terça-feira, 28 de agosto de 2012

Maestro Guilherme Mannis rege a ORSSE na série Laranjeiras do Teatro Atheneu



A Orquestra Sinfônica de Sergipe sob a regência do maestro Guilherme Mannis e com a participação especial do violista Cleverson Cremer apresentará na próxima sexta-feira, dia 31 de agosto, às 20h30, no Teatro Atheneu, o concerto da série Lanranjeiras IV, ampliando seu público e dando oportunidade para que, cada vez mais pessoas tenham acesso à música de concerto. O Atheneu, por sua vez, é uma casa especial para a orquestra: além da acústica perfeita aos espectadores, a sala foi palco de apresentações memoráveis na história da cidade de Aracaju. Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do Teatro, a preços populares.

Mantida pela Secretaria de Estado da Cultura, com patrocínio do Banese e Instituto Banese, a Orsse é considerada uma das orquestras mais atuantes do Brasil, destacando em seus concertos os maiores nomes da música sinfônica nacional e internacional. "Temos as Séries Cajueiros e Mangabeiras no Teatro Tobias Barreto, a Série Sons da Catedral e, finalmente, a Laranjeiras, no conceituado e totalmente repaginado, Teatro Atheneu. É sempre muito bom tocar por lá”, como explica o maestro Mannis.

Sobre o programa:
Buscando sempre novos repertórios e paradigmas de interpretação, a ORSSE traz sempre momentos especiais para esta série realizada no Teatro Atheneu. As três obras para a quarta edição da série Laranjeiras destacarão as cordas, o maior e principal naipe das orquestras: de Johann Christian Bach, o belo e pouco executado Concerto para Viola e Orquestra, que terá como solista o violista Cleverson Cremer, chefe das violas da Orsse. Em seguida, a Suíte para Cordas do tcheco Leoš Janáček. Concluindo o concerto, a Sinfonia n. 100, de Joseph Haydn, chamada de “Militar”, cujo apelido deve-se  ao uso de uma abundante percussão alla turca, sobretudo no segundo movimento, ao estilo das marchas militares executadas em campanhas bélicas. A obra está composta de quatro movimentos, nos quais se destacam o uso das madeiras e da percussão sobre uma base de cordas.

Sobre o solista:
Chefe de naipe das violas da Orquestra Sinfônica de Sergipe, Cleverson Cremer Iniciou seus estudos musicais com doze anos de idade, na cidade de Curitiba/PR. Seu primeiro instrumento foi o violino, cujos estudos estenderam-se até 2007, sob orientação de Aramis Teixeira Mendes (destaque em Curitiba por seus trabalhos com arranjos para Orquestra de Câmara e Sinfônica). Realizou  master-class com Carmelo de Los Santos (Prof. da University of New México). De 1999 á 2001 participou da orquestra juvenil da UFPR. Ingressou no curso avançado em música na EMBAP (Escola de Música e Belas Artes do Paraná), classificando-se em primeiro lugar no teste seletivo, neste período esteve sob orientação de Roberto Hubner (destacado professor da instituição), e no ano de 2008 substituiu violino pela viola. Participou do quarteto Concertin ni, como violista em 2007. No mesmo período, atuou no quarteto Music como violinista. Foi da Orquestra PUC-PR, também como violista. Realizou oficina de viola em Cascavel sob orientação de Marcio Ferreira Rodrigues, com quem mantêm aulas particulares desde o início de 2009.


Serviço:

Orquestra Sinfônica de Sergipe

“Laranjeiras III”

Teatro Atheneu

Sexta-feira feira, dia 31 de agosto de 2012, 20h30

R$20,00 inteira e R$10,00

Programa

Guilherme MANNIS, regente 
Cleverson CREMER, viola


Johann Christian BACH (1743-1814)
Concerto para viola e orquestra em dó menor Op. 34

Leoš JANÁČEK (1854-1928)
Suíte para cordas, JW 6/2

Joseph HAYDN (1732-1809)
Sinfonia nº100, em sol maior,”Militar Hb. 1/100


Contatos:
Teatro Atheneu/Bilheteria:  79 3179-1910
Orquestra Sinfônica de Sergipe:  79 3179-1480

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

ORSSE recebe maestro italiano Francesco La Vecchia

Dando continuidade às celebrações do Ano da Itália no Brasil, na próxima quinta-feira, 23, às 20h30, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) seguirá com sua temporada de concertos no Teatro Tobias Barreto, com a série "Cajueiros VI". O evento de nível internacional trará o renomado maestro italiano Francesco La Vecchia, e os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do teatro a preços populares.

