Sergipe realiza”, declarou a Secretária de Estado da Cultura, Eloísa Galdino.

“Para as cidades que recebem a orquestra, é sempre uma comemoração, um motivo de muita alegria” declarou o maestro Daniel Nery, regente assistente da ORSSE. Desta forma, a orquestra participa dos principais festividades no interior do estado, como é o caso de Gararu, que comemora agora seus 135 anos de emancipação política.

Entre as obras apresentadas, a Cavalaria Ligeira do alemão Franz Suppé, o musical West Side Story, de Leonard Berstein e a Suíte da Ópera Carmen, de Georges Bizet, prometem ao público momentos de muita emoção e alegria.
Serviço
Orquestra Sinfônica de Sergipe
Série "Orquestra na Estrada"

Dia 25/03/2011, 19h00
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora da Glória-SE
Dia 28/103/2011 20h00
Igreja Matriz do Bom Jesus dos Aflitos, Gararu-SE

Daniel Nery, regente assistente
Programa
Franz Von SUPPÈ
Cavalaria Ligeira
Leornard BERSTEIN
Seleções de West Side Story
Georges BIZET
Suíte n. 1 da Ópera Carmen

segunda-feira, 21 de março de 2011

MARÇO: Começa a Temporada de Concertos 2011 da Orquestra Sinfônica de Sergipe

Sempre surpreendendo, a Orquestra Sinfônica de Sergipe começa a sua série de concertos no Teatro Tobias Barreto de forma inédita. A temporada ganhou duas prévias importantes este mês, a participação no “VI Encuentro de Arte Barroca” na Bolívia e a volta dos Concertos no Parque da Sementeira. O concerto que abre oficialmente o ano de 2011 será na próxima quinta-feira, dia 24 de março às 20h30, fechando as comemorações dos 156 anos de Aracaju.


Sob a direção artística de Guilherme Mannis, e apoio do Governo de Sergipe por meio da Secretaria de Estado da Cultura, Secretaria de Estado da Casa Civil e Instituto Banese, a ORSSE promete uma temporada marcada pela valorização de importantes datas do calendário musical a exemplo de Franz Liszt e Vicenzo Bellini, uma turnê inédita por diversos estados do nordeste com o virtuoso pianista Nelson Freire e excelentes maestros e solistas convidados em concertos especiais no intuito de engrandecer e as séries de concertos programadas para o interior do Estado, Igrejas e importantes instituições públicas. Estão programadas ainda peças importantes para o Coro Sinfônico, La Bohème de Puccini e O Messias de Häendel.

A idéia de se realizar temporadas musicais regulares, ação fomentada desde 2007, estreita os laços de carinho e compromisso com seu público, as pessoas se programam com antecedência para as apresentações, é uma nova tradição que nasce em Sergipe e acompanha o crescimento das mais importantes orquestras do Brasil e o ressurgimento da música sinfônica na vida dos sergipanos.

A secretária de Estado da Cultura, Eloísa Galdino, comemora e afirma que ORSSE é um importante patrimônio da Cultura sergipana, sempre atuando maciçamente para mostrar que o nordeste brasileiro também possui grupos de qualidade na música clássica. “Este será um ano de muito trabalho para a nossa Orquestra e o objetivo é que a Sinfônica continue trabalhando em prol da formação de plateia e de um público que admire e reconheça o valor que este grupo tem. Sem dúvida, a Orquestra é um produto cultural importantíssimo e grandioso que influencia e incentiva os jovens a seguirem a carreira musical”, assegurou a secretária.

Para o concerto, três nobres peças do repertório sinfônico: A Abertura Tannhäuser do alemão Richard Wagner, o Concerto de Aranjuez para violão e orquestra, do espanhol Joaquin Rodrigo e a Sinfonia n. 4, Op. 36 em fá menor, do russo Peter Tchaikovsky.



O solista da noite será o costa-riquenho Mario Ulloa
Os ingressos, a preços acessíveis, podem ser encontrados na bilheteria do teatro na véspera do concerto dia 23 de março de 2011. Fones: (79) 3179.1496


SERVIÇO:

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE

Abertura da Temporada 2011
Concerto comemorativo aos 156 anos de Aracaju
Quinta-feira, 24 de março de 2011, 20h30
Ingressos R$15,00 inteira e R$7,50 meia



PROGRAMA:

Guilherme Mannis, regente
Mario Ulloa, violão

Richard WAGNER (1813-1883)
Abertura da Ópera "Tannhäuser"

Joaquin RODRIGO (1901-1999)
Concerto de Aranjuez
I.Allegro con spirito,
II.Adagio
II.Allegro gentile.

Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893)
Sinfonia n° 4, Op. 36 em Fá menor
I.Andante sostenuto – Moderato con anima
II.Andantino in modo di canzona
III.Scherzo — Pizzicato ostinato
IV.Finale — Allegro con fuoco


Realização: Secretaria de Estado da Cultura/Governo de Sergipe

Patrocínio: Instituto Banese

Apoio TV Aperipê

Informações e cortesias: (79) 3179-1491

sinfonica@cultura.se.gov.br
http://www.orquestrasinfonica.se.gov.br/