quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Solistas de Piano e Violino são as atrações do Concerto da série Cajueiros V



Nesta próxima quinta-feira, 09 de agosto, às 20h30, a data é de celebração. Com obras marcantes do repertório clássico mundial, a Orquestra Sinfônica de Sergipe marcará seus seis anos sob a direção artística e regência do maestro titular Guilherme Mannis, período em que teve grande desenvolvimento e consolidação frente ao público sergipano e na comunidade artística brasileira. Com incentivos do Governo de Sergipe e patrocínio do Banese e Instituto Banese, a ORSSE viveu grandes momentos nos últimos anos, dentre os quais destacam-se a realização de seis temporadas completas de concertos, Turnê Brasil 2009, participação em festivais e gravação de um disco em homenagem à Villa-Lobos. O concerto ainda contará com dois grandes solistas, trazidos para Aracaju em parceria com a Dell'Arte produções musicias e B.Braun Sharing Expertise: a violinista carioca Gabriela Queiroz e o renomado pianista Sérgio Monteiro, que executarão o Concerto Duplo para Violino e Piano de Mendelssohn. Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do Teatro Tobias Barreto, a preços populares.

O maestro Mannis ressalta a importância do trabalho coletivo na edificação do grupo sergipano: “A Orsse é hoje muito respeitada, em todos os lugares que vou. Hoje temos uma orquestra orgulhosa de seu público e sua programação, uma admiração mútuo. O público sergipano aprendeu a amar a música sinfônica com a Orsse, a respeitar seus músicos. Isso nos credencia para futuras conquistas institucionais, e nada mais é do que o fruto do trabalho de cada profissional envolvido.”


No repertório do concerto, além da famosa Abertura Festival Acadêmico de Brahms, será abordada a peça mais emblemática da história da música de concerto ocidental: a “Quinta Sinfonia”, de Ludwig van Beethoven. Seu inconfundível motivo é visto por alguns analistas como o “Destino que bate à porta”: este motivo atravessa todos os movimentos de forma arrebatadora, criando no ouvinte uma sensação única, que só a música clássica pode proporcionar. Completa o concerto o belíssimo Concerto duplo para piano e violino de Mendelssohn, com solos de Gabriela Queiroz e Sérgio Monteiro.

Se o “Destino bate a porta” de nosso público, ele já foi capaz de, em poucos anos, construir em Sergipe um projeto consolidado, com a vinda de novos músicos sergipanos e de outros Estados, com a presença sempre marcante de grandes maestros convidados e solistas presentes nas principais salas do Brasil e em grandes salas do mundo. A Orsse prepara agora novos saltos, com a preparação de novas temporadas e consolidação institucional, essencial para sua manutenção e independência artística.


Sobre o maestro Guilherme Mannis, tem se firmado como um dos grandes nomes da nova geração da música brasileira, como já foi descrito no ano passado pela Revista Concerto, a mais conceituada publicação da música clássica nacional. Além de seu trabalho pioneiro em Sergipe, concebendo rumos ousados para a Orsse, tem seu trabalho reconhecido com convites regulares para reger muitas orquestras pelo Brasil e algumas no exterior. Destacam-se participações recentes e próximas na Petrobras Sinfônica, Amazônas Filarmônica, Sinfônica do Paraná, Sinfônica de Rosário (Argentina), World Youth Orchestra e Sinfônica de Roma (Itália), entre tantas outras.

Programa:

“CAJUEIROS V” - Comemorando 06 anos do Maestro Guilherme Mannis com a ORSSE


Orquestra Sinfônica de Sergipe
Teatro Tobias Barreto
Agosto, 09, quinta-feira, 20h30
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)

Guilherme Mannis, regente
Gabriela Queiroz, violino
Sérgio Monteiro, piano

Johannes BRAHMS
Abertura Festival Acadêmico, Op. 80

Felix MENDELSSOHN-BARTHOLDY
Concerto duplo para violino, piano e orquestra, em ré menor, Op. 64