Após o sucesso da ópera Tosca em maio, que foi o primeiro concerto da comemoração ítalo-brasileira, a ORSSE que tem a direção artística do maestro Guilherme Mannis, coordenação da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e patrocínio do Banese e Instituto Banese, tem oferecido ao público um vasto repertório, capaz de incluir sinfonias de períodos históricos variados, obras pouco conhecidas ou inéditas em Sergipe e no Brasil, e ao lado de solistas e regentes de carreira internacional. Este é o caso do maestro La Vecchia: grande expoente da música erudita na Europa, maestro titular da Sinfônica de Roma desde 2002, e estará de forma inédita a frente da concerto dessa quinta-feira, 23 de agosto de 2012.

No programa, o singular Intermezzo da ópera Cavalaria Rusticana, do italiano Pietro Mascagni, um dos trechos mais conhecidas do compositor. Em seguida, o Idílio de Siegfried, de Richard Wagner, que foi o presente de aniversário à sua esposa Cosima. Concluindo a noite, a magistral Sinfonia n. 3 em Mi bemol, a "Eroica", de Ludwig van Beethoven. Inicialmente dedicada à Napoleão Bonaporte, a sinfonia é uma das mais revolucionárias e controversas de toda a história da música universal.

Sobre o maestro convidado:

Nascido em Roma, Francesco La Vecchia começou os estudos musicais sob os cuidados do avô materno. Aos nove anos, realizou o seu primeiro concerto. Aos 18, liderou e fundou o Quinteto Boccherini e, aos 23, concebeu a ideia da Fondazione Arts Academy, em Roma. Aos 27, foi declarado Regente Permanente da Orchestra della Istituzione Sinfonica di Roma. Descrito pelo compositor italiano Goffredo Petrassi como um maestro “talentoso, com sensibilidade musical rara e uma das mais avançadas técnicas de regência”, La Vecchia regeu mais de cem entre as mais ilustres orquestras do mundo e fez gravações no Japão, México, Canadá, Brasil e Itália. Nas oito temporadas desde que a Orchestra Sinfonica di Roma foi fundada, La Vecchia regeu cerca de 300 apresentações, com mais de 100 programas sinfônicos diferentes, 18 missas e oratórios e 21 óperas.

PROGRAMA

Orquestra Sinfônica de Sergipe

Série "Cajueiros VI" - Homenagem ao ano da Itália no Brasil

Teatro Tobias Barreto
23 de agosto , quinta-feira, 20h30
Ingressos R$20 e R$10

Francesco La Vecchia, regente convidado

Pietro MASCAGNI
Intermezzo Sinfônico

Richard WAGNER
O Idílio de Siegfried

Ludwig van BEETHOVEN
Sinfonia nº3, op. 55, em mi bemol maior, Eroica

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Orquestra Sinfônica de Sergipe apresenta a série “Música nas Igrejas” na Paróquia São José

Igreja S. José - Cantata de Natal - 2011. Foto: Tarcísio Barreto

Nesta sexta-feira, 17 de agosto, às 20h, a Igreja São José, será palco de uma apresentação especial da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). A série ‘Música nas Igrejas’, sob regência dos maestros Guilherme Mannis e Daniel Nery. Através desse projeto, a ORSSE atrai um público novo e permite o acesso à cultura em vários pontos da cidade. Para este momento, um repertório bastante diversificado, com obras presentes no imaginário poético do grande público, por exemplo o Idílio de Siegfried, uma "Saudação Sinfônica de Aniversário”, assim mesmo que Richard Wagner escreveu na dedicatória à sua esposa Cosima, no dia 25 de dezembro de 1870. Em seu diário ela relembra que neste dia acordou com uma música que subia pelas escadas. Wagner, colocou uma orquestra tocando nas escadas, veio até ela com seus cinco filhos e ofereceu-lhe a partitura de O Idílio. 
Música Barroca - Guilherme Mannis, regente e cravista - Março 2011

Outras peças da noite, serão a Sinfonia n. 8 de Franz Schubert e a Sinfonia n. 3 “Eroica” de Beethoven. A igreja é um local de reflexão espiritual e comunga com os ideais da música, permitindo a paz de espírito e a união familiar. 

