segunda-feira, 15 de junho de 2009

MICHEL LEGRAND FAZ SHOW INÉDITO COM A ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE


O maestro e pianista, um dos mais importantes compositores do mundo, faz apresentação dia 18 de junho, no Teatro Tobias Barreto, com participação especial da sua mulher, a harpista Catherine Michel, e da cantora Patty Ascher, sua convidada especial; o convite foi realizado pelo maestro Guilherme Mannis, que também será o regente do espetáculo.


O pianista, arranjador, compositor e maestro francês Michel Legrand, grande nome no mundo do jazz e um dos mais requisitados compositores de trilhas para cinema, apresenta-se acompanhado da esposa – a renomada harpista Catherine Michel – e da cantora brasileira Patty Ascher, convidada especial. No repertório, jazz e canções conhecidas do cinema como Summer Knows, Yentl, Le Moulin de mon coeur, What are you doing for the rest of your life? e How do you keep the music playing – essa última em dueto com Patty Ascher. A regência será compartilhada entre Legrand e o diretor artístico da ORSSE, Guilherme Mannis. Legrand compôs mais de cem trilhas para filmes ao longo da carreira. Recebeu três estatuetas do Oscar pelas canções dos filmes Crown, o Magnífico (1968), Houve uma vez um verão (1971) e Yentl (1984). Seu mais recente trabalho é composto de óperas. Feito no ano passado, o álbum Inside, é dedicado à produção operística sua e à do alemão Kurt Weill, parceiro de Brecht. Um dos destaques é uma versão própria para a Ópera dos três vinténs, da dupla Brecht-Weill. E há brasileiros nos planos do maestro: ele pretende gravar um disco em homenagem a Tom Jobim. A realização do evento é da Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Agência A eventos culturais, e o patrocínio está a cargo do Instituto Banese e Banesecard.







Perfis:

MICHEL LEGRAND


Michel Legrand, pianista, arranjador e compositor francês, nasceu em Paris, em 1932, e é considerado um dos maiores compositores do mundo, com seu estilo sofisticado e marcante, e suas canções imortais. Construiu uma carreira de sucesso criando trilhas sonoras inovadoras para o cinema e compondo para musicais. É vencedor de prêmios do Oscar e do Grammy. Fez história também no mundo do jazz e na música clássica, como maestro de orquestras nos Estados Unidos e no Canadá. Um dos compositores mais cobiçados do cinema, Legrand já trabalhou com Jean-Luc Godard, Richard Brooks, Claude Lelouch, Clint Eastwood e Robert Altman, entre outros diretores. Fez música para mais de cem filmes. São dele as trilhas de Une femme est une femme (1960), Lola (Itália / França, 1961), Os guarda-chuvas do amor (França, 1964), Duas garotas românticas (França, 1967), Les misérables (França, 1995) e Prêt-à-porter (EUA, 2004). Nos palcos, um dos trabalhos mais recentes de Legrand são composições para o musical Marguerite, que estreou em Londres em 2008. Desde 1958, Michel Legrand liderou bandas com nomes importantíssimos do jazz: Miles Davis, John Coltrane, Bill Evans e Herbie Mann. Em sua incursão pelo jazz, compôs para álbuns de Stan Getz, Sarah Vaughan e Phil Woods. Vários músicos do gênero regravaram canções do maestro como What are you doing the rest of your life, Watch what happens e The Summer knows. Ele registrou mais de cem álbuns musicais internacionais e trabalhou com Ray Charles, Perry Como, Neil Diamond, Ella Fitzgerald, Aretha Franklin, Frank Sinatra, Barbra Streisand, Diana Ross, Tony Benett, Lena Horne, James Ingram, Jack Jones, Kiri Te Kanawa, Frankie Laine, Tereza Kesovija, Johnny Mathis, Jessye Norman, Shirley Bassey e Regine Velasquez. Tornou-se maestro de orquestras em St. Petersburg, Vancouver, Montreal, Atlanta e Denver. E gravou no piano peças de compositores clássicos como Erik Satie e George Gershwin.



CATHERINE MICHELCatherine Michel, esposa de Michel Legrand, é considerada uma das mais importantes harpistas do mundo. Começou seus estudos de piano e harpa ainda criança, com a mãe, no Conservatoire d'Amiens, cidade francesa onde nasceu. Depois seguiu para o Conservatório de Paris, onde estudou com Pierre Jamet, um dos mais extraordinários professores de harpa do século 20. Em 1978, Catherine já era indicada como solista da Orquestra Nacional da Ópera de Paris. Além de ensinar harpa na França, deu aula em importantes escolas de música da Alemanha e da Inglaterra. Hoje, lidera o Departamento de Harpa da Universidade de Zurich, na Suíça, e ministra Masterclasses por todo o mundo.



PATTY ASCHER

Ela nasceu em uma família de músicos: o pai integrou o conjunto Os Incríveis, na Jovem Guarda, e o tio é destacado maestro de artistas populares. Formada em Letras pela Universidade de São Paulo e com cursos de especialização na Espanha e em Nova York, a professora de literatura Patty Ascher, teve um encontro que mudaria sua vida em 2006: após trocar emails com Roberto Menescal, nasceu o primeiro projeto em parceria, o Bacharach Bossa Club – álbum com grandes sucessos de Burt Bacharach em ritmo de Bossa Nova. Produção e arranjos foram assinados por Roberto Menescal e ali começava uma trajetória importante: o cd foi o mais vendido do Portal UOL naquele ano, Patty realizou 42 shows em apenas 14 meses de trabalho e foi convidada para apresentar e cantar no programa Bossa Ao Vivo, da Rádio Alpha FM – líder de audiência em São Paulo. O acento soul de sua voz, a personalidade única e a maturidade interpretativa garantiram outras parcerias neste curto espaço de tempo: Patty realizou shows com Miele, Claudette Soares, Carlos Lyra, Joyce e Os Cariocas, entre outros grandes nomes da MPB. Aracaju, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre foram algumas das cidades visitadas. Os shows foram grandes sucessos e conquistaram pelo Brasil fãs ardorosos e críticas positivas nos principais jornais do país. Graças a qualidade de seu trabalho e sua presença marcante em cena, Patty Ascher ganhou espaço em importantes programas de televisão rádio: Hebe, Ronnie Von, Jô Soares e Amaury Jr. foram algumas das personalidades que deram espaço para a divulgação do cd Bacharach Bossa Club.




18 de junho, 21h: Aracaju – Concerto com a Sinfônica de Sergipe

Local: Teatro Tobias Barreto Av. Tancredo Neves, s/n, Aracaju

Tel. (79) 3179-1496

Ingressos gratuitos – retirar com antecedência na bilheteria do teatro

sábado, 6 de junho de 2009

ORSSE executa versão inédita da Missa de Santa Cecília no dia de Corpus Christi

ORQUESTRA SINFONICA DE SERGIPE - SALA SÃO PAULO - 17/05/2009

No próximo dia 11 de junho de 2009 a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção do maestro Guilherme Mannis, e o Coro Sinfônico da Orquestra, realizarão um momento especial no Teatro Tobias Barreto. O grupo contará com a presença de quatro solistas importantes do cenário operístico nacional para uma execução inédita, em Sergipe, da Missa de Santa Cecília (1826), composta pelo padre carioca José Maurício Nunes Garcia (1767-1830). Completam o programa, no âmbito da valorização do artista sergipano, as Bachianas Brasileiras nº3, com solos do pianista aracajuano Daniel Freire. Os ingressos, a preços populares, já estão à venda na bilheteria do Teatro Tobias Barreto.

O resgate e valorização da música brasileira de concerto é um grande objetivo da Orquestra Sinfônica de Sergipe. Neste concerto, inteiramente dedicado à música brasileira, o grupo trará à tona a obra do José Maurício Nunes Garcia, compositor carioca nascido em 1767. Em 1808, após a chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro, o panorama artístico da cidade se transforma,. e Nunes Garcia cai nas graças do Príncipe-Regente D. João VI, grande admirador de música, que o nomeia mestre da Capela Real, recém-criada nos moldes da que existia na corte lisboeta e formada por músicos locais e europeus. Em 1809, D. João VI condecora-o com o Hábito da Ordem de Cristo, sinal da grande estima que tinha pelo músico. Não escapou porém do preconceito de alguns membros da corte, que se referiam à sua cor de pele como um "defeito visível". O empobrecimento da vida cultural após o retorno de D. João VI a Portugal e a crise financeira depois da Independência do Brasil (1822) causaram uma diminuição da atividade de Nunes Garcia, agravada pelas más condições de saúde do compositor. Em 1826 compôs sua última obra, a Missa de Santa Cecília, para a irmandade de mesmo nome. Morreu em 18 de abril de 1830. Para a execução da missa foram convidados quatro grandes cantores do cenário operístico nacional: Gabriella Pace, soprano, Elaine Martorano, contralto, André Vidal, tenor e Sebastião Teixeira, baixo/barítono, que engrandecerão a produção do Coro Sinfônico da ORSSE, cujo regente é Daniel Freire.

O mesmo Freire, por sua vez, será o solista, ao piano, da outra peça brasileira a ser apresentada, as Bachianas Brasileiras nº3, do majestoso Heitor Villa-Lobos. 2009 é o ano em que o Brasil e o mundo relembram os 50 anos de falecimento do compositor, e o concerto do dia 11 será mais uma homenagem àquele que foi talvez o maior compositor brasileiro de todos os tempos e é o maior embaixador da música clássica de nosso país. O sergipano Daniel Freire, por sua vez, é pianista formado pela UFBA e regente do Coro da ORSSE desde 2006.