Ludwig van BEETHOVEN
Sinfonia n. 5 em dó menor, Op. 67


Ficha Técnica:

Cajueiros V
Orquestra Sinfônica de Sergipe
Teatro Tobias Barreto
Guilherme Mannis, regente
Gabriela Queiroz, violino
Sérgio Monteiro, piano

Patrocínio:
Banese
Instituto Banese

Apoio:
Secretaria de Estado da Cultura
Segrase
e especialmente para esse concerto os artistas contam com o apoio da :
B. Braun Sharing Expertise
Revista Concerto
Del'Arte Soluções Culturais

segunda-feira, 23 de julho de 2012

ORSSE retorna ao palco do Teatro Atheneu sob a regência do Maestro Daniel Nery



A Orquestra  Sinfônica de Sergipe apresentará na próxima sexta-feira, dia 27 de agosto,  às 20h30 no Teatro Atheneu, um concerto da série Lanranjeiras III, ampliando seu público e dando oportunidade para que, cada vez mais pessoas tenham acesso à música de concerto executada pela ORSSE.

Mantida pela Secretaria de Estado da Cultura, com patrocínio do Banco Banese e Instituto Banese, a Orsse e considerada como uma das mais atuantes da região Nordeste, destaca em seus concertos os maiores nomes da música sinfônica tanto nacional como internacional. “Temos as Séries Cajueiros e Mangabeiras no Teatro Tobias Barreto, a Série Sons da Catedral e, finalmente, a Laranjeiras, no conceituado e totalmente repaginado, Teatro Atheneu.”, como explica Daniel Nery, maestro assistente do grupo e regente do concerto


Sobre o programa:
A Orquestra também busca sempre novos repertórios e paradigmas de interpretação, especialmente nessa série realizada no Teatro Atheneu, o mais tradicional de Sergipe, no qual são interpretadas peças de fácil entendimento para o público a exemplo das  três obras escolhidas para a terceira edição Laranjeiras.Elas transitam entre o romantismo alemão da Sinfonia Inacabada de Franz Schubert, em contraste com a extrema delicadeza da Pavane, do francês Ravel e, finalizando a noite, será executada a Suíte Dolly de Gabriel Fauré, que evoca todas as impressões de uma criança face às paisagens e sons da belle-époque parisiense.  Um concerto dedicado à família e às tradições musicais mais sublimes é o que se pode esperar dessa apresentação.

Sobre o regente:
Regente assistente da Orquestra Sinfônica de Sergipe, Daniel Nery é Bacharel em Composição e Regência pela UNESP e Mestre em música pela mesma instituição. Foi discípulo do maestro Roberto Tibiriçá e juntamente com ele e outros colegas, em 2008 lançou o livro “O Regente sem Orquestra” Em 2010, iniciou como regente assistente na Orquestra Sinfônica de Sergipe. No mesmo ano, foi premiado no I Concurso Carlos Gomes para Jovens Regentes, promovido pela Orquestra Sinfônica de Campinas. E ainda foi um dos quatro regentes brasileiros selecionados para participar do II° Laboratório de Regência Orquestral com o maestro Fábio Mechetti na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. É também professor de regência na Universidade Federal de Sergipe.

Serviço:

Orquestra Sinfônica de Sergipe
“Laranjeiras III”
Teatro Atheneu
Sexta-feira feira, dia 27 de julho de 2012, 20h30
R$20,00 inteira e R$10,00

Daniel NERY, regente

Maurice RAVEL
Pavane pour une infante défunte
Franz SCHUBERT
Sinfonia n. 8 D. 759, em Si menor, “Inacabada”
Gabriel FAURÉ
Suíte Dolly Op. 56

Seja um Amigo da ORSSE: amigosdaorsse@gmail.com e saiba como

Contatos:
Teatro Atheneu/Bilheteria: 79 3179-1910
Orquestra Sinfônica de Sergipe: 79 3179-1480

terça-feira, 17 de julho de 2012

Regente Polonês será o convidado da ORSSE no próximo concerto da Série Cajueiros




Nessa quinta-feira, 19 de julho, às 20h30, a Orquestra Sinfônica de Sergipe

(ORSSE) seguirá com sua grande temporada de concertos no Teatro Tobias
Barreto com o quinto concerto da série “Cajueiros”. O evento, de nível
internacional, trará o renomado maestro polonês Piotr Borkowski. Os
ingressos, a preços populares, já estão disponíveis na bilheteria do
TTB.