A Orquestra Sinfônica de Sergipe é mantida pelo Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) com o patrocínio do Banese e do Instituto Banese. Para este concerto contaremos com o apoio da Paróquia S. José e dos representantes da Pastoral Familiar. 

O quê: Concerto da ORSSE – ‘Música nas Igrejas’
Quando: 17 de agosto de 2012, 20h
Onde: Igreja São José
Praça Tobias Barreto, 248 - B. São José
Aracaju / SE
Telefones: (79) 3214-2463

ENTRADA GRATUITA<<<<<

Programa:

Guilherme Mannis e Daniel Nery, regentes

Wolfgang Amadeus MOZART
Abertura da ópera "As Bodas de Fígaro"

Franz SCHUBERT
Sinfonia nº8, Inacabada (primeiro movimento)

Richard WAGNER
O Idílio de Siegfried

Ludwig van BEETHOVEN
Sinfonia nº3, em mi bemol maior, Eroica (último movimento)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

TERÇAS MUSICAIS _ Ensemble de Percussão da ORSSE e Convidados



Biblioteca Epifânio Doria 
14 de Agosto de 2012, 20h
Entrada Franca.

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE
Direção Artística: Guilherme Mannis
Assistente de Direção: Daniel Nery


TEMA: MINIMALISMO, RITMO E BRASILIDADE

PERCUSSÃO
James Bertisch
Ismark Nascimento
Julio Fonseca
Sidclei Santana
Músicos Convidados:
PIANO
Daniel Freire

VIOLINOS
Márcio Rodrigues
Marcos Gonçalo
Fabiano Dias
Eduardo Linzmayer
Rafael Gonçalves 

VIOLAS
Cleverson Cremer
Rafael Marques

CELLOS
Thiago Salvino Violoncelo
Juliana Gois Violoncelo

CONTRABAIXO
José Reginaldo

PROGRAMA

Steve Reich MUSIC FOR PIECES OF WOOD
Convidado: Lucas Farias

Jack McKenzie SONG FOR TROMBONE AND PERCUSSION
Convidado: Bruno Menezes –Trombone

Victor Hugo da Rocha DOENTE EM BARCELONA * estréia mundial

Ney Rosauro CADÊNCIA PARA BERIMBAU

Dimitri Cervo TORONUBÁ
Adaptação e Regência: James Bertisch




James Bertisch
Júlio Fonseca
 
Sidiclei Santana



Ismark Nascimento

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Solistas de Piano e Violino são as atrações do Concerto da série Cajueiros V



Nesta próxima quinta-feira, 09 de agosto, às 20h30, a data é de celebração. Com obras marcantes do repertório clássico mundial, a Orquestra Sinfônica de Sergipe marcará seus seis anos sob a direção artística e regência do maestro titular Guilherme Mannis, período em que teve grande desenvolvimento e consolidação frente ao público sergipano e na comunidade artística brasileira. Com incentivos do Governo de Sergipe e patrocínio do Banese e Instituto Banese, a ORSSE viveu grandes momentos nos últimos anos, dentre os quais destacam-se a realização de seis temporadas completas de concertos, Turnê Brasil 2009, participação em festivais e gravação de um disco em homenagem à Villa-Lobos. O concerto ainda contará com dois grandes solistas, trazidos para Aracaju em parceria com a Dell'Arte produções musicias e B.Braun Sharing Expertise: a violinista carioca Gabriela Queiroz e o renomado pianista Sérgio Monteiro, que executarão o Concerto Duplo para Violino e Piano de Mendelssohn. Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do Teatro Tobias Barreto, a preços populares.

O maestro Mannis ressalta a importância do trabalho coletivo na edificação do grupo sergipano: “A Orsse é hoje muito respeitada, em todos os lugares que vou. Hoje temos uma orquestra orgulhosa de seu público e sua programação, uma admiração mútuo. O público sergipano aprendeu a amar a música sinfônica com a Orsse, a respeitar seus músicos. Isso nos credencia para futuras conquistas institucionais, e nada mais é do que o fruto do trabalho de cada profissional envolvido.”