Os artistas:

Guilherme Mannis, regente

Guilherme Mannis (São Paulo) é um músico e maestro brasileiro. É bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). É Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde 2006. Esteve já à frente de importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Sinfônica de Santo André, Sinfônica da Universidade de Londrina, Orquestra Sinfônica da Unicamp e Petrobras Sinfônica; no México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula.

Gabriella Pace, soprano

Iniciou seus estudos musicais e de canto com o pai, o tenor e violista Héctor Pace. Como bolsista da Vitae, estudou com Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro, na Itália. Atualmente estuda com Ricardo Ballestero. Foi Micaela em Carmen, Susanna em Le Nozze di Figaro, Ceci em O Guarany e Pamina em A Flauta Mágica, entre outras personagens. Recebeu o Prêmio Carlos Gomes de Música Erudita.

No IX Festival Amazonas, participou da primeira montagem brasileira do Anel do Nibelungo de Wagner, sob regência de Luiz Fernando Malheiro. Em 2006 foi Desdemona, em Otello de Rossini, no X Festival Amazonas de Ópera e Giulietta, em I Capuleti e i Montecchi de Bellini, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2007 apresentou-se em concertos sinfônicos no Theatro Municipal de São Paulo, foi Susanna em As Bodas de Fígaro no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, gravou o Requiem Hebraico e a Nona Sinfonia de Beethoven com a OSESP, foi Norina em Don Pasquale, no Teatro Colón, Bogotá.

Em 2008 apresentou-se em Bogotá, cantando A Criação, de Haydn. No XII Festival Amazonas de Ópera integrou os elencos de Ça Ira (Waters), Ariadne auf Naxos (Strauss) e Turandot (Puccini). Em agosto participou da montagem de Ariadne Auf Naxos, no Theatro Municipal de São Paulo, com direção cênica de André Heller. Em setembro, foi Musetta em La Bohème, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a regência dos maestros Roberto Minczuk e Silvio Viegas e direção cênica de Pier Francesco Maestrini. Em dezembro, foi solista do Lobgesang de Mendelssohn, no Theatro Municipal de São Paulo, sob a regência de Rodrigo de Carvalho.
Neste ano de 2009 Gabriella já tem em sua agenda apresentações em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Elaine Martorano, mezzo-soprano

Elaine é apontada pelos críticos como uma das mais belas vozes do cenário operístico amazonense; destacando-se por sua excelente qualidade vocal aliada à desenvoltura cênica. Iniciou seus estudos musicais em 2001, com as professoras Adorice Pires e Mariana Mihai. Estudou técnica vocal com a maestrina e professora Natália Sakouro (Rússia), e com o tenor Henrique Bravo (Chile); expressão corporal com os professores Dhian Frantesco e Roberta Maratori.

No ano de 2004 ingressou no Coral do Amazonas e no mesmo ano alcançou grande destaque como solista no concerto de música sacra barroca, cantando Glória (Vivaldi) e Magnificat (J.S. Bach), entrando definitivamente para a cena lírica do Amazonas.
Fez curso de aperfeiçoamento vocal com a renomada professora Neyde Thomas, bem como participou de masterclasses com Eliane Coelho e Henrique Serra. Participou também do Canto Lírico x Belting, ministrado pelo maestro e professor Marconi Araújo e pela Ph.D. em fonoaudiologia Dra. Sílvia Pinho.

Em 2008, transferiu-se para São Paulo, para aperfeiçoar-se em canto, estudando com a professora Lenice Priole e atualmente com o maestro, diretor musical e vocal coach performance Marconi Araújo.

André Vidal, tenor

Mestre pela Royal Academy of Music de Londres, especializou-se em Música de Câmara e Música Antiga com Glenville Hargreaves, Jonathan Papp e Ian Partridge.
Ainda em Londres atuou como solista em oratórios, destacando: Paixão Segundo São João e Oratório de Natal de Bach, O Messias de Handel, Pequena Missa Solene de Rossini e Requiem de Mozart. Integrou o elenco da London Royal Schools Opera e seu repertório abrange papéis de Mozart, Handel, Rossini, Donizetti, Bellini e outros. Foi premiado no II Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão em 2001, e no Helen Eames Prize para intérpretes de música barroca em 1998 em Londres.
Leciona Canto Erudito na Escola de Música de Brasília e coordena o grupo PerSonare. Em 2005 fez sua estréia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro (“A Criação”, Haydn) e no Teatro Amazonas (Missa em Si Menor, Bach). Em 2006 interpretou Don Otavio em Don Giovanni de Mozart em Brasília. Em 2007 estreou com a Petrobras Sinfônica (O Messias) e no Theatro Municipal de São Paulo (Italiana em Algeria, Lindoro) sob regência de Jamil Maluf.
Dedica-se também à composição, tendo suas peças apresentadas no Brasil e no exterior, e publicadas nos EUA pela Cantus Quercus Pres.

Sebastião Teixeira, barítono

Foi duas vezes premiado pela APCA como melhor cantor erudito e constam em seu repertório mais de trinta óperas.
Interpretou os papéis principais em Il Barbiere di Siviglia, La Boheme, Carmen, La Forza del Destino, Don Pasquale, Madame Butterfly, Cavalleria Rusticana, I Pagliacci, Il Cappello di Paglia di Firenze, Pedro Malazarte, Dido and Eneas, Tenente Kijé, Pelleas et Mélisande, Candide, Les Pêcheurs de Perles, L'Italiana in Algeri, Il Trovatore, Jenufa e Salvator Rosa entre outras.
Grande intérprete de Carlos Gomes, gravou “Colombo” para a TV Cultura de São Paulo. Cantou ao lado de artistas como Elena Obraztsova, Leona Mitchell, Lando Bartolini e Arthur Thompson e sob a batuta de Eugene Kohn, Isaac Karabtchevsky, Ira Levin, Karl Martin, Jamil Maluf, John Neschling, Cláudio Cruz, Mário Zaccaro, Roberto Tibiriçá, Roberto Minczuk, T. Collaccioppo, L. F. Malheiro, A. Sangiorgi, L. Friend, G. Mannis, Silvio Barbato entre outros.
Recentemente cantou Carmina Burana de Carl Orff e Andrea Chenier (Mathiew) de Umberto Giordano no Teatro Municipal de São Paulo, Lucia de Lammermoor no Teatro São Pedro - SP, a Oitava Sinfonia de Gustav Mahler com a Orquestra Petrobras Sinfônica no Rio de Janeiro, Rigolleto em RibeirãoPreto e as estréias mundiais das óperas 'A Tempestade' de Ronaldo Miranda no Teatro São Pedro e 'O Cientista' de Sílvio Barbato no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e em turnê por 6 capitais no Brasil.
Teixeira também interpretou o papel-título na ópera "Chagas", de Sílvio Barbato, em estréia mundial na sala Palestrina do Palazzo Pamphilj, sede da embaixada brasileira em Roma, em novembro de 2008.
Daniel Freire, pianista e regente do coro

Pianista da Orquestra Sinfônica de Sergipe, Daniel freire é graduado em piano pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde também cursou composição e regência.
Apresentou-se como recitalista em diversas cidades brasileiras e nos Estados Unidos, onde ministrou aulas de piano e música brasileira no Summer Camp da Universidade de Rhode Island (2001). Lá, também realizou concerto na noite de Jazz no recital Hall da mesma universidade. Apresentou-se também nas cidades de New York, New Jersey e Connecticut.
Como solista Junto a Orquestra Sinfônica de Sergipe, executou o Concerto de Grieg (2004); Rapsódia Sobre Meu Papagaio, de sua autoria (2004-2005 e 2006); Fantasia Coral de Beethoven (2007); Concerto n° 23 de Mozart (2008).
Como regente atuou a frente da Orquestra Filarmônica de Sergipe, que em 2002 foi contempla pelo programa de apoio a orquestras do Ministério da Cultura.
Em 2005 foi convidado a formar e reger o Coro da ORSSE.
Em 2007 foi admitido para cursar Mestrado em Regência pela Campbesville University.