Sob a direção artística do maestro Guilherme Mannis, coordenação da
Secretaria de Estado da Cultura e patrocínio do Banese e Instituto
Banese, a série “Cajueiros”, que ocorre sempre às quintas-feiras,
oferece ao público um vasto repertório capaz de incluir sinfonias de
períodos históricos variados, com obras pouco conhecidas ou inéditas
em Sergipe e no Brasil, ao lado de solistas e regentes de carreira
internacional. Este é o caso do maestro Piotr Borkowski, que conduzirá
de forma inédita a ORSSE na primeira apresentação no estado das
Variações Enigma, do inglês Edward Elgar.

Guilherme Mannis destaca as participações de ilustres convidados na
temporada para o critério de consolidação sonora da orquestra em
Sergipe. “À medida que recebemos esses artistas com tantas novidades e
interpretações diversas, percebemos de fato como o nível da ORSSE se
superou nestes seis anos e acompanha o virtuosismo exigido por estes
profissionais tão experientes”, declara.

Enigma's Variation

Sobre o programa

Elgar dedicou suas Variações Enigma  “aos meus amigos aqui
retratados”, adicionando a palavra ‘enigma’ à primeira página do
manuscrito algum tempo após a composição. De fato, as Variações Enigma
de Elgar são o maior e mais bonito tributo à amizade que existe em
toda a música. A fonte da obra se encontra mesmo na melodia inicial
que segue o ritmo do nome do homem que quis imortalizar aqueles amigos
que acreditaram nele e em seu extraordinário gênio.

A orquestra executara ainda a abertura da ópera As Bodas de Fígaro, de
Wolfgang Amadeus Mozart, e a Sinfonia do Adeus, de Joseph Haydn.
Haydn trabalhou quase toda a sua vida para o príncipe Esterházy. Este
príncipe tinha diversos  palácios e gostava de passar longas
temporadas em cada um deles. Conta-se que, numa dessas temporadas
longe de Viena, os músicos começaram a sentir saudades das suas
famílias e pediram a Haydn para dizer ao príncipe que queriam
regressar a casa. Haydn escreveu, então, a "Sinfonia do Adeus", uma
maneira muito original de fazer o príncipe entender o pedido dos
músicos. Ao término de seu último movimento, os músicos saem, um a um,
do palco.

Piotr BORKOWSKI:
Nascido em Varsóvia,  Piotr Borkwski  se formou na Academia de Música
Chopin, na mesma cidade Teve como principais mentores Bogusława
Madeya, Hans Graf, em Viena, Myung-Whun Chung e Ilija Musin na
Accademia Musicale Chigiana em Siena. Conduziu muitas orquestras e
grupos de câmara da Polônia, França, Alemanha, Itália, Suécia, América
do Norte, Coréia do Sul e da Ucrânia e fez várias turnês na França e
Coreia do Sul com diversas orquestras. De 2001 até 2011, foi professor
de regência e diretor da orquestra da Universidade de Suwon, na Coréia
do Sul. Nos anos 2008-2011, tornou-se o maestro principal da Orquestra
Festival Gyeonggi na Coréia do Sul. Em 2010 foi nomeado Diretor
Artístico e Maestro Principal da recém-estabelecida orquestra
Filarmônica de Gorzow, na Polônia.