No repertório do concerto, além da famosa Abertura Festival Acadêmico de Brahms, será abordada a peça mais emblemática da história da música de concerto ocidental: a “Quinta Sinfonia”, de Ludwig van Beethoven. Seu inconfundível motivo é visto por alguns analistas como o “Destino que bate à porta”: este motivo atravessa todos os movimentos de forma arrebatadora, criando no ouvinte uma sensação única, que só a música clássica pode proporcionar. Completa o concerto o belíssimo Concerto duplo para piano e violino de Mendelssohn, com solos de Gabriela Queiroz e Sérgio Monteiro.

Se o “Destino bate a porta” de nosso público, ele já foi capaz de, em poucos anos, construir em Sergipe um projeto consolidado, com a vinda de novos músicos sergipanos e de outros Estados, com a presença sempre marcante de grandes maestros convidados e solistas presentes nas principais salas do Brasil e em grandes salas do mundo. A Orsse prepara agora novos saltos, com a preparação de novas temporadas e consolidação institucional, essencial para sua manutenção e independência artística.


Sobre o maestro Guilherme Mannis, tem se firmado como um dos grandes nomes da nova geração da música brasileira, como já foi descrito no ano passado pela Revista Concerto, a mais conceituada publicação da música clássica nacional. Além de seu trabalho pioneiro em Sergipe, concebendo rumos ousados para a Orsse, tem seu trabalho reconhecido com convites regulares para reger muitas orquestras pelo Brasil e algumas no exterior. Destacam-se participações recentes e próximas na Petrobras Sinfônica, Amazônas Filarmônica, Sinfônica do Paraná, Sinfônica de Rosário (Argentina), World Youth Orchestra e Sinfônica de Roma (Itália), entre tantas outras.

Programa:

“CAJUEIROS V” - Comemorando 06 anos do Maestro Guilherme Mannis com a ORSSE


Orquestra Sinfônica de Sergipe
Teatro Tobias Barreto
Agosto, 09, quinta-feira, 20h30
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)

Guilherme Mannis, regente
Gabriela Queiroz, violino
Sérgio Monteiro, piano

Johannes BRAHMS
Abertura Festival Acadêmico, Op. 80

Felix MENDELSSOHN-BARTHOLDY
Concerto duplo para violino, piano e orquestra, em ré menor, Op. 64

Ludwig van BEETHOVEN
Sinfonia n. 5 em dó menor, Op. 67


Ficha Técnica:

Cajueiros V
Orquestra Sinfônica de Sergipe
Teatro Tobias Barreto
Guilherme Mannis, regente
Gabriela Queiroz, violino
Sérgio Monteiro, piano

Patrocínio:
Banese
Instituto Banese

Apoio:
Secretaria de Estado da Cultura
Segrase
e especialmente para esse concerto os artistas contam com o apoio da :
B. Braun Sharing Expertise
Revista Concerto
Del'Arte Soluções Culturais

segunda-feira, 23 de julho de 2012

ORSSE retorna ao palco do Teatro Atheneu sob a regência do Maestro Daniel Nery



A Orquestra  Sinfônica de Sergipe apresentará na próxima sexta-feira, dia 27 de agosto,  às 20h30 no Teatro Atheneu, um concerto da série Lanranjeiras III, ampliando seu público e dando oportunidade para que, cada vez mais pessoas tenham acesso à música de concerto executada pela ORSSE.