FICHA TÉCNICA
Orquestra Sinfônica de Sergipe, Temporada 2009
Guilherme Mannis, regente
Daniel Freire, piano
Coro Sinfônico da ORSSE
Daniel Freire, regente
Gabriella Pace, soprano
Elaine Martorano, contralto
André Vidal, tenor
Sebastião Teixeira, barítono

Heitor VILLA-LOBOS
Bachianas Brasileiras nº3
José Maurício NUNES GARCIA
Missa de Santa Cecília

Teatro Tobias Barreto
Av. Tancredo Neves, 2209, DIA, Aracaju/SE
Informações: (79) 3179-1480/91
http://www.orquestrasinfonica.se.gov.br/
sinfonica@cultura.se.gov.br

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Orquestra Sinfônica, Beethoven, Shostakovich, Borgomanero


Após uma série de cinco concertos sucessivos em importantes capitais da música brasileira, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a batuta de Guilherme Mannis, retorna ao palco do Teatro Tobias Barreto para mais uma apresentação da Temporada 2009. No próximo dia 28 de maio, quinta-feira, às 20h30, o grupo apresentará a abertura ‘As Criaturas de Prometeu’ e a Sinfonia nº2, de Ludwig van Beethoven, e ainda o desafiador Concerto para violino e orquestra nº2, do compositor russo Dmitri Shostakovich, com solos do violinista italiano Alessandro Borgomanero. Os ingressos, a preços populares, já estão disponíveis da bilheteria do Teatro Tobias Barreto.Surpresa e admiração foram as palavras mais presentes na reação do público brasileiro frente às apresentações da Orquestra Sinfônica de Sergipe em Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Repleto de críticas positivas de jornalistas importantes do meio musical, como Luiz Paulo Horta, do Jornal ‘O Globo’, e Leonardo Martinelli, da ‘Revista Concerto’, a ORSSE consolidou-se nacionalmente com a iniciativa da turnê Brasil, realizada pelo Governo do Estado em parceria com o Instituto Banese. De volta a Sergipe, o grupo se prepara para outros importantes desafios em sua Temporada 2009, como o Concerto de Corpus Christi, em homenagem a Santa Cecília, o Concerto com o Maestro francês Michel Legrand, a participação da pianista portuguesa Maria João Pires e outros consagrados intérpretes do mundo musical erudito nacional e internacional. O primeiro destes desafios será justamente o próximo concerto, no dia 28 de maio de 2009, em que o grupo interpretará, juntamente com Alessandro Borgomanero, o dificílimo Concerto nº2 para violino e Orquestra de Shostakovich.
MaestroNatural da cidade de São Paulo, Guilherme Mannis é bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, foi ainda regente assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e esteve já à frente de importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina, Orquestra Sinfônica da Unicamp e Petrobras Sinfônica. No México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. É também formado em piano pela Universidade Livre de Música, na classe de Marina Brandão. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula.



O Violinista

Nascido em Roma formou-se com o título de Mestre em 1992, na Escola Superior de Música "MOZARTEUM" de Salzburg, na classe do violinista Ruggiero Ricci. Continuou seus estudos com renomados violinistas como Boris Belkin, Salvatore Accardo e Rodolfo Bonucci. Apresentou-se como solista frente a várias orquestras tais como, Orquestra de Câmara de Budapest, Salzburg Chamber Soloists, Philadelphia Virtuosi Chamber Orchestra, London Mozart Players, Virtuosos de Salzburgo, Orquestra de Câmara de Berlim, Bachiana Filarmônica, Orquestra “Sinfonietta” Salzburg, e com a maioria das orquestras sinfônicas brasileiras. Em 2002 realizou a primeira execução brasileira do concerto nr. 2 para violino de Schostakovich, em Curitiba. No ano de 2005 esteve se apresentando como solista com a “Kremlin Chamber Orchestra” (Rússia), em dois concertos no auditório do Kremlin em Moscou. Para a temporada de 2009 estão programados recitais de violino e piano na Alemanha, Áustria, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasilia, Curitiba, e concertos como solista com as orquestras sinfônicas de Brasilia, Bahia e Sergipe (Schostakovich), Espirito Santo (Mendelssohn), São Paulo (Beethoven) bem como a estréia mundial do concerto para violino de Jaime Zenamon com a Orquestra Sinfônica do Paraná.Mora em Goiânia desde 1999 onde é professor de violino na Universidade Federal de Goiás. De 2004 a 2007 foi diretor artístico e regente titular da Orquestra de Câmara Goyazes. Em 2006 lhe foi outorgado pelo Governo do Estado o título de “Comendador da Ordem do Mérito Anhanguera” como reconhecimento pelas suas realizações na área da música erudita em Goiás.


quarta-feira, 6 de maio de 2009

TURNÊ BRASIL 2009




ORSSE realiza histórica turnê por grandes centros musicais brasileiros

Desde a sua reestruturação, em 2007, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção artística de Guilherme Mannis, não para de surpreender o público sergipano. Primeiramente o grupo criou Temporadas Anuais de Concertos, trazendo para Aracaju grandes regentes e solistas do cenário nacional e internacional. Logo em seguida vieram os projetos de acessibilidade da música clássica a novos horizontes, dos quais o “Domingo no Parque” e o “Sinfonia do Saber” tiveram destaque, levando jovens da Rede Estadual de Ensino para o Teatro Tobias Barreto e o público em geral para locais como o Parque da Sementeira e cidades do interior do Estado.

O ano de 2009, por sua vez, consolidará definitivamente a ORSSE no cenário artístico nacional. Com o investimento firme do Governo de Sergipe e o patrocínio do Instituto Banese, não bastasse a Temporada 2009 trazer a Aracaju nomes como a pianista portuguesa Maria João Pires e o compositor francês Michel Legrand, a Orquestra realizará a primeira turnê de um grupo da região Nordeste do país tocando nos mais importantes centros de música erudita no Brasil e apresentando-se em teatros de grande tradição. Sob a regência de Guilherme Mannis e solos do pianista paulista Álvaro Siviero, o grupo realizará concertos em homenagem a Villa-Lobos (50 anos de falecimento) em quatro grandes capitais: Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, nos teatros, respectivamente, Guaíra, Sala Cecília Meirelles, Teatro Nacional Cláudio Santoro e Sala São Paulo. As apresentações ocorrerão nos dias 11, 12, 14 e 17 de maio de 2009.

A inspiração para a Turnê Brasil partiu de uma bem sucedida apresentação, em novembro de 2008, na cidade de São Paulo, no Centro Cultural do Sesi. Na ocasião, a ORSSE participou da Série Música em Cena, em concerto memorável, sucesso de público e crítica. Foi, naquela ocasião, a primeira apresentação de um grupo da região nordeste do Brasil na capital paulista. Percebeu-se de imediato a capacidade de um grupo sinfônico em representar o potencial de um Estado em realizar música de qualidade, motivo de orgulho para a população. Desta maneira, visando ampliar este potencial e dar maior visibilidade à consistente produção artística desenvolvida em Aracaju, o Governo de Sergipe concebeu a realização de uma Turnê Brasil, que levará a ORSSE a capitais e teatros brasileiros de grande porte e tradição, propondo a difusão da cultura e a visão sergipana sobre a arte da música clássica.

A estréia da turnê, como não poderia ser diferente, será em Aracaju: no próximo dia 07 de maio, o grupo realizará o concerto inaugural da Turnê, no Teatro Tobias Barreto, às 20h30, com entrada franca para o público sergipano. No repertório, a Suíte nº1 para Orquestra de Câmara, de Villa-Lobos, Toronubá, para três percussionistas, piano e cordas, de Dimitri Cervo, e o Concerto para piano e orquestra nº3, em ré menor, de Rachmaninoff. A regência estará a cargo de Guilherme Mannis, com solos de Álvaro Siviero, ao piano.

Biografias

Guilherme Mannis, regente

Natural da cidade de São Paulo, Guilherme Mannis é bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, foi ainda regente assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e esteve já à frente de importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina, Orquestra Sinfônica da Unicamp e Petrobras Sinfônica; no México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. É também formado em piano pela Universidade Livre de Música, na classe de Marina Brandão. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula.

Álvaro Siviero, pianista

Iniciou seus estudos aos quatro anos de idade e a partir dos sete anos começou a se apresentar regularmente em público. Dois anos mais tarde recebeu a "Medalha de Ouro" do Governo do Estado de São Paulo para Jovens Talentos. Aperfeiçoou-se em técnica pianística em Viena e Salzburg e realizou estudos de aprofundamento em Milão e Roma.
Apresentou-se como recitalista e como solista nas cidades de Zurich, New York, Washington, Boston, Córdoba, entre outras. Em 2006, foi convidado a participar com outros cinco pianistas mundialmente escolhidos do curso de Master Class em Beethoven na Casa Orfeu - Fondazione Wilhelm Kempff, em Positano, Itália, fundado por Wilhelm Kempff, sendo o primeiro pianista brasileiro convidado a participar desta Instituição. Neste período travou contato com pianistas como Martha Argerich, em Lugano, Maurizio Pollini, em Milão e Till Felner, em Londres, aprimorando ainda mais sua visão musical.
Em 2007, teve a honra de ser o pianista brasileiro convidado a se apresentar para o Papa Bento XVI, em um recital fechado que incluiu obras de compositores alemães, poloneses e brasileiros, quando da sua visita ao Brasil. Além de ter realizado estudos sobre educação multicultural no Lesley College, Cambridge, Álvaro Siviero é também graduado em Física pela Universidade de São Paulo.

Orquestra Sinfônica de Sergipe

Considerada em 2008 a orquestra de destacada produção do nordeste, em 2009 a Temporada de Concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) sob a direção artística do Maestro Guilherme Mannis tem como principal objetivo a consolidação do grupo como um dos principais núcleos brasileiros de produção orquestral. Com destaque para a música brasileira, intercâmbio com renomados solistas e maestros e inovação em programação de peças não usuais do repertório sinfônico, a escolha visa contemplar diferentes gostos e necessidades musicais sem se distanciar da produção atual. 2009 é um ano peculiar, em que se homenagearão três compositores: Haydn (200 anos de falecimento), Mendelssohn (200 anos de nascimento) e Villa-Lobos (50 anos de falecimento); a produção da ORSSE, por sua vez abordará estes mestres com especial atenção. Além disso, no âmbito das comemorações do ano França-Brasil serão incluídas diversas peças importantes do repertório sinfônico francês. Neste ano a ORSSE trará para Aracaju solistas como Eduardo Monteiro, Amaral Vieira, Emmanuele Baldini, Maurício Freire, Cristian Budu, Yuriy Rakevich, Horácio Schaeffer, Daniel Guedes, Álvaro Siviero, Alessandro Borgomanero, Antônio Lauro del Claro, Eduardo Monteiro, Ronedilk Dantas, Eduardo Garcia, Antônio Henrique Seixas, Nikolay Alipiev, Cláudia Riccitelli, Martha Herr, Rubens Medina, Sebastião Teixeira, André Vidal, entre outros, e regentes como Roberto Duarte, Helder Trefzger e Marcelo de Jesus, entre outros. Em comemoração ao ano França-Brasil, o grupo trará Michel Legrand, em participação única na capital sergipana, acompanhado pela harpista Catherine Michel.