“Cajueiros IV”
Teatro Tobias Barreto
19, quinta-feira, 20h30
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)

PIOTR BORKOWSKI, regente

Wolfgang Amadeus MOZART
Abertura da ópera “As Bodas de Figaro”, K492
Edward ELGAR
Variações Enigma
Joseph HAYDN
Sinfonia n. 45 em fá sustenido menor, "Do Adeus"




segunda-feira, 9 de julho de 2012






 "Terças Musicais"
Sala Antonio Carlos Plech - Biblioteca Epiphânio Dória
10, terça-feira, 20h
Entrada Franca


Orquestra de Câmara da ORSSE


Aleksandr BORODIN
Quarteto de Cordas n. 2 em ré maior
Marcio Rodrigues e Marcos Gonçalo, violinos
Cleverson Cremer, viola
Andressa Souto, violoncelo



Biblioteca Pública Epifânio Dória-BPED
Largo 13 de Julho, s/n. Bairro 13 de Julho.
Contato: Maria Sônia/  (79) 3179 1935 (diretoria)

sábado, 30 de junho de 2012

ORSSE estreia obra mundial em homenagem a Tobias Barreto




No mês da Sergipanidade, a Orquestra Sinfônica de Sergipe dedicará um concerto à memória de um dos maiores vultos da nossa terra, o intelectual TobiasBarreto de Menezes. No dia 05 de julho, quinta-feira, às 20h30, no palco do teatro Tobias Barreto, será apresentado um concerto comemorativo à Emancipação Política de Sergipe. A noite será de homenagens e participações muito especiais: sob a regência do maestro Guilherme Mannis será realizada estreia mundial da obra encomendada pela ORSSE ao compositor Cláudio de Freitas, "Quatro Canções sobre Poemas de Tobias Barreto", interpretada pelo baixo paulista Carlos Eduardo Marcos. Na segunda parte do concerto, o presente ao público será muito especial: o renomado pianista RicardoCastro executará o Concerto para Piano e Orquestra n. 2, do compositor alemão Johannes Brahms.

Tobias Barreto foi, por essência, um germanista. Homem de muitas lutas, pela igualdade social e racial, foi já homenageado pela ORSSE com a execução de  repertório alusivo à sua produção intelectual, e agora será abordado através de sua produção literária. Segundo o maestro Guilherme Mannis, diretor da ORSSE, “Tocar Brahms e musicar os poemas de Tobias consiste na  exaltação à memória desse célebre sergipano para os seus conterrâneos. Sergipe é um reduto de infindáveis talentos.” Em noite de homenagens, igualmente será lembrada a memória do historiador e pesquisador Luiz Antônio Barretocriador do Instituto Tobias Barreto e que, em vida, foi um grande defensor dos vultos sergipanos na cultura do seu povo.



Mantida pela Secretaria de Estado da Cultura, patrocinada pelo Banese e Instituto Banese e apoiada por diversos segmentos da sociedade, a Orquestra Sinfônica de Sergipe vem se destacando e cumprindo seu papel na formação de um público cada vez mais exigente e na execução das obras escolhidas. Assistir a ORSSE e seus convidados já faz parte do calendário cultural da capital e do interior, em qualquer época do ano.

As “Quatro Canções sobre Poemas de Tobias Barreto” foram concebidas pelo compositor e fagotista Cláudio de Freitas exclusivamente para a ORSSE. A peça foi composta a partir de quatro poemas contidos no livro Dias e Noites (1893). O compositor escolhe a poesia patriótica “Cena Sergipana” como o primeiro quadro da obra, seguida das amorosas “Penso em Ti” e “Que Mimo!...”, intercaladas pela filosófica “O Gênio da Humanidade”. São transpostas para a partitura as minúcias e particularidades do ritmo, prosódia, rima e acentuação dos versos do poeta, assim como suas constantes metáforas e referências aos animais e aos fenômenos da natureza, e da sua representação do amor pueril e nem tanto mais idealizado, num caráter melódica e harmonicamente mais maduro, meditativo e contemplativo. Já o "Concerto para piano n. 2 de Brahms" foi por sua vez composto em momento de desolação do maestro, que, após a morte de Schumann, tentou se aproximar da viúva, a pianista Clara Schumann. Esta, sempre fiel ao amor que sentia, não demonstrou interesse por Brahms. Desolado, concebeu essa obra como um último clamor à paixão e ao amor não correspondidos por Clara.