Mantida pela Secretaria de Estado da Cultura, com patrocínio do Banco Banese e Instituto Banese, a Orsse e considerada como uma das mais atuantes da região Nordeste, destaca em seus concertos os maiores nomes da música sinfônica tanto nacional como internacional. “Temos as Séries Cajueiros e Mangabeiras no Teatro Tobias Barreto, a Série Sons da Catedral e, finalmente, a Laranjeiras, no conceituado e totalmente repaginado, Teatro Atheneu.”, como explica Daniel Nery, maestro assistente do grupo e regente do concerto


Sobre o programa:
A Orquestra também busca sempre novos repertórios e paradigmas de interpretação, especialmente nessa série realizada no Teatro Atheneu, o mais tradicional de Sergipe, no qual são interpretadas peças de fácil entendimento para o público a exemplo das  três obras escolhidas para a terceira edição Laranjeiras.Elas transitam entre o romantismo alemão da Sinfonia Inacabada de Franz Schubert, em contraste com a extrema delicadeza da Pavane, do francês Ravel e, finalizando a noite, será executada a Suíte Dolly de Gabriel Fauré, que evoca todas as impressões de uma criança face às paisagens e sons da belle-époque parisiense.  Um concerto dedicado à família e às tradições musicais mais sublimes é o que se pode esperar dessa apresentação.

Sobre o regente:
Regente assistente da Orquestra Sinfônica de Sergipe, Daniel Nery é Bacharel em Composição e Regência pela UNESP e Mestre em música pela mesma instituição. Foi discípulo do maestro Roberto Tibiriçá e juntamente com ele e outros colegas, em 2008 lançou o livro “O Regente sem Orquestra” Em 2010, iniciou como regente assistente na Orquestra Sinfônica de Sergipe. No mesmo ano, foi premiado no I Concurso Carlos Gomes para Jovens Regentes, promovido pela Orquestra Sinfônica de Campinas. E ainda foi um dos quatro regentes brasileiros selecionados para participar do II° Laboratório de Regência Orquestral com o maestro Fábio Mechetti na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. É também professor de regência na Universidade Federal de Sergipe.

Serviço:

Orquestra Sinfônica de Sergipe
“Laranjeiras III”
Teatro Atheneu
Sexta-feira feira, dia 27 de julho de 2012, 20h30
R$20,00 inteira e R$10,00

Daniel NERY, regente

Maurice RAVEL
Pavane pour une infante défunte
Franz SCHUBERT
Sinfonia n. 8 D. 759, em Si menor, “Inacabada”
Gabriel FAURÉ
Suíte Dolly Op. 56

Seja um Amigo da ORSSE: amigosdaorsse@gmail.com e saiba como

Contatos:
Teatro Atheneu/Bilheteria: 79 3179-1910
Orquestra Sinfônica de Sergipe: 79 3179-1480

terça-feira, 17 de julho de 2012

Regente Polonês será o convidado da ORSSE no próximo concerto da Série Cajueiros




Nessa quinta-feira, 19 de julho, às 20h30, a Orquestra Sinfônica de Sergipe

(ORSSE) seguirá com sua grande temporada de concertos no Teatro Tobias
Barreto com o quinto concerto da série “Cajueiros”. O evento, de nível
internacional, trará o renomado maestro polonês Piotr Borkowski. Os
ingressos, a preços populares, já estão disponíveis na bilheteria do
TTB.

Sob a direção artística do maestro Guilherme Mannis, coordenação da
Secretaria de Estado da Cultura e patrocínio do Banese e Instituto
Banese, a série “Cajueiros”, que ocorre sempre às quintas-feiras,
oferece ao público um vasto repertório capaz de incluir sinfonias de
períodos históricos variados, com obras pouco conhecidas ou inéditas
em Sergipe e no Brasil, ao lado de solistas e regentes de carreira
internacional. Este é o caso do maestro Piotr Borkowski, que conduzirá
de forma inédita a ORSSE na primeira apresentação no estado das
Variações Enigma, do inglês Edward Elgar.

Guilherme Mannis destaca as participações de ilustres convidados na
temporada para o critério de consolidação sonora da orquestra em
Sergipe. “À medida que recebemos esses artistas com tantas novidades e
interpretações diversas, percebemos de fato como o nível da ORSSE se
superou nestes seis anos e acompanha o virtuosismo exigido por estes
profissionais tão experientes”, declara.

Enigma's Variation

Sobre o programa

Elgar dedicou suas Variações Enigma  “aos meus amigos aqui
retratados”, adicionando a palavra ‘enigma’ à primeira página do
manuscrito algum tempo após a composição. De fato, as Variações Enigma
de Elgar são o maior e mais bonito tributo à amizade que existe em
toda a música. A fonte da obra se encontra mesmo na melodia inicial
que segue o ritmo do nome do homem que quis imortalizar aqueles amigos
que acreditaram nele e em seu extraordinário gênio.