Oportunidade

Para os sergipanos que possuem parentes nas praças atendidas pelos concertos da Turnê Brasil da ORSSE que desejarem assistir as apresentações, a orquestra disponibilizará um número determinado de ingressos cortesia, que poderão ser solicitados pelo e-mail sinfonica@cultura.se.gov.br, até o dia 10 de maio.

Apresentações, locais, horários e valores

Aracaju
07 de maio, quinta-feira
Teatro Tobias Barreto, 20h30
Entrada franca

Curitiba
11 de maio, segunda-feira
Teatro Guaíra, 20h30
Ingressos: R$10,00 (estudantes, idosos e público em geral, meia-hora antes do concerto), R$60,00 a R$80,00.
Co-realização: Rede Paranaense de Comunicação

Rio de Janeiro
12 de maio, terça-feira
Sala Cecília Meirelles, 20h
Entrada Franca

Brasília
14 de maio, quinta-feira
Teatro Nacional Cláudio Santoro, Sala Villa-Lobos, 20h
Ingressos: R$6,00

São Paulo
17 de maio, domingo
Sala São Paulo, 18h
Ingressos: R$10,00 (estudantes, idosos e público em geral, meia-hora antes do concerto), R$40,00.

Repertório

Guilherme Mannis, regente
Álvaro Siviero, piano

Dimitri CERVO
Toronubá, para três percussionistas, piano e cordas
Heitor VILLA-LOBOS
Suíte nº1 para orquestra de câmara
Serge RACHMANINOFF
Concerto para piano e orquestra nº3, op.30 em mi menor

Realização
Governo de Sergipe
Produção
Artesalis Produções Artísticas
Patrocínio
Instituto Banese
Informações
sinfonica@cultura.se.gov.br
(79) 3179-1480

sábado, 25 de abril de 2009

Um concerto inteiramente dedicado aos mestres de 2009

Mendelssohn, Villa-Lobos e Haydn
Orquestra Sinfônica de Sergipe
TeatroTobias Barreto, 20h30

Roberto Duarte, regente
Fernando Dissenha, trompete

H. VILLA-LOBOS
Dança Frenetica
Felix MENDELSSOHN Sinfonia nº5, op. 107, em ré maior, “A reforma”
J. HAYDNConcerto en mib pour orchestre et trompette





O maestro Roberto Duarte ocupa posição de destaque no cenário musical, com a apresentação de mais de uma centena de obras em primeira audição mundial e a revisão sistemática de obras de Villa-Lobos e Carlos Gomes, entre outros compositores. Em 1994 e em 1997 recebeu o prêmio de Melhor Regente do Ano pela APCA. Em 1996 recebeu do Governo Brasileiro, através da Funarte, o Prêmio Nacional de Música, como regente. Em 2001 foi agraciado com o Prêmio Carlos Gomes por sua atuação no campo da ópera, como regente e revisor. Membro da Academia Brasileira de Música, é atualmente seu vice-presidente.




Fernando Dissenha, trompete solo da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - OSESP, desde 1997. Com esse conjunto participou de turnês pelo Brasil, Peru, Argentina, Chile, Estados Unidos, Alemanha e Suíça. Como camerista, se apresentou e deu aulas no Festival de Campos do Jordão, Oficina de Música de Curitiba, Festival de Londrina e Verões Musicais de Gramado. Ministrou masterclasses em Porto Alegre, Goiânia e Belo Horizonte. Atualmente é professor na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira, em São Paulo.





Orquestra Sinfônica de Sergipe

Considerada em 2008 a orquestra de destacada produção do nordeste, em 2009 a Temporada de Concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) sob a direção artística do Maestro Guilherme Mannis tem como principal objetivo a consolidação do grupo como um dos principais núcleos brasileiros de produção orquestral. Com destaque para a música brasileira, intercâmbio com renomados solistas e maestros e inovação em programação de peças não usuais do repertório sinfônico, a escolha visa contemplar diferentes gostos e necessidades musicais sem se distanciar da produção atual. 2009 é um ano peculiar, em que se homenagearão três compositores: Haydn (200 anos de falecimento), Mendelssohn (200 anos de nascimento) e Villa-Lobos (50 anos de falecimento); a produção da ORSSE, por sua vez abordará estes mestres com especial atenção. Além disso, no âmbito das comemorações do ano França-Brasil serão incluídas diversas peças importantes do repertório sinfônico francês. Neste ano a ORSSE trará para Aracaju solistas como Eduardo Monteiro, Amaral Vieira, Emmanuele Baldini, Maurício Freire, Cristian Budu, Yuriy Rakevich, Horácio Schaeffer, Daniel Guedes, Álvaro Siviero, Alessandro Borgomanero, Antônio Lauro del Claro, Eduardo Monteiro, Ronedilk Dantas, Eduardo Garcia, Antônio Henrique Seixas, Nikolay Alipiev, Cláudia Riccitelli, Martha Herr, Rubens Medina, Sebastião Teixeira, André Vidal, entre outros, e regentes como Roberto Duarte, Barry Kolman, Helder Trefzger e Marcelo de Jesus, entre outros. Em comemoração ao ano França-Brasil, o grupo trará Michel Legrand, em participação única na capital sergipana, acompanhado pela harpista Catherine Michel.

Ficha Técnica

Orquestra Sinfônica de Sergipe
Gulherme Mannis
Diretor Artístico e Regente Titular

Teatro Tobias Barreto
1328 lugares
Informações: 79 3179 1480/1490
Bilheteria: 79 3179 1496
Ingressos: R$10 e R$5
sinfonica@cultura.se.gov.br

domingo, 5 de abril de 2009

Emmanuele Baldini e Orquestra Sinfônica de Sergipe – Harmonia Musical a Toda Prova

Quando esteve pela primeira em Aracaju a convite do colega e maestro Guilherme Mannis, o violinista Emmanuele Baldini já predizia o futuro desta orquestra e acreditou que em pouco tempo este grupo despontaria entre as importantes orquestras estaduais do país. Agora em sua quarta visita a Aracaju, o músico será solista de um grande concerto e confirmará seu status de “virtuoso” com a execução Concerto para Violino e Orquestra n. 3 de Camille Saint-Säens, no âmbito das comemorações do ano da França no Brasil. Nesta próxima quinta-feira, às 20h30, no Teatro Tobias Barreto, o solista se apresentará com a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência do Maestro Guilherme Mannis. Completam o programa a intimista Abertura Trágica, de Johannes Brahms, e a Sinfonia nº6, “Patética”, de Tchaikovsky. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Tobias Barreto aos preços de R$5 e R$10.





O violinista: Emmanuele Baldini nasceu em Trieste, Itália, e iniciou os estudos de violino com Bruno Polli; em seguida aperfeiçoou-se na classe de virtuosidade de Corrado Romano em Genebra, com Ruggiero Ricci em Berlim e Salzburgo e, em música de câmara, com o Trio de Trieste e com Franco Rossi, violoncelista do Quartetto Italiano. Aos 12 anos venceu o primeiro concurso internacional e, mais tarde, o Virtuositè de Genebra e o primeiro prêmio do Fórum Junger Künstler de Viena. Apresentou-se em recitais nas principais cidades italianas e européias e participou de longas turnês pela América do Sul, Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão. Como solista, tocou com orquestras como a Rundfunk Sinfonieorchester Berlin, a Orchestre de la Suisse Romande, a Wierner Kammerorchester, a Flanders Youth Philharmonic Orchestra, a Orquestra Estatal da Moldávia e a do Teatro Giuseppe Verdi de Trieste. Sobre ele, Claudio Abbado escreveu: “Fiquei impressionado com sua qualidade musical e com tamanha habilidade técnica”.
Emmanuele Baldini gravou as sonatas de Franck e Magnard; os Duetos para dois Violinos e Sonatas para Violino e Violoncelo de Viotti e um CD com obras virtuosísticas de Paganini, além das obras de Martucci e os Caprichos para Violino solo de Locatelli. Antes de tornar-se spalla da Osesp, ocupou o mesmo posto na Orquestra do Teatro Comunale de Bolonha e no Teatro Giuseppe Verdi de Trieste, atuando também como concertino na Orquestra do Teatro alla Scala, de Milão. Atualmente integra o Quarteto Osesp com Cláudio Cruz, Johannes Gramsch e Davi Graton. Em 2007 lançou o CD `Virtuoso’ com obras para violino e piano de Sarasate, Kreisler, Tartini, Mignone entre outras.