Programa

Orquestra Sinfônica de Sergipe
"CAJUEIROS IV"

Quinta-feira, 5 de julho de 2012, 20h30
Teatro Tobias Barreto

Guilherme Mannis, regente
Carlos Eduardo Marcos, baixo
Ricardo Castro, piano



Cláudio de FREITAS
Quatro canções sobre poemas de Tobias Barreto

I - Cena Sergipana (1857)

II - Penso em ti (1865)

III - O Gênio da Humanidade (1866)

IV - Que Mimo!... (1874)

Johannes BRAHMS
Concerto nº2 para piano e orquestra, op.83, em si bemol maior 


Ingressos: R$20 (inteira), R$10,00 (meia)

Disponíveis na Bilheteria do Teatro Tobias Barreto.

Informações: (79) 3179-1480/3179-1496

Realização: 
Governo de Sergipe - Secretaria de Estado da Cultura 
Patrocínio: Banese e Instituto Banese

domingo, 17 de junho de 2012

Maestro Helder Trefzger participa da Série Sons da Catedral com a ORSSE

Na próxima quinta-feira, dia 21 de junho, às 19h, a Catedral Metropolitana de Aracaju receberá a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência do maestro convidado Helder Trefzger. Nessa segunda edição da série "Sons da Catedral", o grupo apresentará, de forma inédita, o "Bolero", do compositor francês Maurice Ravel. Completam o programa obras de Nielsen, Dvorak e Berlioz. A entrada é franca, e o concerto possui o apoio da Paróquia Nossa Senhora da Conceição e da Arquidiocese de Aracaju. 


Com a realização da Secretaria de Estado da Cultura, sob a direção artística de Guilherme Mannis,e patrocínio do Banese e Instituto Banese, a Orquestra Sinfônica de Sergipe vem diversificando sua atuação e marca presença no cotidiano do público sergipano, trazendo novidades como este concerto, com músicas executadas pela primeira vez no Estado de Sergipe. "Ampliamos o repertório da orquestra e trazemos ao nosso público um número cada vez maior de composições, para que todos tenham a oportunidade de permanecer cada vez mais em contato com repertórios das mais variadas épocas e estilos", ressalta Mannis.





O  Bolero
Composto em 1928 como uma peça musical de um único movimento e com inspiração espanhola, o Boléro, do compositor francês Maurice Ravel (1875-1937) é uma das obras clássicas mais famosas, tanto por sua conhecida melodia, por diversas vezes repetida, quanto pelo caráter da obra: uma aula de orquestração. Diferentes timbres da orquestra são utilizados de forma crescente, conferindo à obra um brilho peculiar. O próprio compositor ficou perplexo com a enorme aceitação do Boléro, que rapidamente tornou-se uma das peças mais apresentadas e gravadas da história da música.Ficha técnica



Orquestra Sinfônica de Sergipe
Sons da Catedral II
Regência: Helder Trefzger
Local: Catedral Metropolitana de Aracaju
21 de junho de 2012, quinta-feira, 19h
Entrada Franca.

Hector BERLIOZ
Abertura Carnaval Romano
Carl NIELSEN
Abertura Helios, op.17
Antonin DVORAK
Suíte Tcheca
Maurice RAVEL
Bolero
Realização: Governo de Sergipe - Secretaria de Estado da Cultura 
Patrocínio: Instituto Banese

domingo, 10 de junho de 2012

ORSSE recebe um dos maiores clarinetistas do Brasil na noite da série Cajueiros III


Nesta próxima quinta-feira, 14, às 20h30, depois do estrondoso sucesso da ópera Tosca, mais uma apresentação promete movimentar o palco do Teatro Tobias Barreto (TTB). Sob a regência do maestro Daniel Nery, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) fará o terceiro concerto da série Cajueiros trazendo desta vez o renomado clarinetista paulista Luiz Afonso Montanha. Professor de Clarinete no Departamento de Música da ECA-USP, é também primeiro clarinetista do Theatro Municipal de São Paulo, além o principal solista junto às orquestras brasileiras e do exterior.