A orquestra executara ainda a abertura da ópera As Bodas de Fígaro, de
Wolfgang Amadeus Mozart, e a Sinfonia do Adeus, de Joseph Haydn.
Haydn trabalhou quase toda a sua vida para o príncipe Esterházy. Este
príncipe tinha diversos  palácios e gostava de passar longas
temporadas em cada um deles. Conta-se que, numa dessas temporadas
longe de Viena, os músicos começaram a sentir saudades das suas
famílias e pediram a Haydn para dizer ao príncipe que queriam
regressar a casa. Haydn escreveu, então, a "Sinfonia do Adeus", uma
maneira muito original de fazer o príncipe entender o pedido dos
músicos. Ao término de seu último movimento, os músicos saem, um a um,
do palco.

Piotr BORKOWSKI:
Nascido em Varsóvia,  Piotr Borkwski  se formou na Academia de Música
Chopin, na mesma cidade Teve como principais mentores Bogusława
Madeya, Hans Graf, em Viena, Myung-Whun Chung e Ilija Musin na
Accademia Musicale Chigiana em Siena. Conduziu muitas orquestras e
grupos de câmara da Polônia, França, Alemanha, Itália, Suécia, América
do Norte, Coréia do Sul e da Ucrânia e fez várias turnês na França e
Coreia do Sul com diversas orquestras. De 2001 até 2011, foi professor
de regência e diretor da orquestra da Universidade de Suwon, na Coréia
do Sul. Nos anos 2008-2011, tornou-se o maestro principal da Orquestra
Festival Gyeonggi na Coréia do Sul. Em 2010 foi nomeado Diretor
Artístico e Maestro Principal da recém-estabelecida orquestra
Filarmônica de Gorzow, na Polônia.

“Cajueiros IV”
Teatro Tobias Barreto
19, quinta-feira, 20h30
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)

PIOTR BORKOWSKI, regente

Wolfgang Amadeus MOZART
Abertura da ópera “As Bodas de Figaro”, K492
Edward ELGAR
Variações Enigma
Joseph HAYDN
Sinfonia n. 45 em fá sustenido menor, "Do Adeus"




segunda-feira, 9 de julho de 2012






 "Terças Musicais"
Sala Antonio Carlos Plech - Biblioteca Epiphânio Dória
10, terça-feira, 20h
Entrada Franca


Orquestra de Câmara da ORSSE


Aleksandr BORODIN
Quarteto de Cordas n. 2 em ré maior
Marcio Rodrigues e Marcos Gonçalo, violinos
Cleverson Cremer, viola
Andressa Souto, violoncelo



Biblioteca Pública Epifânio Dória-BPED
Largo 13 de Julho, s/n. Bairro 13 de Julho.
Contato: Maria Sônia/  (79) 3179 1935 (diretoria)

sábado, 30 de junho de 2012

ORSSE estreia obra mundial em homenagem a Tobias Barreto




No mês da Sergipanidade, a Orquestra Sinfônica de Sergipe dedicará um concerto à memória de um dos maiores vultos da nossa terra, o intelectual TobiasBarreto de Menezes. No dia 05 de julho, quinta-feira, às 20h30, no palco do teatro Tobias Barreto, será apresentado um concerto comemorativo à Emancipação Política de Sergipe. A noite será de homenagens e participações muito especiais: sob a regência do maestro Guilherme Mannis será realizada estreia mundial da obra encomendada pela ORSSE ao compositor Cláudio de Freitas, "Quatro Canções sobre Poemas de Tobias Barreto", interpretada pelo baixo paulista Carlos Eduardo Marcos. Na segunda parte do concerto, o presente ao público será muito especial: o renomado pianista RicardoCastro executará o Concerto para Piano e Orquestra n. 2, do compositor alemão Johannes Brahms.