O maestro: Natural da cidade de São Paulo, Guilherme Mannis é bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde agosto de 2006, impulsionou o grupo a se destacar no cenário musical brasileiro com seu positivo desempenho artístico frente ao grupo, criando temporada de concertos regulares, projetos de incentivo à formação de platéia e inúmeras estréias musicais em nosso estado. Foi assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e regeu importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina e Petrobrás Sinfônica; no México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. Pianista formado pela Universidade Livre de Música, na classe de Marina Brandão. Teve como principal professor de regência o maestro John Neschling (ex-Osesp).

Ficha Técnica

Orquestra Sinfônica de Sergipe – Temporada 2009
Teatro Tobias Barreto
Quinta-feira, 09 de abril, 20h30
Ingressos: R$10 (inteira), R$5 (meia)
Informações: (79) 3179-1480
sinfonica@cultura.se.gov.br

segunda-feira, 23 de março de 2009

Provas para Spalla na Orquestra Sinfônica de Sergipe

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE

Prova para admissão de Violino Spalla



Período de atividades: maio de 2009 a abril de 2010.

Data e horário: 07 de abril de 2009, 14h.

Local: Teatro Tobias Barreto, Sala de Ensaios da ORSSE

Inscrições: sinfonica@cultura.se.gov.br, (79) 3179-1480

Salário: R$3.860,00 mensais, com férias e 13º salário.

Carga horária: máximo de 24 serviços mensais, entre maio e dezembro e março a abril.



Repertório da prova:

1) Concerto romântico livre-escolha, primeiro movimento com cadência.

2) Bach: um movimento de suíte ou partita.

3) Obra livre-escolha.

4) Tchaikovsky, Romeu e Julieta, completa (I violino).

5) Mendelssohn, Sinfonia nº4, primeiro movimento (I violino).

quinta-feira, 19 de março de 2009

Orquestra, NIKOLAI ALIPIEV e Música Brasileira

Considerada a “Orquestra de Destacada Produção da Região Nordeste do País” pela Revista Concerto (março de 2009), a Orquestra Sinfônica de Sergipe segue sua Temporada de Concertos com importante apresentação a ser realizada no dia 19 de março, as 20h30, no Teatro Tobias Barreto. Sob a regência de Guilherme Mannis, o grupo receberá o trompista búlgaro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) Nikolay Alipiev, para a execução do Concerto para trompa e Orquestra nº1, de Strauss. Completam o programa a brasileira Toronubá, do compositor gaúcho Dimitri Cervo, obra que utiliza elementos da cultura indígena na percussão e no piano, músicos de pés descalços, acordes flamejantes e tensos, simbolizando a resistência desse povo à forçada colonização desmantelada da europa em nosso país. Já o naipe das cordas representa a figura do homem europeu, elegante porém permeados de más intenções. A obra é baseada no princípio da música minimalista cujos expoentes foram Philip Glass e Steve Reich. Fechando a noite, a clássica Sinfonia nº104, Londres, de Joseph Haydn, considerada o apogeu da Sinfonia do classicismo desenvolta por aquele que foi talvez o maior cristalizador deste tipo de composição.

O solista: Nikolay Alipiev, búlgaro, naturalizado brasileiro, teve as primeiras aulas de música aos oito anos. Aos dez, começou a ter aulas de trompa com seu pai, Aliipia Tzvetkov Genov, primeira trompa da Orquestra Sinfônica de Burgas, da Bulgária. Estudou na Escola de Música de Burgas, tendo aulas também com Todor Todorov. Durante aquele período, foi solista em concertos de Mozart e Strauss com a Sinfônica de Burgas. Em 1983 participou de seminários com professores como Herman Bauman e Peter Damm. Nikolay foi vencedor de vários prêmios, destacando-se o 1º lugar no Concurso de Melhor Interpretação de Obra Russa de Burgas, o prêmio especial no Seminário dos 250 anos da Escola de Trompa e o primeiro lugar no Concurso da Academia Nacional de Música de Sofia. Em 1990, ingressou na Academia Estatal de Música de Sofia, onde se formou na classe de Vladislav Grigorov. Em 1991, tornou-se primeira trompa da Orquestra Sinfônica Jovem do Mundo, apresentando-se na Suécia, Dinamarca, Alemanha, Polônia, Lituânia, Estônia e Finlândia, sob a regência de Okko Kamu. Tocou com a Orquestra Nacional da Bulgária e participou do curso de regência em Siena, Itália de 1991 a 1995. Em 1992, assumiu o posto de primeira trompa da Orquestra da Rádio Búlgara, cargo que ocupou até sua vinda ao Brasil, em 1996, quando ocupou o mesmo cargo na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, sob regência de Roberto Minczuk. Membro do Grupo de Metais São Paulo, professor na Universidade Livre de Música e Fundação das Artes de São Caetano do Sul, foi primeira trompa da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo até 2001, quando passou a integrar a OSESP. Atualemente é professor de Trompa na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira.

FICHA TÉCNICA
Orquestra Sinfônica de Sergipe – Temporada 2009 de Concertos
Teatro Tobias Barreto
Guilherme Mannis, regente
Nikolay Alipiev, trompa
Quinta-feira, 19 de março de 2009, 20h30
Ingressos: R$10 (inteira), R$5 (meia)
Informações: (79) 3179-1480
sinfonica@cultura.se.gov.br

segunda-feira, 9 de março de 2009

Abertura da Temporada 2009!


Estreando sua Temporada de Concertos 2009 no Teatro Tobias Barreto, a Orquestra Sinfônica de Sergipe homenageia Aracaju, recebendo o pianista Álvaro Siviero com o concerto de díficil execução do russo Serge Rachmaninoff. Além dessa outras peças abrilhantarão a noite: Abertura Romeu e Julieta de Tchaikovsky e Quadros de uma Exposição de Mussorgsky. Estão programadas também a execução dos hinos Nacional e de Sergipe.

ÁLVARO SIVIERO
Iniciou seus estudos aos quatro anos de idade e a partir dos sete anos começou a se apresentar regularmente em público. Dois anos mais tarde recebeu a "Medalha de Ouro" do Governo do Estado de São Paulo para Jovens Talentos. Aperfeiçoou-se em técnica pianística em Viena e Salzburg e realizou estudos de aprofundamento em Milão e Roma.
Apresentou-se como recitalista e como solista nas cidades de Zurich, New York, Washington, Boston, Córdoba, entre outras. Em 2006, foi convidado a participar com outros cinco pianistas mundialmente escolhidos do curso de Master Class em Beethoven na Casa Orfeu – Fondazione Wilhelm Kempff, em Positano, Itália, fundado por Wilhelm Kempff, sendo o primeiro pianista brasileiro convidado a participar desta Instituição. Neste período travou contato com pianistas como Martha Argerich, em Lugano, Maurizio Pollini, em Milão e Till Felner, em Londres, aprimorando ainda mais sua visão musical.
Em 2007, teve a honra de ser o pianista brasileiro convidado a se apresentar para o Papa Bento XVI, em um recital fechado que incluiu obras de compositores alemães, poloneses e brasileiros, quando da sua visita ao Brasil. Além de ter realizado estudos sobre educação multicultural no Lesley College, Cambridge, Álvaro Siviero é também graduado em Física pela Universidade de São Paulo.
http://www.alvarosiviero.com/


A peça Quadros de Uma Exposição foi composta por Modest Mussorgsky em homenagem ao pintor Victor Hartmann, morto precocemente aos 39 anos de idade. A música é um verdadeiro passeio por exposição de arte, como reflete as "Promenades", ´cada movimento suscita um quadro do autor:


Promenade” (Passeio) – Introdução – Allegro giusto, nel modo russico, senza allegrezza, ma poco sostenuto.
I.”Gnomus” (Gnomo) – Sempre Vivo.
”Promenade” (Passeio) – Moderato comodo assai e con delicatezza.
II.”Il Vecchio Castello” (O Castelo Medieval) – Andante molto cantabile e con dolore.
”Promenade” (Passeio) – Moderato non tanto, pesante.
III.”Tuileries” (Tulherias) – Allegretto non troppo, cappricioso.
IV.”Bydlo” (Carro de Bois) – Sempre moderato, pensante.
”Promenade” (Passeio) – Tranquillo.
V.”Ballet des Petits Poussins dans leurs Coques” (Bailado dos Pintinhos em suas Cascas de Ovos) – Schernizo.
VI.”Samuel Goldenberg et Schmuyle” – Andante grave, energico.
”Promenade” (Passeio) – Allegro giusto, nel modo russico, poco sostenuto.
VII.”Limoges, Le Marché” (O Mercado em Limoges) - Allegretto vivo, sempre scherzando.
”Catacombae, Sepulcrum Romanum” (Catacumbas, Sepulcro Romano) – Largo.
VIII."Cum Mortuis in Língua Mortua" (Com os Mortos em Língua Morta) - Andante non troppo, com lamento.
IX.”La Cabane de Baba-Yaga sur de Pattes de Poule” (A Cabana de Baba-Yaga sobre Patas de Galinha) – Allegro com brio, feroce. Andante mosso. Allegro molto.
X.”La Grande Porte de Kiev” (A Grande Porta de Kiev) – Allegro alla breve. Maestoso. Con grandezza.