Sob a  direção artística do Maestro Guilherme Mannis, coordenação da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e patrocínio do Banese e Instituto Banese, a série
de concertos "Cajueiros", é  realizada sempre às quintas-feiras no teatro Tobias Barreto, e tem como principal característica a estreia, em solo sergipano, de importantes obras da música clássica nacional e internacional, com ênfase na participação de solistas convidados e um grande nível de execução das obras.

Sobre o programa:

Para este concerto que terá a regência do maestro Daniel Nery, a música dos séculos XVIII e XIX estarão em destaque. A brasileira Elegia, de Henrique Oswald, foi composta em 1896 e é marcada pela fluência da linha melódica, harmonizada sutilmente. Oswald foi um compositor brasileiro filho de pais suíços, e ganhador de um disputado concurso de composição em Paris, promovido pelo jornal "Le Figaro", vencendo aproximadamente 600 candidatos.  






Após o Concerto para Clarinete de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais belas obras primas compostas para este instrumento, a ORSSE apresentará a oitava sinfonia de Antonín Dvořák. Uma das características dessa obra é a tonalidade de sol maior, pouco usual nas sinfonias românticas, e a alternância do modo maior e o modo menor, características muito utilizadas por Dvořák em sua obra. Nota-se também a influência de Brahms e do folclore boêmio. O destaque é a não usual troca do tradicional scherzo por uma graciosa e serena valsa no terceiro movimento.




Os ingressos, R$20 e R$10, já se encontram a venda na bilheteria do Teatro Tobias Barreto

Orquestra Sinfônica de Sergipe - ORSSE
"Serie Cajueiros III"
Teatro Tobias Barreto
.
14 de junho de 2012, 20h30


Daniel NERY, regente
Luiz Afonso MONTANHA, clarinete

PROGRAMA

Henrique OSWALD (1852-1931)
Elegia
Wolfgang Amadeus MOZART (1756-1791)
Concerto para Clarinete e Orquestra, em Lá Maior, KV 622
Antonin DVO
ŘÁK (1841-1904)
Sinfonia N º 8 em Sol maior, Op. 88

Contatos:
Teatro Tobias Barreto: 79 3179.1490/ Bilheteria: 79 3179.1496 (13h-20h)
Orquestra Sinfônica de Sergipe: 79 3179.1480
Secult: 79 3179.1930

Seja um AMIGO DA ORSSE, saiba como: amigosdaorsse@gmail.com
Twitter: @Sinfonica_SE

sexta-feira, 1 de junho de 2012

QUARTETO DE JAZZ DA ORSSE - MÚSICA DE CÂMARA



Na próxima terça-feira, 05 de junho, à partir das 20h, A Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse), apresenta a série "Terças Musicais", na sala Antônio Carlos Plech, Biblioteca Pública Epifânio Dória. A entrada é franca.

Coordenada pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e patrocinada pelo Banese e Instituto Banese ,a serie visa preparar, aperfeiçoar e manter o nível técnico e musical dos integrantes da orquestra através da música de câmara, além de valorizar os espaços culturais da cidade, proporcionando uma aproximação do público com a sua orquestra.

Em mais uma edição anual, a série contempla diversas formações da música de câmara, como quinteto de sopros, quarteto de cordas, orquestras de câmara, percussão, entre outros, abordando todos os períodos musicais, desde a renascença ao século XXI, incluindo a Música Popular Brasileira.

“A continuidade dos concertos de câmara reflete a aceitação do público. Estes concertos fazem com que músicos da própria orquestra executem um trabalho de primeiríssimo nível", explica Daniel Nery, maestro assistente da Orsse.



Neste concerto, o Orsse Jazz Quartet, formado pelos músicos Daniel Freire, piano, José de Arimatéia, trompete, Fábio Cavalieri, Contrabaixo e Júlio Fonseca, bateria explora os principais compositores do Jazz como Miles Davis, Count Basie, Chick Corea e Thelonius Monk e ainda a MPB com uma leitura jazzística como o ‘Samba de Verão' de Marcos Valle e ‘Água de Beber' de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.