Tobias Barreto foi, por essência, um germanista. Homem de muitas lutas, pela igualdade social e racial, foi já homenageado pela ORSSE com a execução de  repertório alusivo à sua produção intelectual, e agora será abordado através de sua produção literária. Segundo o maestro Guilherme Mannis, diretor da ORSSE, “Tocar Brahms e musicar os poemas de Tobias consiste na  exaltação à memória desse célebre sergipano para os seus conterrâneos. Sergipe é um reduto de infindáveis talentos.” Em noite de homenagens, igualmente será lembrada a memória do historiador e pesquisador Luiz Antônio Barretocriador do Instituto Tobias Barreto e que, em vida, foi um grande defensor dos vultos sergipanos na cultura do seu povo.



Mantida pela Secretaria de Estado da Cultura, patrocinada pelo Banese e Instituto Banese e apoiada por diversos segmentos da sociedade, a Orquestra Sinfônica de Sergipe vem se destacando e cumprindo seu papel na formação de um público cada vez mais exigente e na execução das obras escolhidas. Assistir a ORSSE e seus convidados já faz parte do calendário cultural da capital e do interior, em qualquer época do ano.

As “Quatro Canções sobre Poemas de Tobias Barreto” foram concebidas pelo compositor e fagotista Cláudio de Freitas exclusivamente para a ORSSE. A peça foi composta a partir de quatro poemas contidos no livro Dias e Noites (1893). O compositor escolhe a poesia patriótica “Cena Sergipana” como o primeiro quadro da obra, seguida das amorosas “Penso em Ti” e “Que Mimo!...”, intercaladas pela filosófica “O Gênio da Humanidade”. São transpostas para a partitura as minúcias e particularidades do ritmo, prosódia, rima e acentuação dos versos do poeta, assim como suas constantes metáforas e referências aos animais e aos fenômenos da natureza, e da sua representação do amor pueril e nem tanto mais idealizado, num caráter melódica e harmonicamente mais maduro, meditativo e contemplativo. Já o "Concerto para piano n. 2 de Brahms" foi por sua vez composto em momento de desolação do maestro, que, após a morte de Schumann, tentou se aproximar da viúva, a pianista Clara Schumann. Esta, sempre fiel ao amor que sentia, não demonstrou interesse por Brahms. Desolado, concebeu essa obra como um último clamor à paixão e ao amor não correspondidos por Clara.

Programa

Orquestra Sinfônica de Sergipe
"CAJUEIROS IV"

Quinta-feira, 5 de julho de 2012, 20h30
Teatro Tobias Barreto

Guilherme Mannis, regente
Carlos Eduardo Marcos, baixo
Ricardo Castro, piano



Cláudio de FREITAS
Quatro canções sobre poemas de Tobias Barreto

I - Cena Sergipana (1857)

II - Penso em ti (1865)

III - O Gênio da Humanidade (1866)

IV - Que Mimo!... (1874)

Johannes BRAHMS
Concerto nº2 para piano e orquestra, op.83, em si bemol maior 


Ingressos: R$20 (inteira), R$10,00 (meia)

Disponíveis na Bilheteria do Teatro Tobias Barreto.

Informações: (79) 3179-1480/3179-1496

Realização: 
Governo de Sergipe - Secretaria de Estado da Cultura 
Patrocínio: Banese e Instituto Banese

domingo, 17 de junho de 2012

Maestro Helder Trefzger participa da Série Sons da Catedral com a ORSSE

Na próxima quinta-feira, dia 21 de junho, às 19h, a Catedral Metropolitana de Aracaju receberá a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência do maestro convidado Helder Trefzger. Nessa segunda edição da série "Sons da Catedral", o grupo apresentará, de forma inédita, o "Bolero", do compositor francês Maurice Ravel. Completam o programa obras de Nielsen, Dvorak e Berlioz. A entrada é franca, e o concerto possui o apoio da Paróquia Nossa Senhora da Conceição e da Arquidiocese de Aracaju. 


Com a realização da Secretaria de Estado da Cultura, sob a direção artística de Guilherme Mannis,e patrocínio do Banese e Instituto Banese, a Orquestra Sinfônica de Sergipe vem diversificando sua atuação e marca presença no cotidiano do público sergipano, trazendo novidades como este concerto, com músicas executadas pela primeira vez no Estado de Sergipe. "Ampliamos o repertório da orquestra e trazemos ao nosso público um número cada vez maior de composições, para que todos tenham a oportunidade de permanecer cada vez mais em contato com repertórios das mais variadas épocas e estilos", ressalta Mannis.