A regência desse concerto está a cargo do Maestro Guilherme Mannis.
Data: 12/03/2009, Quinta-feira
Horário: 20h30
Local: Teatro Tobias Barreto
Ingressos: Cortesias na Bilheteria do TTB.
79 3179 1496

quinta-feira, 5 de março de 2009

Resultados dos Testes

Nos dias 17,18 e 19 a Orquestra Sinfônica de Sergipe, realizou audições para preencher as vagas oferecidas nesse primeiro semestre de 2009. Os resultados foram os seguintes:

1 Violino nível superior, co-solista (continua em aberto)
1 Violino nível médio, tutti (continua em aberto)
1 Viola nível superior, co-solista (continua em aberto)
1 Viola nível médio, tutti (Rafael Marques/CE)
1 Violoncelo nível superior, co-solista (Andressa de Lima/PB)
1 oboé nível superior, solista (Eder Levy/SP)

As vagas que continuam em aberto serão preenchidas no decorrer do semestre, os interessados devem encaminhar curriculo artístico para o e-mail sinfonicadesergipe@gmail.com.

Contatos por telefone: 79 3179 1480 (8h às 13h e das 15h às 18h)

Participe e sinta o prazer de ser músico!




Andressa Souto de Lima








Começou seus estudos musicais, aos quatro anos de idade, no projeto espiral, com a Maestrina Norma Romano.Aos setes anos de idade, foi para a Escola de Música Anthenor Navarro, onde estudou teoria musical e no estudo do violoncelo teve como professor, Francieudo Torres. Foi integrante da Orquestra Infantil do Estado da Paraíba, com a maestrina Norma Romano, na posição de chefe de naipe. Em 1998 participou de uma turnê nos Estados Unidos da América como integrante da Orquestra Infantil do Estado da Paraíba. Em 2000 tocou como convidada para tocar em uma apresentação com a Orquestra Sinfônica da Paraíba, sob a regência do maestro Osman Gioia. De 2001 – 2007 foi membro da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba, com o Maestro Luiz Carlos Durier, sendo chefe de naipe por uma temporada. Tocou na Camerata Isabel Burity, com a Maestrina Norma Romano. Em 2004 passou noteste para a Orquestra de Câmara de João Pessoa, contemplada com a vaga, permaneceu no grupo por cinco anos, sob a regência do Maestro Gustavo de Paco de Gea. No mesmo ano, 2004, a convite do Prof. Geraldo Dias, Coordenador do curso de Música (UFPB) e Regente da Orquestra Infanto Juvenil, assumiu a monitoria das cordas da Orquestra. Participou do 27° Curso Internacional de Verão de Brasília (2004). Sendo bolsista do FIB ( Festival de Inverno de Brasília ). Cursou Bacharelado em Música na UFPB. Atuou desde 2005 como violoncelista convidada da Orquestra Sinfônica da Paraíba sob a regência do Maestro Marcos Arakaki.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Orquestra Sinfônica de Sergipe Apresenta sua Temporada 2009



Considerada em 2008 uma orquestra de destacada produção do nordeste, em 2009 a Temporada de Concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) sob a direção artística do Maestro Guilherme Mannis tem como principal objetivo a consolidação do grupo como um dos principais núcleos brasileiros de produção orquestral.
Com destaque para a música brasileira, intercâmbio com renomados solistas e maestros e inovação em programação de peças não usuais do repertório sinfônico, a escolha visa contemplar diferentes gostos e necessidades musicais sem se distanciar da produção atual. 2009 é um ano peculiar, em que se homenagearão três compositores: Haydn (200 anos de falecimento), Mendelssohn (200 anos de nascimento) e Villa-Lobos (50 anos de falecimento); a produção da ORSSE, por sua vez abordará estes mestres com especial atenção. Além disso, no âmbito das comemorações do ano França-Brasil serão incluídas diversas peças importantes do repertório sinfônico francês. Neste ano a ORSSE trará para Aracaju solistas como Eduardo Monteiro, Amaral Vieira, Emmanuele Baldini, Maurício Freire, Cristian Budu, Yuriy Rakevich, Horácio Schaeffer, Daniel Guedes, Álvaro Siviero, Alessandro Borgomanero, Antônio Lauro del Claro, Eduardo Monteiro, Ronedilk Dantas, Eduardo Garcia, Antônio Henrique Seixas, Nikolay Alipiev, Cláudia Riccitelli, Martha Herr, Rubens Medina, Sebastião Teixeira, André Vidal, entre outros, e regentes como Roberto Duarte, Barry Kolman, Helder Trefzger e Marcelo de Jesus, entre outros. Em comemoração ao ano França-Brasil, o grupo trará Michel Legrand, em participação única na capital sergipana, acompanhado pela harpista Catherine Michel.
MARÇO
12
Abertura da Temporada Anual de Concertos
Guilherme Mannis, regente
Álvaro Siviero, piano
Piotr Ilytch TCHAIKOVSKY
Abertura Romeu e Julieta
Serge RACHMANINOFF
Concerto para piano e orquestra nº3, op.30, em mi menor
Modest MUSSORGSKY/ Maurice RAVEL
Quadros de uma exposição
19
Guilherme Mannis, regente
Nikolay Alipiev, trompa
Dimitri CERVO
Toronubá
Richard STRAUSS
Concerto nº1 para trompa e Orquestra
Joseph HAYDN
Sinfonia nº104, em ré maior, “Londres”
ABRIL
09
Guilherme Mannis, regente
Emmanuele Baldini, violino
Johannes BRAHMS
Abertura Trágica, op.81
Camille SAINT-SAËNS
Concerto para violino e orquestra nº3, op. 61, em si menor
Piotr Ilytch TCHAIKOVSKY
Sinfonia nº6, op. 74, em si menor, “Patética”
16 (Catedral Metropolitana de Aracaju)
Santiago Aldana, regente
Música Latino-Americana
Arturo MÁRQUEZ
Danzón
Jose Pablo MONCAYO
Huapango
Marlos NOBRE
Convergencias
Oscar LORENZO FERNANDEZ
Batuque
Heitor VILLA-LOBOS
O trenzinho do caipira
Alberto GINASTERA
Suite del ballet “Estancia”
Astor PIAZZOLA
Tangazo
Seleção de três tangos sinfônicos
30
Roberto Duarte, regente
Fernando Dissenha, trompete
Heitor VILLA-LOBOS
Dança Frenética
Ernest CHAUSSON
Poeme
Maurica RAVEL
Tzigane
Felix MENDELSSOHN
Sinfonia nº5, op. 107, em ré maior, “A reforma”
MAIO 14 a 17 (A Confirmar)
Turnê Brasil
Guilherme Mannis, regente
Álvaro Siviero, piano
Heitor VILLA-LOBOS
Suíte nº2 para orquestra de câmara
Serge RACHMANINOFF
Concerto para piano e orquestra nº3, op.30 em mi menor
Ludwig van BEETHOVEN
Sinfonia nº3, em mi bemol maior, Eroica
28
Guilherme Mannis, regente
Alessandro Borgomanero, violino
Antonin DVORAK
Humoresque op. 101, nº7
Dimitri SHOSTAKOVICH
Concerto para violino e orquestra nº1, op.77, em lá menor
Johannes BRAHMS
Sinfonia nº2, op. 73
JUNHO
11 – Gravação ao vivo
Guilherme Mannis, regente
Marta Herr, soprano
Solista a confirmar, mezzo-soprano
André Vidal, tenor
Sebastião Teixeira, barítono
Coro Sinfônico da ORSSE
Daniel Freire, regente
Heitor VILLA-LOBOS
Suíte nº2 para Orquestra de Câmara
Bachianas Brasileiras nº3
José Mauricio NUNES GARCIA
Missa de Santa Cecília
18
Michel Legrand, regente
Guilherme Mannis regente
Catherine Michel, harpa
Comemoração do ano da França no Brasil
– composições e interpretações de Michel Legrand
JULHO
09
Barry Kolman, regente
Maurício Freire, flauta
Gioacchino ROSSINI
Abertura da ópera “La Gazza Ladra”
Wolfgang Amadeus MOZART
Concerto para flauta nº2, em ré maior, K.314
Ludwig van BEETHOVEN Sinfonia nº2
23
Guilherme Mannis, regente
Solista a definir, mezzo-soprano
Cristian Budu, piano
Manuel de FALLA
El sombrero de tres picos, suíte nº 1
Serge RACHMANINOFF
Rapsódia sobre um tema de Paganini
Gustav MAHLER
Kindertotenlieder
AGOSTO
06
Helder Trefzger, regente
Yuriy Rakevich, violino
Horácio Schaeffer, viola
Carlos CRUZ
Suíte em Três Movimentos
Wolfgang Amadeus MOZART
Sinfonia Concertante K.364, em Mi bemol maior
Robert SCHUMANN
Sinfonia nº 4, op. 120, em ré menor
27
Guilherme Mannis, regente
Fernando Miguel, piano
Marília Teixeira, soprano
Coro Sinfônico da ORSSE
Daniel Freire, regente
Joseph HAYDN
Missa brevis Sancti Johannis de Deo
Ludwig van BEETHOVEN
Concerto nº4 para piano e orquestra, op. 58 em sol maior
Heitor VILLA-LOBOS
Bachianas Brasileiras nº4
SETEMBRO
10, 12, 14 Programação comemorativa
24
Guilherme Mannis, regente
Ronedilk Dantas, violino
Solista a confirmar, piano
Edson ZAMPRONHA
Concerto para piano e orquestra (estréia mundial)
César GUERRA-PEIXE
Concertino para violino e orquestra de câmara
Antonio CARLOS GOMES
Sonata para cordas
Antonin DVORAK
Serenata para cordas
29 (Mosteiro de São Bento – SP)
Orquestra de Cordas
Guilherme Mannis, regente
Ronedilk Dantas, violino
César GUERRA-PEIXE
Concertino para violino e orquestra de câmara
Antonio CARLOS GOMES
Sonata para cordas
Antonin DVORAK
Serenata para cordas
OUTUBRO
08
Guilherme Mannis, regente
Daniel Guedes, violino
Antonio Lauro del Claro, violoncelo
Francisco BRAGA
Episódio Sinfônico
Antonio VIVALDI
As quatro estações
Johannes BRAHMS
Concerto duplo para violino e violoncelo, op. 102, em lá menor
15
Guilherme Mannis, regente
Amaral Vieira, piano
Felix MENDELSSOHN
Meerstille und glückliche Fahrt, op. 27
Dimitri SHOSTAKOVICH
Concerto para piano nº2, em fá maior
Serge PROKOFIEV
Sinfonia Clássica, op. 25
28
Guilherme Mannis, regente
Eduardo Monteiro, piano
Léo DELIBES
Coppélia, quatro pequenas suítes
Johann Sebastian BACH
Suíte orquestral nº1, BWV 1066, em dó maior
Johannes BRAHMS
Concerto para piano e orquestra nº1, op. 83, si bemol maior
NOVEMBRO
05
Guilherme Mannis, regente
Antônio Henrique Seixas, trombone baixo
Alexandre BRASOLIM
A Abolição da escravatura
Eric EWAZAN
Concerto para Trombone-Baixo e orquestra
Carl NIELSEN
Sinfonia nº2, op. 16, “Os quatro temperamentos”
19
Marcelo de Jesus, regente
Eduardo Garcia, piano
Luigi CHERUBINI
Abertura da ópera “Medea”
Ludwig van BEETHOVEN
Concerto nº5 para piano e orquestra
Wolfgang Amadeus MOZART
Sinfonia nº41, K. 551, em dó maior, Júpiter
DEZEMBRO
09
Guilherme Mannis, regente
Johannes Gramsch, violoncelo
Felix MENDELSSOHN
Märchen von der schönen Melusine, op.32
Max BRUCH
Kol Nidrei
Rael GIMENES
Beethoven através do espelho (estréia mundial)
Erich KORNGOLD
Concerto para violoncelo em dó maior, op. 37
22
Guilherme Mannis, regente
Marina Brandão, piano
Coro Sinfônico da ORSSE
Daniel Freire, regente
Claudia Riccitelli, soprano
Regina Elena Mesquita, mezzo-soprano
Rubens Medina, tenor
Sebastião Teixeira, barítono
Fréderic CHOPIN Concerto para piano nº1, em mi menor
Ludwig van BEETHOVEN
Sinfonia nº 9, op. 125, em ré menor, “Coral”
Ficha Técnica
TEMPORADA 2009 da Orquestra Sinfônica de Sergipe - ORSSE
Teatro Tobias Barreto
Av. Tancredo Neves, 2209, DIA, Aracaju/SE 49080-470
Informações: (79) 3179-1480/8822-3293
Os concertos serão iniciados impreterivelmente às 20h30. Os ingressos estarão disponíveis na bilheteria do Teatro Tobias Barreto a preços populares, 15 dias antes dos eventos. A programação da ORSSE está sujeita a alterações sem aviso prévio.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Representação da Orquestra Sinfônica de Sergipe em Festivais de Música pelo Brasil