Confira a Temporada completa das Terças Musicais:

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE
Guilherme Mannis, direção artística
Daniel Nery, coordenação musical


10 de Julho, 20h

Claude DEBUSSY
Sonata para flauta viola e harpa

Gabriel FAURÉ
Quarteto para piano nº1, em dó menor, op. 15


14 de Agosto, 20h
Obras para Percussão


18 de Setembro, 20h

Daniel Nery, regente

Maurice RAVEL
Trio para Piano

Aaron COPLAND
Appalachian Spring


16 de Outubro, 20h

ORSSE Brass Ensemble


27 de Novembro, 20h

Wolfgang Amadeus MOZART
Quinteto com trompa em mi bemol maior, KV 407

Johannes BRAHMS
Trio para piano nº3, em dó menor, op. 101


11 de Dezembro, 20h

Franz SCHUBERT
Quinteto para Piano em La Maior D. 667 “A Truta”

sábado, 19 de maio de 2012

ORSSE apresentará Ópera Tosca como destaque da Temporada 2012



Com uma proposta anual de importantes títulos de ópera para o público sergipano, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a direção artística do Maestro Guilherme Mannis, juntamente como seu Coro Sinfônico, trarão ao público nos próximos dias 24 (quinta) e 26 (sábado) de maio, às 20h30, no Teatro Tobias Barreto, a ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Realizada de modo semi-encenado, ou seja, com orquestra no palco e cantores interpretando as cenas à frente do grupo, as récitas terão a participação de importantes solistas do cenário operístico nacional, e contarão com legendas em português. O evento tem a realização da Secretaria de Estado da Cultura, com patrocínio do
Banese e Instituto Banese.

No elenco, nomes consagrados na ópera nacional, como o soprano DaniellaCarvalho (Tosca), carioca, com família sergipana e atualmente radicada em Nova York, o tenor Richard Bauer (Cavaradossi), os barítonos Rodolfo Giugliani (Scarpia) e Sebastião Teixeira (Sacristão) e o baixo Saulo Javan (Angelotti). Completam o elenco jovens talentos sergipanos como o tenor Jonathas Mathias (Spoletta) e Claudio-Alexandre Silva (Sciarrone e carcereiro). A regência estará a cargo do maestro Guilherme Mannis, que vê na ópera um excelente caminho para a produção artística do Estado: "O Tobias Barreto é um grande Teatro, e nossa orquestra realizou interpretações notáveis de Aïda e La Bohème, nos anos anteriores. Nada mais justo do que brindar o nosso público sergipano com outra ópera de enorme sucesso, rara beleza musical e enredo surpreendente. Em futuro próximo, visualizo a capacidade de Sergipe abrigar um belíssimo festival de ópera, que encantaria a toda a sociedade envolvendo, principalmente, a produção local."




A regência dos Coros: Sinfônico e Infantil da ORSSE e Coral Infantil Encantar, está a cargo do maestro Daniel Freire, e os espetáculos possuem ainda a assistência do maestro Daniel Nery.

A história: a ópera se passa em Roma, no clima pós-revolucionário. Angelotti, o protagonista deste movimento, é preso pelo regime e consegue fugir. Mário Cavaradossi, um pintor,  é um simpatizante das idéias revolucionárias e pelo apoio à fuga de Angelotti acaba se envolvendo com Floria Tosca, uma cantora que chega à igreja para visitá-lo. O barão Scarpia, braço direito do poder, passa a perseguir o revolucionário, pressionando e prendendo Mario e assediando Tosca, sua amada, que faz de tudo para libertar o pintor. Após a notícia da vitória de Napoleão, subitamente comunicada, Mario declara sua vitória e Scarpia faz um acordo com Tosca para libertar o pintor, desde que cedesse aos seus encantos por uma noite. Tosca, revoltada, assassina Scarpia pensando em dias felizes com seu amor. O desenrolar da intrincada trama, no entanto, acaba trazendo acontecimentos surpreendentes.