O  Bolero
Composto em 1928 como uma peça musical de um único movimento e com inspiração espanhola, o Boléro, do compositor francês Maurice Ravel (1875-1937) é uma das obras clássicas mais famosas, tanto por sua conhecida melodia, por diversas vezes repetida, quanto pelo caráter da obra: uma aula de orquestração. Diferentes timbres da orquestra são utilizados de forma crescente, conferindo à obra um brilho peculiar. O próprio compositor ficou perplexo com a enorme aceitação do Boléro, que rapidamente tornou-se uma das peças mais apresentadas e gravadas da história da música.Ficha técnica



Orquestra Sinfônica de Sergipe
Sons da Catedral II
Regência: Helder Trefzger
Local: Catedral Metropolitana de Aracaju
21 de junho de 2012, quinta-feira, 19h
Entrada Franca.

Hector BERLIOZ
Abertura Carnaval Romano
Carl NIELSEN
Abertura Helios, op.17
Antonin DVORAK
Suíte Tcheca
Maurice RAVEL
Bolero
Realização: Governo de Sergipe - Secretaria de Estado da Cultura 
Patrocínio: Instituto Banese

domingo, 10 de junho de 2012

ORSSE recebe um dos maiores clarinetistas do Brasil na noite da série Cajueiros III


Nesta próxima quinta-feira, 14, às 20h30, depois do estrondoso sucesso da ópera Tosca, mais uma apresentação promete movimentar o palco do Teatro Tobias Barreto (TTB). Sob a regência do maestro Daniel Nery, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) fará o terceiro concerto da série Cajueiros trazendo desta vez o renomado clarinetista paulista Luiz Afonso Montanha. Professor de Clarinete no Departamento de Música da ECA-USP, é também primeiro clarinetista do Theatro Municipal de São Paulo, além o principal solista junto às orquestras brasileiras e do exterior.

Sob a  direção artística do Maestro Guilherme Mannis, coordenação da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e patrocínio do Banese e Instituto Banese, a série
de concertos "Cajueiros", é  realizada sempre às quintas-feiras no teatro Tobias Barreto, e tem como principal característica a estreia, em solo sergipano, de importantes obras da música clássica nacional e internacional, com ênfase na participação de solistas convidados e um grande nível de execução das obras.

Sobre o programa:

Para este concerto que terá a regência do maestro Daniel Nery, a música dos séculos XVIII e XIX estarão em destaque. A brasileira Elegia, de Henrique Oswald, foi composta em 1896 e é marcada pela fluência da linha melódica, harmonizada sutilmente. Oswald foi um compositor brasileiro filho de pais suíços, e ganhador de um disputado concurso de composição em Paris, promovido pelo jornal "Le Figaro", vencendo aproximadamente 600 candidatos.  






Após o Concerto para Clarinete de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais belas obras primas compostas para este instrumento, a ORSSE apresentará a oitava sinfonia de Antonín Dvořák. Uma das características dessa obra é a tonalidade de sol maior, pouco usual nas sinfonias românticas, e a alternância do modo maior e o modo menor, características muito utilizadas por Dvořák em sua obra. Nota-se também a influência de Brahms e do folclore boêmio. O destaque é a não usual troca do tradicional scherzo por uma graciosa e serena valsa no terceiro movimento.




Os ingressos, R$20 e R$10, já se encontram a venda na bilheteria do Teatro Tobias Barreto

Orquestra Sinfônica de Sergipe - ORSSE
"Serie Cajueiros III"
Teatro Tobias Barreto
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14 de junho de 2012, 20h30


Daniel NERY, regente
Luiz Afonso MONTANHA, clarinete

PROGRAMA

Henrique OSWALD (1852-1931)
Elegia
Wolfgang Amadeus MOZART (1756-1791)
Concerto para Clarinete e Orquestra, em Lá Maior, KV 622
Antonin DVO
ŘÁK (1841-1904)
Sinfonia N º 8 em Sol maior, Op. 88

Contatos:
Teatro Tobias Barreto: 79 3179.1490/ Bilheteria: 79 3179.1496 (13h-20h)
Orquestra Sinfônica de Sergipe: 79 3179.1480
Secult: 79 3179.1930

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