Curiosidades a parte, a vida do músico não para. Mesmo de férias da orquestra, eles conseguem tocar, estudar, dar aulas, viajar e procurar aprimoramento em outros centros do Brasil.
Muito providencial que a maioria dos organizadores de festivais de música, reservem essa época do ano para realização de eventos que interessam a todos esses "Loucos por Música". Os músicos na ocasião também aproveitam para encontrar os amigos e os colegas de profissão, ter aulas com importantes professores brasileiros e estrangeiros e tocar nas orquestras desses mesmos festivais. Uma reunião feliz do mais alto nível deste segmento.
Todos os festivais possuem uma estrutura completa, para atender a crescente procura dos mais variados naipes de todos os cantos da América.
Não é a toa que nossos músicos conseguem ser chamados para estes festivais, dedicação e bom desempenho em suas orquestras de origem é que garantem participação ativa na programação dos festivais. São músicos efetivos desses encontros, entre outros, Victor Mesquita, Carol Uchoa, Heliomar Lyra, Renata Athayde, Gigi Araújo, Leonardo Gonçalves, Keyla Santiago, Isaac Soares, Lamartine Tavares.
Merecem destaque os festivais de: Poços de Caldas (MG), Brasília (DF),e Jaraguá do Sul (SC):







É...vida de músico não é fácil...mas preparação e estudo nunca é demais, porque nossa orquestra merece o melhor!













terça-feira, 27 de janeiro de 2009

PROCESSO SELETIVO PARA NOVOS INSTRUMENTISTAS

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE
Direção Artística Mt. Guilherme Mannis

A Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção artística de Guilherme Mannis, vem a público informar que estão abertas as inscrições para processo seletivo para o preenchimento das seguintes vagas:

1 Violino nível superior, co-solista
1 Violino nível médio, tutti
1 Viola nível superior, co-solista
1 Viola nível médio, tutti
1 Violoncelo nível superior, co-solista
1 oboé nível superior, solista.

As provas acontecerão na cidade de Aracaju, na sede da Orquestra Sinfônica, localizada no Teatro Tobias Barreto (Av. Tancredo Neves 2209, DIA, Aracaju/SE), no período de 16 a 18 de fevereiro de 2009. Os interessados deverão contatar a Orquestra Sinfônica de Sergipe através dos seguintes endereços, para inscrições e maiores informações:
sinfonica@cultura.se.gov.br sinfonicadesergipe@gmail.com

Telefones: (79) 8822-3293/ (79) 8821-9488/ (79) 3179 1480. O contato por telefone estará disponível a partir do dia 02 de fevereiro de 2009, até lá somente pela internet.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Por Dentro dos Concertos



O concerto especial de Natal dia 18 no Teatro Tobias Barreto, mesclará um repertório clássico, com obras características da literatura sinfônica como a Abertura Egmont, de Beethoven, composta para peça homônima de Goethe, assim como o Concerto nº23 de Mozart, a peças tradicionais do repertório de Natal, como Jingle Bells, Pinheirinhos de Natal e Aleluia de Haendel. A participação da música brasileira será determinante, representada pela primeira apresentação sergipana do Gradual Dies Sanctificatus, composto por um dos maiores gênios do período clássico-romântico: o Padre José Maurício Nunes Garcia (Rio de Janeiro, 1767-1830). Um grupo final de 150 pessoas, entre músicos, coralistas e convidados, executará peças como “Surgem Anjos Proclamando” e “Noite Feliz”.

O maestro: Natural da cidade de São Paulo, Guilherme Mannis é bacharel e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe, foi ainda regente assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e esteve já à frente de importantes grupos orquestrais brasileiros tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina, Orquestra Sinfônica da Unicamp e Petrobras Sinfônica; no México, conduziu a Orquestra Sinfônica Carlos Chávez. É também formado em piano pela Universidade Livre de Música, na classe de Marina Brandão. Teve como principal professor o maestro John Neschling (Osesp) e participou de cursos com Kurt Masur e Jorma Panula. Participou ainda, com a orquestra, da gravação do filme “Orquestra dos Meninos”, sob a direção de Paulo Thiago. Como destaque da Temporada 2007, trouxe para o Estado, juntamente com a Sinfônica, músicos renomados do cenário naciona e internacional, tais como Emmanuele Baldini, Amaral Vieira, Wagner Tiso, Marina Brandão e Laszlo Mezö.

O solista: natural de Aracaju, Daniel Freire é graduado em piano pela universidade Federal da Bahia na classe do pianista Paulo Gondim. Participou de Masterclasses com Bárbara Nissman (EUA), Ricardo Castro (BA), Joe Parillo (EUA) e Jason Rebello (Inglaterra). É integrante da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde 2004 e criador e regente de seu Coro Sinfônico desde 2006.
Orquestra, Coro e Canarinhos comemoram Natal na Catedral

No dia 19 de dezembro, às 18h, na Catedral Metropolitana de Aracaju, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção do Maestro Guilherme Mannis, realizará concerto especial de Natal no âmbito do circuito de comemorações para esta data. Além da tradicional participação de seu Coro Sinfônico sob a regência de Daniel Freire, o grupo receberá o Coral infanto-juvenil Canarinhos de Aracaju, comandado por seu regente Carlos Magno, e o tenor sergipano Roziel Benvindo. Este concerto mesclará um repertório clássico, com obras características da literatura sinfônica como a Abertura Egmont, de Beethoven, composta para peça homônima de Goethe, assim a peças tradicionais do repertório de Natal, como Jingle Bells, Pinheirinhos de Natal e Aleluia de Haendel e a presença marcante de Bach na peça Jesus Alegria dos Homens. A participação da música brasileira será determinante, representada pela primeira apresentação sergipana do Gradual Dies Sanctificatus, composto por um dos maiores gênios do período clássico-romântico: o Padre José Maurício Nunes Garcia (Rio de Janeiro, 1767-1830).
A entrada é franca.
No dia 21 de dezembro, às 17h, no Parque Augusto Franco (Sementeira), a Orquestra Sinfônica de Sergipe, comemora o Natal do Parque e encerra o ano do projeto 'Domingo no Parque". Em sua 8ª edição mais de 4000 pessoas já se beneficiaram com a música no parque com destaque especial para as crianças que de cedo começam a ter contato com novos sons e estilos.