Serviço:

Giácomo Puccini

Ópera Tosca (em forma de concerto)
Teatro Tobias Barreto 
Ingressos: R$20 (inteira), R$10 (meia)

Orquestra Sinfônica de Sergipe

Guilherme Mannis, regente

Coro Sinfônico e Infantil da ORSSE

Coral Infantil "Encantar"Daniel Freire, regente

Daniella Carvalho, soprano (Tosca)

Richard Bauer, tenor (Mario Cavaradossi)
Rodolfo Giugliani, barítono (Scarpia)
Sebastião Teixeira, barítono (Sacristão)
Saulo Javan, baixo (Angelotti)
Jonathas Mathias, tenor (Spoletta)
Cláudio-Alexandre Silva, baixo (Sciarrone e carcereiro)

Datas: 24 e 26 de maio de 2012, quinta-feira e sábadoHorário: 20h30Onde: Teatro Tobias Barreto, Av. Tancredo Neves, 2209, DIA


Realização: 

Secretaria de Estado da Cultura - Governo de SergipePatrocínio: 
Banese e Instituto Banese

ATENÇÃO: Legendas em português. Duração: 110min.Intervalo: 15 min.



terça-feira, 15 de maio de 2012

ORSSE COMPLETA 5º ANO DE APRESENTAÇÕES PELO INTERIOR DE SERGIPE COM O PROJETO "ORQUESTRA NA ESTRADA"




No intuito de levar a Orquestra Sinfônica de Sergipe a todos os recantos do Estado de Sergipe, o maestro Guilherme Mannis em 2007, concebeu o projeto de inclusão musical, denominado, “Orquestra na Estrada”. Em cinco anos a ORSSE visitou mais de 20 municípios sergipanos e, com isso, buscou popularizar o acesso à música sinfônica, de pessoas que até então tiveram pouco ou nenhum contato com o segmento da música clássica. O projeto é realizado pela Secretaria de Estado da Cultura em parceria com as prefeituras e paróquias locais, e conta com o patrocínio do Banese e Instituto Banese.  
“A ORSSE já é nacionalmente reconhecida pela qualidade de sua produção artística e o nível extraordinário dos profissionais com os quais se apresenta, porém todo esse sucesso precisa ser prestigiado por todos os sergipanos, nossa meta em 2012 é alcançar cerca de 15 cidades no interior, o sergipano tem muito que se orgulhar da sua Sinfônica.” Explica o maestro Mannis.

A temporada 2012 de concertos no interior começa no dia 18 de maio de 2012 às 19h, na Igreja Matriz da cidade de Pacatuba, à 116Km de Aracaju, dentro das comemorações dos 300 anos de canonização do padroeiro São Felix de Cantalício. Sob a regência de Daniel Nery,  a ORSSE apresentará uma programação variada, desde a Abertura da ópera Idomeneo de Mozart até a peça regional Mourão de Guerra-Peixe.

“ É mais uma forma da orquestra se integrar ao cotidiano das pessoas e à cultura sergipana, uma vez que participa das principais comemorações dessas cidades, em Pacatuba estaremos na festa dos 300 anos de canonização do padroeiro São Felix de Cantalício.”, completa o mtro. Daniel Nery.

Orquestra Sinfônica de Sergipe
Série "Orquestra na Estrada I"
Daniel NERY, regente
                Márcio RODRIGUES, violino
                Wolfgang Amadeus MOZART (1756-1791)
                Abertura da ópera Idomeneo, K.366


                César GUERRA-PEIXE (1914-1993)
                Mourão


               L. van BEETHOVEN (1770 - 1827)
            Romances para Violino e Orquestra
            N. 1, Op. 40, em sol maior
            N.  2, Op. 50, em fá maior

SERVIÇO:

O quê: Orquestra Sinfônica de Sergipe
Quando: 18 de maio de 2012, sexta-feira, 19h
Onde: Igreja Matriz de São Félix de Cantalício, Pacatuba-SE
Entrada Franca.