O sucesso do Projeto Domingo no Parque, uma parceria da Secretaria de Estado da Cultura do Governo de Sergipe e Emsurb da Prefeitura Municipal de Aracaju proporcionou a realização de vários concertos no Parque da Sementeira durante o final do ano de 2007 e todo o ano de 2008, com participação do público sempre crescente. Para essa edição, o número de cadeiras disponíveis saltará das atuais 500 para 1.000, visando maior conforto dos espectadores.
A entrada é franca.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Começar Sempre!

Com um repertório vigoroso e bem elaborado, a Orquestra Sinfônica de Sergipe despede-se da Temporada 2008 com muito orgulho e satisfação.

Satisfação de ter cumprido na medida das suas possibilidades seus repertórios e apresentações especiais e Orgulho de servir de exemplo à produção cultural do estado. Um público caloroso, exigente e participativo em todos os lugares por onde a orquestra se apresentou. As manifestações de carinho do público e o apoio irrestrito dos seus mantenedores e colaboradores surgem para afirmar que somos patrimônio cultural de um povo, além de ser reconhecimento ao brilhante trabalho de todos que fazem parte da orquestra e acreditam na força de sua expressividade junto ao seu público, solistas e maestros convidados. Compreender seus próprios limites e conseguir superá-los, junto às dificuldades que qualquer orquestra enfrenta, saber aproveitar os momentos e as oportunidades de cada repertório experimentado, proporciona crescimento musical e o amadurecimento dessa orquestra...E o nosso Coro que bravamente canta e não recebe nada por isso, mas é n-a-d-a mesmo! (Aqui é um recado meio indignado mesmo!)
Bom, sem mais embolação vamos ao repertório fantástico que a Orquestra Sinfônica de Sergipe preparou para encerrar a temporada e comemorar o seu Natal com todos que assim o desejarem.


SIGAM AS DATAS:

18 de dezembro, Quinta-Feira, 20h30

Teatro Tobias Barreto


"CONCERTO NATALINO BANESE"

GUILHERME MANNIS, regente
DANIEL FREIRE, piano
CORO SINFÔNICO DA ORSSE
DANIEL FREIRE, regente
ROZIEL BENVINDO, tenor

CORAL CANARINHOS DE ARACAJU
CARLOS MAGNO, regente


Ludwig van BEETHOVEN
Abertura Egmont
Wolfgang Amadeus MOZARTConcerto para piano e orquestra nº23
Solista: Daniel Freire, piano

Intervalo

Hino Natalinos
Pinheirinhos de Natal (arr. Alexandre Brasolim)
Os Sinos do Natal (arr. Camp Kirkland, adpt. Alexandre Brasolim)
Adeste Fideles (arr. Steven Mercúrio, orq. Daniel Freire)
O pinheirinho de Natal (arr. Alexandre Brasolim)
O primeiro Natal (arr. Alfred Pochom, orq. Alexandre Brasolim)
Surgem Anjos Proclamando (arr. Alexandre Brasolim)

James PIERPONT (arr. Alexandre Brasolim)
Jingle Bells

Johann Sebastian BACH (orq. Charles Roberts, adpt. Alexandre Brasolim)
Jesus, Alegria dos Homens

José Maurício NUNES GARCIA
Gradual Dies Sanctificatus

Georg Friedrich HÄNDEL - Oratório “O Messias”: excertos

And the glory of the lord shall be revealed
Halleluya

Franz GRUBER
Noite Feliz (arr. Daniel Freire)
Bilheteria: 5,00 e 2,00


19, Sexta-Feira, 18h

Catedral Metropolitana de Aracaju


Idem Repertório


21, Domingo, 17h

Parque da Sementeira


"NATAL DO DOMINGO NO PARQUE"


Idem Repertório



quarta-feira, 26 de novembro de 2008


Vamos apreciar a boa música num belíssimo lugar?


Conto com a sua companhia.

Mayusane Matsunae.
Assessora de Imprensa da EMSURB

Programa
Guilherme Mannis, regente

Instrumentação: 3*222-4231-tmp+3-hp-cordas

3 flautas (*1 piccolo)
2 clarinetes
2 fagotes
2 oboes

4 trompas
2 trompetes
3 trombones
1 tuba

Harpa e Cordas


Wolfgang Amadeus MOZART
Abertura da ópera "A Flauta Mágica"

Franz LISZT
Les Preludes

Felix MENDELSSOHN
Abertura "As Hébridas", op.26
Ernani AGUIAR
Sinfonietta Prima

César GUERRA-PEIXE
Mourão, arranjo sinfônico de Guilherme Mannis

NATUREZA E MÚSICA, A COMBINAÇÃO PERFEITA!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Repaginando

Com um desempenho primoroso, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) foi aplaudida de pé pelo público que compareceu ao concerto realizado ao meio-dia deste domingo, 16, no Teatro Popular do Sesi, em São Paulo. A apresentação marcou a estréia da ORSSE em um palco fora de Sergipe e foi a primeira de uma orquestra sinfônica do Nordeste na capital paulista.



Acompanhado da primeira-dama Eliane Aquino, o governador do Estado, Marcelo Déda, prestigiou o evento. A apresentação da Orquestra em São Paulo atendeu a um convite do Centro Cultural da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que promove todos os domingos ao meio-dia o projeto 'Música em Cena', com concertos gratuitos no Teatro Popular do Sesi. Sob a regência do maestro Guilherme Mannis e com a participação especial do pianista paulista Álvaro Siviero, os músicos apresentaram um concerto com peças tradicionais como 'Mourão', de Guerra Peixe, a vibrante Sinfonia n° 7, de Ludwig van Beethoven, e o famoso Concerto para Piano n° 1, de Piotr Ilytch Tchaikovsky.

Entusiasmado com a performance da ORSSE, o governador Marcelo Déda atribuiu o sucesso da apresentação à escolha e qualidade da execuação do repertório. "Sem dúvida, foi um momento importante para a cultura sergipana. Agradeço aos que fazem a Fiesp e ao Sesi por esta oportunidade de trazer ao público paulistano a excelência da música clássica que se faz no Estado de Sergipe", afirmou. Déda garantiu que o Governo de Sergipe vai continuar incentivando a apresentação da Orquestra Sinfônica em outros palcos. "A ORSSE é hoje uma das 'jóias da coroa' do Estado de Sergipe. Ela é uma embaixadora da nossa cultura e uma testemunha viva de que é possível se apostar nas manifestações culturais, não apenas para fruição daqueles que já conhecem o repertório clássico, mas para a formação de público em nosso Estado. Foi um momento de muita emoção e eu estou muito orgulhoso de ser governador de Sergipe na hora em que a Orquestra Sinfônica se transforma em uma referência da cultura sergipana e também da cultura nordestina", disse o governador.



O diretor titular do Comitê de Ação Cultural da Fiesp, Fernando Greiber, também manifestou sua satisfação com o resultado da apresentação da ORSSE em São Paulo. "O público paulista teve acesso a um grande espetáculo. Foi um concerto magnífico", opinou ele. A representante do Governo do Estado de São Paulo, Cláudia Matarazzo, afirmou ter ficado encantada com o vigor e leveza da Sinfônica de Sergipe. "Apesar de a orquestra ser formada por músicos jovens, eles são muito precisos e profissionais. Parabéns ao Governo de Sergipe, ao maestro e aos músicos", declarou.O secretário de Estado da Cultura, Luiz Alberto do Santos, também prestigiou o evento em São Paulo. "O concerto foi espetacular, principalmente pela participação do público, o que estimula a Secretaria da Cultura continuar fazendo um trabalho na área de música clássica", falou.


Já o maestro Guilherme Mannis, que foi bastante ovacionado durante o concerto, salientou que o Governo marcou um "gol de placa" ao levar a orquestra para São Paulo. "Os músicos tocaram um repertório difícil e admirado por apreciadores de orquestras internacionais", acrescentou.



Criada na década de 80, somente nos últimos dois anos a Orquestra se desenvolveu com a formação de 60 músicos e, atualmente, é considerada uma das melhores em ascensão no país.

A apresentação da ORSSE em São Paulo coroou o intenso trabalho empreendido pelo Governo do Estado com a realização de cerca de 100 concertos em diversas séries, duas temporadas oficiais no Teatro Tobias Barreto, o Projeto 'Sinfonia do Saber', em que centenas de jovens assistem os concertos e interagem com a orquestra, além dos concertos populares realizados em diversos municípios sergipanos e em locais públicos, como o Parque Augusto Franco, em Aracaju.A apresentação em São Paulo também foi prestigiada pelos secretários de Estado da Educação, José Fernandes de Lima, de Governo, Clóvis Barbosa, pelo representante de Sergipe em Brasília, Pedro Lopes, pelo presidente do Banese, João Andrade, além de autoridades e convidados de Sergipe e São Paulo.










Fotos: Anderson Ferreira/Fiesp